Artesão indiano cria geladeira que não precisa de eletricidade para funcionar

Desenvolvido por Mansukhbhai Prajapati, o refrigerador é feito a partir de uma cerâmica usada na fabricação de recipientes para o armazenamento de água fresca no verão

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Atualmente as geladeiras são responsáveis por cerca de 30% do valor das contas referentes à energia, ou seja, o eletrodoméstico consome quantidade considerável de eletricidade, o que aumenta a demanda por novas usinas e fontes energéticas. Porém, na Índia, o artesão Mansukhbhai Prajapati criou um refrigerador que não necessita de conexões elétricas, como tomadas para funcionar.

O artesão trabalhava na fabricação de recipientes de cerâmica para o armazenamento de água fresca no verão e observou que o material se mostrava eficiente mesmo com o intenso calor da estação, com temperaturas que frequentemente batem os 40°C. Então, Prajapati pensou: “Que tal uma geladeira dessa cerâmica?”.

Enquanto os refrigeradores emitem gases tóxicos que prejudicam a camada de ozônio, o desenvolvimento do hindu, feito a partir da mesma matéria-prima, mantém frutas, verduras e legumes frescos durante três dias, por meio da evaporação, de maneira eficiente e não dissemina poluição.

Para manter a temperatura dos alimentos, o artigo conta com uma câmara de água em sua parte superior, escorrendo o líquido pelas laterais da geladeira e, ao evaporar, diminui o calor, o que faz com que os mantimentos permaneçam frescos.

Ecologicamente correto, o artigo apelidado de “geladeira dos pobres”, custa aproximadamente R$ 135, tornando o acessível para as comunidades com menor poder aquisitivo. “Muitas pessoas não podem pagar por uma geladeira ou não podem arcar com o preço da eletricidade que o aparelho consome”, disse Prajapati.

Batizada como Miticool, a ideia do artesão foi levada adiante, recebeu apoio de uma fábrica e já emprega 20 pessoas na produção do projeto. Construído de forma simples, o refrigerador que não precisa de eletricidade para funcionar promove o bem-estar da natureza, da sociedade e já acumula prêmios e elogios de ambientalistas.

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Vauban: O bairro que recicla, gera energia, quase não tem carros e tem gente feliz

Por Vitor Vieira

Atualmente cada vez mais cidades vêm aderindo ao conceito de sustentabilidade, criando propostas que melhoram a qualidade de vida, reduzindo a poluição, reutilizando e reciclando materiais, racionalizando uso de água e energia e gradualmente tornando a cidade cada vez mais integrada à comunidade com lugares para interação social, melhoria da mobilidade urbana, diminuindo a segregação social e principalmente a gentrificação.

O bairro de Vauban, na cidade de Freiburg, na Alemanha se tornou um modelo de cidade sustentável. O projeto começou em meados dos anos 90 em um terreno onde era base militar francesa nomeada em homenagem ao engenheiro militar francês Sébastien Le Prestre de Vauban. Em 1993 iniciou-se o planejamento do bairro, e já nos anos de 1995 e 1996 foram feitos encontros comunitários para conscientização sobre o uso de energia. Em 1998 começaram as primeiras construções e em 2006 o projeto de Vauban estava concluído e funcionando!

Planejada para até 5.000 habitantes, o bairro teve suas casas construídas para funcionar como micro usinas de geração de energia elétrica. Essa geração de energia não só supre às necessidades do local como gera créditos, ou seja, as casas geram mais energia do que consomem (cerca de 4 vezes) e toda essa energia excedente é repassada para rede pública.

Além da tecnologia em prol da sustentabilidade, todas as construções foram pensadas sobre os conceitos do bioclimatismo. No verão, com a posição aparente do sol em ângulo mais alto, as varandas servem para impedir a entrada direta de calor, já no inverno, com a insolação em um ângulo mais baixo, as grandes janelas permitem a passagem de iluminação natural sem comprometer o conforto ambiental interno. Essas janelas são compostas por camadas de vidro para isolar o calor dentro da edificação e muitos dos prédios ainda possuem coletores solares ou placas fotovoltaicas. Além disso, as coberturas possuem sistemas de captação de água da chuva, que é utilizada para irrigação de jardins e uso em vasos sanitários.

A reciclagem é outro aspecto exemplar de Vauban. Todos os resíduos gerados são totalmente separados em coletores espalhados pela cidade e cerca de 65% desses resíduos são reciclados.

Para evitar a circulação de automóveis nas ruas, foram criados estacionamentos para visitantes nas vias periféricas, fazendo da caminhada e da bicicleta as ferramentas de locomoção oficiais do local. Para facilitar ainda mais a mobilidade foram determinadas áreas de ciclovias que cortam praticamente todas as ruas do bairro, juntamente com os “trams”, aqueles bondes que andam sobre tapetes de grama.

A adoção dessa conjunto de ações sustentáveis planejadas fez com que, em 2009, cerca de 70% das famílias escolhessem viver sem o uso de automóvel e de maneira muito mais harmônica com o ambiente.

Imagens via: Wikimedia / Ellen Macarthur Foundation / Material Semiotic / FCS

publicado em arquiteturasustentavel.org

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ANIMAIS PENSAM E SENTEM COMO HUMANOS

ANIMAIS PENSAM E SENTEM COMO HUMANOS SEGUNDO PESQUISA DE NEUROCIENTISTA, QUE APRESENTOU UM PROJETO EM PARCERIA COM O FÍSICO STEPHEN HAWKING, DE 70 ANOS, NUMA NUMA CONFERÊNCIA NOS EUA.

“Não é mais possível dizer que não sabíamos”, diz Philip Low
Estruturas do cérebro responsáveis pela produção da consciência são análogas em humanos e outros animais, dizem neurocientistas

FONTE: http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/nao-e-mais-possivel-dizer-que-nao-sabiamos-diz-philip-low

São Paulo – O neurocientista canadense Philip Low ganhou destaque no noticiário científico depois de apresentar um projeto em parceria com o físico Stephen Hawking, de 70 anos. Low quer ajudar Hawking, que está completamente paralisado há 40 anos por causa de uma doença degenerativa, a se comunicar com a mente.

Os resultados da pesquisa foram revelados no último sábado (7) em uma conferência em Cambridge. Contudo, o principal objetivo do encontro era outro. Nele, neurocientistas de todo o mundo assinaram um manifesto afirmando que todos os mamíferos, aves e outras criaturas, incluindo polvos, têm consciência. Stephen Hawking estava presente no jantar de assinatura do manifesto como convidado de honra.

Low é pesquisador da Universidade Stanford e do MIT (Massachusetts Institute of Technology), ambos nos Estados Unidos. Ele e mais 25 pesquisadores entendem que as estruturas cerebrais que produzem a consciência em humanos também existem nos animais. “As áreas do cérebro que nos distinguem de outros animais não são as que produzem a consciência”, diz Low, que concedeu a seguinte entrevista ao site de VEJA:

Veja.com – Estudos sobre o comportamento animal já afirmam que vários animais possuem certo grau de consciência. O que a neurociência diz a respeito?

Philip Low – Descobrimos que as estruturas que nos distinguem de outros animais, como o córtex cerebral, não são responsáveis pela manifestação da consciência. Resumidamente, se o restante do cérebro é responsável pela consciência e essas estruturas são semelhantes entre seres humanos e outros animais, como mamíferos e pássaros, concluímos que esses animais também possuem consciência.

Veja.com – Quais animais têm consciência?

P. L. -Sabemos que todos os mamíferos, todos os pássaros e muitas outras criaturas, como o polvo, possuem as estruturas nervosas que produzem a consciência. Isso quer dizer que esses animais sofrem. É uma verdade inconveniente: sempre foi fácil afirmar que animais não têm consciência. Agora, temos um grupo de neurocientistas respeitados que estudam o fenômeno da consciência, o comportamento dos animais, a rede neural, a anatomia e a genética do cérebro. Não é mais possível dizer que não sabíamos.

Veja.com – É possível medir a similaridade entre a consciência de mamíferos e pássaros e a dos seres humanos?

P. L. – Isso foi deixado em aberto pelo manifesto. Não temos uma métrica, dada a natureza da nossa abordagem. Sabemos que há tipos diferentes de consciência. Podemos dizer, contudo, que a habilidade de sentir dor e prazer em mamíferos e seres humanos é muito semelhante.

Veja.com – Que tipo de comportamento animal dá suporte à ideia de que eles têm consciência?

P. L. – Quando um cachorro está com medo, sentindo dor, ou feliz em ver seu dono, são ativadas em seu cérebro estruturas semelhantes às que são ativadas em humanos quando demonstramos medo, dor e prazer. Um comportamento muito importante é o autorreconhecimento no espelho. Dentre os animais que conseguem fazer isso, além dos seres humanos, estão os golfinhos, chimpanzés, bonobos, cães e uma espécie de pássaro chamada pica-pica.

Veja.com – Quais benefícios poderiam surgir a partir do entendimento da consciência em animais?

P. L. – Há um pouco de ironia nisso. Gastamos muito dinheiro tentando encontrar vida inteligente fora do planeta enquanto estamos cercados de inteligência consciente aqui no planeta. Se considerarmos que um polvo — que tem 500 milhões de neurônios (os humanos tem 100 bilhões) — consegue produzir consciência, estamos muito mais próximos de produzir uma consciência sintética do que pensávamos. É muito mais fácil produzir um modelo com 500 milhões de neurônios do que 100 bilhões. Ou seja, fazer esses modelos sintéticos poderá ser mais fácil agora.

Veja.com – Qual é a ambição do manifesto?

P. L. – Os neurocientistas se tornaram militantes do movimento sobre o direito dos animais? É uma questão delicada. Nosso papel como cientistas não é dizer o que a sociedade deve fazer, mas tornar público o que enxergamos. A sociedade agora terá uma discussão sobre o que está acontecendo e poderá decidir formular novas leis, realizar mais pesquisas para entender a consciência dos animais ou protegê-los de alguma forma. Nosso papel é reportar os dados.

Veja.com – As conclusões do manifesto tiveram algum impacto sobre o seu comportamento?

P. L. – Acho que vou virar vegetariano. É impossível não se sensibilizar com essa nova percepção sobre os animais, em especial sobre sua experiência do sofrimento. Será difícil, adoro queijo.

Veja.com – O que pode mudar com o impacto dessa descoberta?

P. L. – Os dados são perturbadores, mas muito importantes. No longo prazo, penso que a sociedade dependerá menos dos animais. Será melhor para todos. Deixe-me dar um exemplo. O mundo gasta 20 bilhões de dólares por ano matando 100 milhões de vertebrados em pesquisas médicas. A probabilidade de um remédio advindo desses estudos ser testado em humanos (apenas teste, pode ser que nem funcione) é de 6%. É uma péssima contabilidade. Um primeiro passo é desenvolver abordagens não invasivas. Não acho ser necessário tirar vidas para estudar a vida. Penso que precisamos apelar para nossa própria engenhosidade e desenvolver melhores tecnologias para respeitar a vida dos animais. Temos que colocar a tecnologia em uma posição em que ela serve nossos ideais, em vez de competir com eles.

 

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ACNE EM ANIMAIS (CÃES E GATOS)

 

 

 

 

Por Martha Follain

“Os animais são meus amigos… e eu não como meus amigos.” – George Bernard Shaw (1856-1950), dramaturgo, romancista, contista, ensaísta e jornalista irlandês – Nobel de Literatura em 1925

Acne ou foliculite é uma irritação dos folículos por onde nascem os pelos. Pode aparecer no queixo, focinho e lábio inferior, na forma de protuberâncias (pontos pretos ou comedões) que se formam devido à obstrução das glândulas sebáceas. Esses pontos pretos são resultantes de uma super atividade das mesmas, causando dor e incômodo, levando o animal a se coçar frequentemente e esfregar o focinho no chão, móveis e paredes, tentando aliviar o desconforto. É uma patologia dermatológica que pode afetar gatos e cães de pelagem curta de ambos os sexos. Pode ocorrer em animais mais novos, durante o primeiro ano de vida, devido a alterações hormonais naturais.

A doença pode manifestar-se em vários graus. Os bichos podem apresentar uma acne suave, sem maiores complicações. Mas, se não for tratada pode evoluir para uma infecção, devido à contaminação por bactérias: são os casos severos, com irritação e inflamação da pele – a ponta do queixo pode inchar – havendo necessidade de tratamento tópico e/ou uso de antibióticos. A acne pode causar lesões muito parecidas com outras doenças de pele como sarnas, dermatoses causadas por fungos em gatos, dermatites em cães e deve ser propriamente diagnosticada e tratada pelo médico veterinário.
Ainda não se conhece nenhum componente genético que aponte para uma predisposição do animal à acne.

A acne também pode ser resultado de uma reação alérgica ao plástico (alergia de contato). É recomendado o uso de comedouros e bebedouros de cerâmica ou inox, ao invés de vasilhas de plástico. Deve-se ter cuidado com a higiene desses potes. É fundamental lavá-los com água e sabão pelo menos uma vez ao dia, além de escaldá-los quinzenalmente.

Nos gatos persas, há uma forma severa de acne – é a “dermatite facial idiopática dos persas” ou “cara suja”: a pele e os pelos apresentam uma cera escura, com distribuição simétrica na cara (queixo e ao redor dos olhos).
http://www.canaltortuga.com.br/amici/noticias/?acao=lm&tp=2&id=359

Além do tratamento tradicional, Florais de Bach, Fitoterapia, Aromaterapia, etc., podem ajudar.

Texto meramente informativo. O médico veterinário deve ser sempre consultado. Fonte: http://www.floraisecia.com.br

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MÉDICA: “A MORTE É UM DIA QUE VALE A PENA VIVER”

1907470_800958373308443_6794422841911840492_nO vídeo, que já foi visto por mais de 100 mil pessoas, tem 18 minutos e mostra uma palestra da médica Ana Cláudia Quintana Arantes, especialista em Cuidados Paliativos pelo Instituto Pallium e Universidade de Oxford, além de pós graduada em Intervenções em Luto. Com sua enorme sensibilidade, doutora Ana Cláudia consegue transformar um assunto que muitos consideram macabro em uma verdadeira aula sobre a vida. Não deixe de ver até o final:

http://www.50emais.com.br/saude/medica-a-morte-e-um-dia-que-vale-a-pena-viver/

A Laszlo e a Pria parabenizam esta formidável médica por esta maravilhosa palestra!

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10 livros de culinária antigos para baixar de graça

 

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Os livros de culinária antigos não são apenas uma fonte para pesquisar receitas e modos de preparo. Eles revelam informações sobre a relação das pessoas com a comida, sobre os ingredientes disponíves na cozinha. Além disso, muitos livros trazem capítulos inteiros sobre conservação dos alimentos, dietas especiais para diferentes doenças, dicas para arrumação da cozinha e dispensa e até informações sobre os tipos de equipamento que formavam o básico da cozinha!

Veja a lista dos livros selecionados aqui:

http://bioculinaria.blogspot.com.br/2015/03/10-livros-de-culinaria-antigos-para.html

 

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UMA PLANTA MUITO SIMPLES CONSEGUE MATAR ATÉ 98% DE CÉLULAS CANCERÍGENAS E TAMBÉM FREAR O DIABETES

Este texto foi traduzido e adaptado do artigo original, escrito pelo Dr. Frank Shallenberger, e o link dessa versão encontra-se no final da matéria. Trata-se de uma tradução livre do artigo escrito em primeira pessoa publicado por Shallenberger. Acompanhe:

Eu estou sempre buscando por substâncias que dão uma “chave de braço” no metabolismo peculiar das células cancerosas. É vital que essas substâncias matem as células doentes e deixem as saudáveis intactas. Já falei sobre algumas de minhas descobertas científicas no passado, como o resveratrol, chá verde, seanol e outros. Mas hoje eu vou lhes falar sobre outra planta que seguramente mata o câncer de fome com tanta eficácia quanto uma quimioterapia. Na verdade, funciona inclusive no câncer de pâncreas, um dos mais difíceis de se combater.

A planta é um vegetal comum da Ásia e que tem o nome de melão amargo (Momordica charantia – no Brasil, pode ser conhecido como melão-de-são-caetano), sendo popular na região de Okinawa, no Japão.

O suco do vegetal, na concentração de 5% em água mostrou ter um potencial assombroso de lutar contra o crescimento dos quatro tipos de cânceres pancreáticos pesquisados, dois dos quais foram reduzidos em 90%, e os outros em incríveis 98% apenas 72 horas após o tratamento!

Já comentei em outros artigos a respeito da apoptose, que é a resposta natural de um organismo em lidar com células fora do comum – que simplesmente suicidam. O suco induziu essa morte programada por vários caminhos diferentes. Um desses caminhos foi o de colapsar o metabolismo de alimentação por glicose das células doentes, ou seja, privou-as do açúcar que elas necessitam para sobreviver.

Será que esses estudos de laboratório também servem para animais vivos? A resposta é um sonoro “sim”! Pesquisadores da Universidade de Colorado aplicaram doses em ratos que seriam proporcionais a humanos, e eles apresentaram uma redução em 64% do tamanho de seus tumores, sem efeitos colaterais. Esse nível de melhora ultrapassa os alcançados atualmente com o uso de quimioterapia para um tipo de câncer tão letal.

O responsável pela pesquisa na universidade, Dr Rajesh Agarwal, observou o costume chinês e indiano de usar o fruto em remédios para diabetes. Vendo que esta doença tende a vir antes do câncer pancreático, o doutor associou as ideias, criando novos rumos nas investigações existentes.
A dose utilizada foi de seis gramas de pó do melão amargo para um adulto de porte médio (75 quilos). Os grandes laboratórios e companhias farmacêuticas buscam encontrar petroquímicos patenteáveis que obtenham o mesmo resultado que Deus colocou nesse vegetal. Eles ficam boquiabertos como uma planta tão despretensiosa consegue desnutrir o câncer sem precisar de nenhuma química complexa.
No centro médico da Universidade de Saint Louis, a Dra. Ratna Ray, Ph. D. e professora de patologia, liderou pesquisas similares, testando primeiramente em células de câncer de mama e próstata e depois experimentando em cânceres da cabeça e pescoço, que embora representem 6% apenas dos casos, são agressivos e se espalham facilmente, começando por vezes pela boca, garganta, nariz.

Com efeito, após quatro semanas de tratamento controlado em animais, o volume e crescimento dos tumores reduziu. A doutora ressalta: “É difícil medir o resultado exato do tratamento com o extrato de melão amargo no crescimento das células, porém combinado com as terapias e remédios existentes, pode auxiliar na eficácia do combate ao câncer.”

Pesquisadores descobriram recentemente que a síndrome metabólica é amenizada pelos benefícios no metabolismo glicólico. Ótimas notícias, pois não se destrói o câncer por uma via só, e eu acredito que deve ser multifocal: em outras palavras, fortalecer o sistema imunológico, desintoxicar, eliminar infecções dentais e materiais tóxicos dos dentes, alcalinizar o organismo, oxidar o corpo com terapia com oxigênio, e prover nutrientes específicos para dar uma “chave de braço” nos caminhos particulares do metabolismo do câncer.

Todas as células cancerosas mostram uma produção anormal de energia que utiliza fermentação ineficiente de glicose. O melão amargo pode ser um excelente aliado ao combate dessa produção de energia anormal. Você pode encontrá-lo na maioria das lojas naturais ou comprar online.
O artigo original pode ser conferido aqui: http://www.secondopinionnewsletter.com/Health-Alert-Archive/View-Archive/2172/Simple-plant-kills-up-to-98-of-cancer-cells–and-stops-diabetes.htm?utm_source=FB&utm_medium=POST&utm_campaign=SOHA11162013

LInk deste texto: http://www.folhadelimoeiro.com/2015/04/uma-planta-muito-simples-consegue-matar.html

 

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Plantas têm memória, sentem dor e são inteligentes

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Pode uma planta ser inteligente? Alguns cientistas insistem que são – uma vez que elas podem sentir, aprender, lembrar e até mesmo reagir de formas que seriam familiares aos seres humanos. A nova pesquisa está num campo chamado neurobiologia de plantas – o que é meio que um equívoco, porque mesmo os cientistas desta área não argumentam que as plantas tenham neurônios ou cérebros.

“Elas têm estruturas análogas“, explica Michael Pollan, autor de livros como The Omnivore’s Dilemma (O Dilema do Onívoro) e The Botany of Desire (A Botânica do Desejo). “Elas têm maneiras de tomar todos os dados sensoriais que se reúnem em suas vidas quotidianas … integrá-los e, em seguida, se comportar de forma adequada em resposta. E elas fazem isso sem cérebro, o que, de certa forma, é o que é incrível sobre isso, porque assumimos automaticamente que você precisa de um cérebro para processar a informação”.

E nós supomos que precisamos de ouvidos para ouvir. Mas os pesquisadores, diz Pollan, tocaram uma gravação de uma lagarta comendo uma folha para plantas – e as plantas reagiram. Elas começam a segregar substâncias químicas defensivas – embora a planta não esteja realmente ameaçada, diz Pollan. “Ela está de alguma forma ouvindo o que é, para ela, um som aterrorizante de uma lagarta comendo suas folhas.”

Plantas podem sentir

Pollan diz que as plantas têm todos os mesmos sentidos como os seres humanos, e alguns a mais. Além da audição e do paladar, por exemplo, elas podem detectar a gravidade, a presença de água, ou até sentir que um obstáculo está a bloquear as suas raízes, antes de entrar em contacto com ele. As raízes das plantas mudam de direcção, diz ele, para evitar obstáculos.

E a dor? As plantas sentem? Pollan diz que elas respondem aos anestésicos. “Pode apagar uma planta com um anestésico humano… E não só isso, as plantas produzem seus próprios compostos que são anestésicos para nós.”

De acordo com os pesquisadores do Instituto de Física Aplicada da Universidade de Bonn, na Alemanha, as plantas libertam gases que são o equivalente a gritos de dor. Usando um microfone movido a laser, os pesquisadores captaram ondas sonoras produzidas por plantas que liberam gases quando cortadas ou feridas. Apesar de não ser audível ao ouvido humano, as vozes secretas das plantas têm revelado que os pepinos gritam quando estão doentes, e as flores se lamentam quando suas folhas são cortadas [fonte: Deutsche Welle].

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Sistema nervoso de plantas

Como as plantas sentem e reagem ainda é um pouco desconhecido. Elas não têm células nervosas como os seres humanos, mas elas têm um sistema de envio de sinais eléctricos e até mesmo a produção de neurotransmissores, como dopamina, serotonina e outras substâncias químicas que o cérebro humano usa para enviar sinais.

As plantas realmente sentem dor

As evidências desses complexos sistemas de comunicação são sinais de que as plantas sentem dor. Ainda mais, os cientistas supõem que as plantas podem apresentar um comportamento inteligente sem possuir um cérebro ou consciência.

Elas podem se lembrar

 

Pollan Pollan descreve um experimento feito pela       bióloga de animais Monica Gagliano. Ela apresentou uma pesquisa que sugere que a planta Mimosa pudica pode aprender com a experiência. E, Pollan diz, por apenas sugerir que uma planta poderia aprender, era tão controverso que seu artigo foi rejeitado por 10 revistas científicas antes de

ser finalmente publicado.

Mimosa é uma planta, que é algo como uma samambaia, que recolhe suas folhas temporariamente quando é perturbada. Então Gagliano configurou uma engenhoca que iria pingar gotas na planta mimosa, sem ferir-la. Quando a planta era tocada, tal como esperado, as folhas se fechavam. Ela ficava pingando as plantas a cada 5-6 segundos.

“Depois de cinco ou seis gotas, as plantas paravam de responder, como se tivessem aprendido a sintonizar o estímulo como irrelevante“, diz Pollan. “Esta é uma parte muito importante da aprendizagem – saber o que você pode ignorar com segurança em seu ambiente.”

Talvez a planta estava apenas se cansando de tantos pingos? Para testar isso, Gagliano pegou as plantas que tinham parado de responder às gotas e sacudiu-as.

“Elas continuavam a se fechar“, diz Pollan. “Elas tinham feito a distinção que o gotejamento era um sinal que elas poderiam ignorar. E o que foi mais incrível é que Gagliano as testou novamente a cada semana durante quatro semanas e, durante um mês, elas continuaram a lembrar a lição.”

Isso foi o mais longe que Gagliano testou. É possível que elas se lembrem ainda mais. Por outro lado, Pollan aponta, as abelhas que foram testadas de maneira semelhante se esquecem o que aprenderam em menos de 48 horas.

Plantas: seres sentientes?

“As plantas podem fazer coisas incríveis. Elas parecem se lembrar de estresse e eventos, como essa experiência. Elas têm a capacidade de responder de 15 a 20 variáveis ambientais”, diz Pollan. “A questão é, é correto de chamar isso de aprendizagem? É essa a palavra certa? É correto chamar isso de inteligência? É certo, ainda, dizer que elas são conscientes? Alguns destes neurobiólogos de plantas acreditam que as plantas estão conscientes – não auto-conscientes, mas conscientes, no sentido que elas sabem onde elas estão no espaço … e reagem adequadamente a sua posição no espaço”.

Pollan diz que não há definição consensual de inteligência. “Vá para a Wikipedia e procure por inteligência. Eles se desesperam para dar-lhe uma resposta. Eles têm basicamente um gráfico onde dão-lhe nove definições diferentes. E cerca da metade delas dependem de um cérebro … se referem ao raciocínio abstracto ou julgamento.”

“E a outra metade apenas se referem a uma capacidade de resolver problemas. E esse é o tipo de inteligência que estamos falando aqui. Então a inteligência pode muito bem ser uma propriedade de vida. E a nossa diferença em relação a essas outras criaturas pode ser uma questão da diferença de grau e não de espécie. Podemos apenas ter mais desta habilidade de resolver problemas e podemos fazê-lo de diferentes maneiras.”

Pollan diz que o que realmente assusta as pessoas é “que a linha entre plantas e animais pode ser um pouco mais fina do que nós tradicionalmente acreditamos.”

E ele sugere que as plantas podem ser capaz de ensinar os seres humanos uma ou duas coisas, tais como a forma de processar a informação sem um posto de comando central, como um cérebro.

http://portugalmundial.com/2015/03/plantas-tem-memoria-sentem-dor-e-sao-inteligentes/#

 

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Ilha em São Tomé e Prí­ncipe quer se tornar livre de plástico até 2020

Uma ação simples mobilizou a comunidade da Ilha do Príncipe, em São Tomé e Príncipe, para a coleta e descarte apropriado de mais de 200 mil garrafas plásticas de sua reserva de biosfera.

Através da campanha intitulada “Plástico Não: Um pequeno gesto está na nossa mão”, moradores que recolhessem 50 garrafas de plástico poderiam trocá-las por uma de aço inoxidável, que pode ser reutilizada sem limites nas 13 fontes de água potável instaladas na ilha como parte da iniciativa.

Tendo início em fevereiro de 2014, a campanha completa agora um ano com uma soma de 200 mil garrafas plásticas retiradas. A campanha de conscientização sobre a importância do descarte apropriado e preservação do meio parte faz parte da estratégia do governo regional para tornar a Ilha do Príncipe “livre de plástico” até 2020.

A campanha representa uma parceria entre o governo regional de Príncipe, por meio da Reserva da Biosfera da Ilha do Príncipe, a Organização da ONU para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), o Ministério da Agricultura, da Alimentação e do Meio Ambiente espanhol, e o Grupo HBD.

Agência Unesco

 

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Sistema inteligente torna produção de mel mais segura para pessoas e abelhas

Um sistema desenvolvido pelos australianos Stuart e Cedar Anderson pode modificar totalmente o formato tradicional de apicultura. A tecnologia simples, criada por eles, torna a retirada do mel muito mais eficiente, segura e ainda evitar o estresse gerado nas abelhas.

Nos modelos comuns de apicultura, as abelhas permanecem dentro de colmeias racionais. As caixas normalmente possuem quadros removíveis onde ficam os favos. São nesses espaços que as abelhas se movimentam para produzirem o mel.

Quando as caixas estão cheias, os apicultores precisam abri-las. Para isso, é necessário usar uma roupa com proteção total, retirar os quadros, fazer a coleta do mel, retirar as impurezas e só então ele pode ser embalado e destinado ao consumo.

Já no Flow Hive, equipamento criado pela família Anderson, todo esse processo é eliminado. O produtor precisa apenas abrir uma pequena “torneira” para que o mel escorra limpo e pronto para o consumo.

O grande diferencial do modelo está no formato da colmeia. No lugar dos quadros fixos, as caixas recebem uma armação de fluxo. Este sistema tem o formato semelhante aos tradicionais, mas quando os vãos estão cheios de mel, basta ao produtor girar uma pequena alavanca para que os quadros fiquem desnivelados. Desta forma, o mel escorre por entre eles, até chegarem às torneiras de saída.

Com o Flow Hive não é necessário abrir as caixas para a coleta. Isso garante mais segurança à pessoa responsável pelo processo e evita o estresse e mortes de abelhas. O funcionamento do sistema é tão simples que pode ser feito até mesmo por uma criança.

De acordo com os criadores, é possível adaptar a tecnologia aos sistemas antigos, evitando assim o descarte de materiais e altos gastos na adequação dos apiários. A drenagem da colmeia pode levar de 20 minutos a duas horas, dependendo da temperatura e da viscosidade do mel.

O sistema está em busca de financiamento coletivo para que seja produzido em larga escala, mas o modelo final já está pronto, testado e teve a sua eficácia comprovada por autoridades internacionais especializadas em apicultura.

Veja abaixo o vídeo de apresentação do projeto:

 

 

 

 

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