ÓLEO DE LARANJA REDUZ ANSIEDADE DURANTE TRABALHO DE PARTO

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O trabalho de parto é um momento extremamente estressante para a mulher e meios naturais que possam reduzir a ansiedade são muito positivos neste momento. E um estudo recentemente publicado numa revista de enfermagem do Irã, mostrou que o óleo essencial de laranja pode ser muito útil neste momento.

Durante a pesquisa clínica que envolveu 100 mulheres, dois grupos foram separados, aquele que utilizou via difusor ambiental o óleo de laranja e o grupo controle que utilizou apenas água destilada. Apesar de ambos os grupos terem uma redução psicológica da ansiedade após a intervenção, a redução da ansiedade foi maior no grupo que utilizou o óleo de laranja.

O estudo concluiu considerando que o óleo de laranja é uma opção barata, segura e agradável ao uso por mulheres durante o trabalho de parto, através de difusores de ambiente, para o alívio da ensiedade.

Fábián László
Cientista aromatólogo

Referência: Rashidi-Fakari F, Tabatabaeichehr M, Mortazavi H. The effect of aromatherapy by essential oil of orange on anxiety during labor: A randomized clinical trial. Iran J Nurs Midwifery Res. 2015 Nov-Dec;20(6):661-4.

Leia mais sobre óleos essenciais durante o parto e gravidez, artigo de André Ferraz:
http://laszlo.ind.br/campanhas/OLEOS_ESSENCIAIS_NA_GESTAÇÃO_Andre_Ferraz.pdf

Óleo essencial de laranja você encontra na

 

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Imagem (parto humanizado): http://womansplaining.com.br/parto-humanizado-e-o-servico-de-doulas-desmistificando/

ÓLEO DE NEROLI (FLOR DE LARANJEIRA) NORMALIZA SINTOMAS DO CLIMATÉRIO, AUMENTA DESEJO SEXUAL (LIBIDO), EQUILIBRA CORTISOL E NÍVEIS DE ESTROGÊNIO EM MULHERES NA MENOPAUSA E PÓS-MENOPAUSA

Um estudo publicado no ano passado demonstrou resultados positivos do uso do óleo de neroli (flor de laranjeira) no alívio dos sintomas da menopausa, estresse e normalização dos níveis de estrogênio e cortisol em mulheres na pós-menopausa.

63 mulheres com menos de 65 anos participaram da pesquisa inalando 0,1 ou 0,5% de óleo de neroli ou óleo de amêndoas apenas (no grupo controle) por 5 minutos duas vezes ao dia por 5 dias.

Comparado ao grupo controle e baseado em observações e medições feitas antes e depois dos 5 dias de inalação, os dois grupos que inalaram o óleo de neroli tiveram melhoras nos sintomas climatéricos da transição do fim da menopausa, aumento do desejo sexual ao parceiro, sua pressão sanguínea diastólica reduziu-se e houve melhora dos níveis e pulsos de liberação de cortisol e concentração de estrogênio.

A queda do estrogênio na menopausa e pós-menopausa possui correlação com as sensações de ondas de calor. Sua queda também impacta no aumento de risco do surgimento de osteoporose, dificuldades cognitivas e na memória, além de alterações na hidratação da pele, desejo sexual e pré-disposição a quadros depressivos.

O aumento do estrogênio com o óleo de neroli foi notado de forma significante apenas no grupo que inalou ele diluído a 0,5%, demonstrando que a quantidade e concentração do óleo impacta decisivamente no aumento do estrogênio. Baseado nisso, sugere-se que o uso do óleo puro e não diluído em difusores pessoais ou ambientais, ou diluído em concentrações mais elevadas (por exemplo 2-3%) em óleo de massagem para uso no pulso, pescoço, barriga ou antebraço, demonstre resultados mais efetivos e persistentes com o uso progressivo. O óleo base poderia ser a groselha negra, rico em AGL (ácido gama-linolênico) que atua de forma positiva regulando os níveis de estrogênio e sintomas da menopausa também, sendo uma associação sinérgica muito boa.

O estudo concluiu demonstrando que a inalação do óleo de neroli alivia os sintomas da menopausa, aumenta o desejo sexual (funcionando como afrodisíaco), e reduz a pressão alta em mulheres na pós-menopausa. O óleo de neroli possui o potencial de ser uma eficiente intervenção para reduzir o estresse e equilibrar o sistema endócrino. E em outros estudos mostrou possuir importantes efeitos sedativos, calmantes e capazes de melhorar sintomas de insônia e ansiedade, melhorando os níveis de seratonina o que o permite contribuir também na melhoria de quadros de depressão.

A Laszlo possui à venda o óleo de neroli em opções de puro, diluído a 10% (que poderia ser usado puro no pulso, pescoço, barriga ou antebraço – 3-5 gotas por vez) e o neroli blend que é uma mistura somente de óleos essenciais puros e naturais de flor de laranjeira, casca de laranja e folha de laranja (petitgrain), sendo uma alternativa mais em conta e muito aromática e funcional em concentração de princípios ativos.

O neroli pode ser empregado também como perfume diário, seja puro ou blend (1 gota), diluído a 10% (3-5 gotas) ou ainda na composição de perfumes (puro ou blend) na diluição de 10ml por litro de álcool + fixador (10-30ml). Desta forma também pode manifestar estes efeitos em usuárias, ficando a dica.

Receita de óleo de massagem para menopausa, tpm e outros distúrbios femininos:

Neroli blend (ou puro) 0,5%
Sálvia esclareia 1% (a mais potente é a com 3-4% de esclareol vendida como salvia esclareia 3/4 GT EUA)
Gerânio africano ou Bourbon 1%
Camomila romana 0,5%
Cenoura sementes 0,5% (opcional devido ao aroma – nem todos gostam)
Óleo carreador de groselha negra 30%
Óleo carreador de linhaça ou rosa mosqueta 20%
Óleo carreador de palmiste 47% (ou 46,5% se adicionar a cenoura sementes)

Pode com esta fórmula ser feita massagem em todo o corpo.
Se optar por uso local, a groselha negra pode ser a base carreadora integral na quantidade de 97% + 3% dos OE.
Todos estes OE possuem estudos validando sua ação hormonal no equilíbrio endócrino feminino.

Autor:
Fabian Laszlo

Referências:
Choi SY1, Kang P, Lee HS, Seol GH. Effects of Inhalation of Essential Oil of Citrus aurantium L. var. amara on Menopausal Symptoms, Stress, and Estrogen in Postmenopausal Women: A Randomized Controlled Trial. Evid Based Complement Alternat Med. 2014;2014:796518.
Leia o artigo na íntegra em: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4082953/

Este óleo essencial está disponível à venda em

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ÓLEO DE NEROLI (FLOR DE LARANJEIRA) NORMALIZA SINTOMAS DO CLIMATÉRIO, AUMENTA DESEJO SEXUAL (LIBIDO), EQUILIBRA CORTISOL E NÍVEIS DE ESTROGÊNIO EM MULHERES NA MENOPAUSA E PÓS-MENOPAUSA

neroli

Um estudo publicado no ano passado demonstrou resultados positivos do uso do óleo de neroli (flor de laranjeira) no alívio dos sintomas da menopausa, estresse e normalização dos níveis de estrogênio e cortisol em mulheres na pós-menopausa.

63 mulheres com menos de 65 anos participaram da pesquisa inalando 0,1 ou 0,5% de óleo de neroli ou óleo de amêndoas apenas (no grupo controle) por 5 minutos duas vezes ao dia por 5 dias.

Comparado ao grupo controle e baseado em observações e medições feitas antes e depois dos 5 dias de inalação, os dois grupos que inalaram o óleo de neroli tiveram melhoras nos sintomas climatéricos da transição do fim da menopausa, aumento do desejo sexual ao parceiro, sua pressão sanguínea diastólica reduziu-se e houve melhora dos níveis e pulsos de liberação de cortisol e concentração de estrogênio.

A queda do estrogênio na menopausa e pós-menopausa possui correlação com as sensações de ondas de calor. Sua queda também impacta no aumento de risco do surgimento de osteoporose, dificuldades cognitivas e na memória, além de alterações na hidratação da pele, desejo sexual e pré-disposição a quadros depressivos.

O aumento do estrogênio com o óleo de neroli foi notado de forma significante apenas no grupo que inalou ele diluído a 0,5%, demonstrando que a quantidade e concentração do óleo impacta decisivamente no aumento do estrogênio. Baseado nisso, sugere-se que o uso do óleo puro e não diluído em difusores pessoais ou ambientais, ou diluído em concentrações mais elevadas (por exemplo 2-3%) em óleo de massagem para uso no pulso, pescoço, barriga ou antebraço, demonstre resultados mais efetivos e persistentes com o uso progressivo. O óleo base poderia ser a groselha negra, rico em AGL (ácido gama-linolênico) que atua de forma positiva regulando os níveis de estrogênio e sintomas da menopausa também, sendo uma associação sinérgica muito boa.

O estudo concluiu demonstrando que a inalação do óleo de neroli alivia os sintomas da menopausa, aumenta o desejo sexual (funcionando como afrodisíaco), e reduz a pressão alta em mulheres na pós-menopausa. O óleo de neroli possui o potencial de ser uma eficiente intervenção para reduzir o estresse e equilibrar o sistema endócrino. E em outros estudos mostrou possuir importantes efeitos sedativos, calmantes e capazes de melhorar sintomas de insônia e ansiedade, melhorando os níveis de seratonina o que o permite contribuir também na melhoria de quadros de depressão.

A Laszlo possui à venda o óleo de neroli em opções de puro, diluído a 10% (que poderia ser usado puro no pulso, pescoço, barriga ou antebraço – 3-5 gotas por vez) e o neroli blend que é uma mistura somente de óleos essenciais puros e naturais de flor de laranjeira, casca de laranja e folha de laranja (petitgrain), sendo uma alternativa mais em conta e muito aromática e funcional em concentração de princípios ativos.

O neroli pode ser empregado também como perfume diário, seja puro ou blend (1 gota), diluído a 10% (3-5 gotas) ou ainda na composição de perfumes (puro ou blend) na diluição de 10ml por litro de álcool + fixador (10-30ml). Desta forma também pode manifestar estes efeitos em usuárias, ficando a dica.

Receita de óleo de massagem para menopausa, tpm e outros distúrbios femininos:

Neroli blend (ou puro) 0,5%
Sálvia esclareia 1% (a mais potente é a com 3-4% de esclareol vendida como salvia esclareia 3/4 GT EUA)
Gerânio africano ou Bourbon 1%
Camomila romana 0,5%
Cenoura sementes 0,5% (opcional devido ao aroma – nem todos gostam)
Óleo carreador de groselha negra 30%
Óleo carreador de linhaça ou rosa mosqueta 20%
Óleo carreador de palmiste 47% (ou 46,5% se adicionar a cenoura sementes)

Pode com esta fórmula ser feita massagem em todo o corpo.
Se optar por uso local, a groselha negra pode ser a base carreadora integral na quantidade de 97% + 3% dos OE.
Todos estes OE possuem estudos validando sua ação hormonal no equilíbrio endócrino feminino.

Autor:
Fabian Laszlo

Referências:
Choi SY1, Kang P, Lee HS, Seol GH. Effects of Inhalation of Essential Oil of Citrus aurantium L. var. amara on Menopausal Symptoms, Stress, and Estrogen in Postmenopausal Women: A Randomized Controlled Trial. Evid Based Complement Alternat Med. 2014;2014:796518.
Leia o artigo na íntegra em: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4082953/

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AZUL DE METILENO REDUZ EM 81% OS SINTOMAS DO DOENÇA DE ALZHEIMER

O corante usado até para tingir cabelos possui promissor uso na área médica em doenças cognitivas e tem sido alvo de estudos científicos interessantes.

Azul de metileno é um corante comum, hoje muito usado em shampoos e condicionadores “azuis” para retirar o tom “verde” dos cabelos adquirido após nadar em piscinas com cloro, e que também tem uso em aquários para tratar de micoses (pontos brancos) em peixes, além de micoses em humanos, como a onicomicose na unha.

Devido a suas propriedades de agente redutor, o azul de metileno é empregado como um medicamento para o tratamento de metemoglobinemia, que pode se originar da ingestão de determinados medicamentos ou feijões de fava. Basicamente, o azul de metileno age por reduzir o grupo heme da metemoglobina a hemoglobina.

Descobriu-se que o azul de metileno (metiltionínio), uma substância extremamente barata, utilizado sob a forma de cloreto, é um fármaco com forte potencial terapêutico no tratamendo do Alzheimer. Esta substância reduz os malefícios da proteína tau, que é produzida dentro das células nervosas cerebrais e demonstrou ser capaz de reduzir em mais de 80% a deteriorização mental em pacientes testados:

**** Alzheimer: Novo medicamento pode travar desenvolvimento da deterioração

Os doentes com Alzheimer tratados com um novo medicamento registaram menos 81 por cento de deterioração mental, segundo um estudo da Universidade escocesa de Aberdeen, apresentado na conferência internacional sobre Alzheimer, a decorrer em Chicago (Estados Unidos).

Em causa está a substância ativa cloreto de metiltioninium, que visa neutralizar as consequências da proteína denominada tau, formada dentro das células nervosas do cérebro e que debilita a concentração e a memória.

No próximo ano deverão ser realizados ensaios mais alargados, também para perceber se o medicamento poderá prevenir a doença.

Nos ensaios clínicos agora divulgados foram administradas várias doses do medicamento a pacientes com ligeiro a moderado grau de Alzheimer, enquanto um outro grupo tomava um placebo.

A dose de 60 miligramas foi a que registou melhores resultados: após 50 semanas houve uma diferença de sete pontos na escala para medir a gravidade da demência.

O Alzheimer afecta 24 milhões de pessoas em todo o mundo e, segundo a Organização Mundial de Saúde, vai duplicar a cada 20 anos.

Depressão e distúrbio bipolar

Além disso, foi observado excelente efeito do uso de azul de metileno em pessoas com ansiedade e depressão no distúrbio bipolar.

Obs.: O uso deste produto somente deve ser feito sob supervisão de um médico, pois indevidamente empregado pode ser tóxico.

Fabian Laszlo

Fontes das pesquisas:

Alzheimer
http://expresso.sapo.pt/alzheimer-novo-medicamento-pode-travar-desenvolvimento-da-deterioracao-estudo=f381915
http://pt.wikipedia.org/wiki/Azul_de_metileno
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=methylene+blue+in+Alzheimer

Depressão e distúrbio bipolar
http://bipolarnews.org/?tag=methylene-blue

 

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LAVANDIM DA PATAGÔNIA: O perfume relaxante da cordilheira dos Andes

LAVANDIM DA PATAGÔNIA O perfume relaxante da cordilheira dos Andes

O clima especial da Patagônia argentina favorece a floração de um dos lavandins mais aromáticos do mundo e que agora a Laszlo traz ao Brasil. Seu perfume é superior ao lavandim grosso originário da França, sendo de uma riqueza aromática única e contendo mais de 50% de linalol.

O linalol é um dos componentes ativos do óleo essencial de pau rosa e da lavanda verdadeira. É uma molécula calmante do sistema nervoso muito eficaz e que ameniza a insônia, reduz a ansiedade e tensão1,2,3,12 combate a depressão4, sendo inclusive um relaxante útil para grávidas5.

O linalol presente no lavandim também possui a capacidade de reduzir a pressão sanguínea alta6,7, e poderosa ação anti-fúngica, especialmente no tratamento da candidíase8. Também é uma substância ativa como analgésica e anti-inflamatória10,11.

Foi identificado também que este componente possui potencial benéfico na melhoria dos sintomas associados à menopausa13. Além disso, ele possui considerável potencial regenerador da pele e anti-oxidante9, ajudando na prevenção do envelhecimento precoce.

No emocional, o óleo de lavandim traz uma profunda sensação de paz e tranquilidade. Desperta a paciência e tolerância, e alivia estados de stress.

Cromatografia:

E-β-ocimeno 7.4%
1,8-cineol + Z-β-ocimeno 5.1%
linalol 53.4%
cânfora 5.7%
Isoborneol + borneol 4.3%
4-terpineol 6.9%
Acetato de linalila 5.6%
Acetato de lavandulila 1.2%
E-β-farneseno 2.8%
Germacreno-D 0.5%

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Referências (texto: Fabian Laszlo):

1. Elisabetsky E, Marschner J, Souza DO. Effects of Linalool on glutamatergic system in the rat cerebral cortex. Neurochem Res. 1995 Apr;20(4):461-5.
2. Cline M, Taylor JE, Flores J, Bracken S, McCall S, Ceremuga TE. Investigation of the anxiolytic effects of linalool, a lavender extract, in the male Sprague-Dawley rat. AANA J. 2008 Feb;76(1):47-52.
3. Linck VM, et al. Effects of inhaled Linalool in anxiety, social interaction and aggressive behavior in mice. Phytomedicine. 2010 Jul;17(8-9):679-83.
4. Guzmán-Gutiérrez SL, et al. Antidepressant activity of Litsea glaucescens essential oil: identification of β-pinene and linalool as active principles. J Ethnopharmacol. 2012 Sep 28;143(2):673-9.
5. Igarashi T. Physical and psychologic effects of aromatherapy inhalation on pregnant women: a randomized controlled trial. J Altern Complement Med. 2013 Oct;19(10):805-10.
6. Heuberger E, Redhammer S, Buchbauer G. Transdermal absorption of (-)-linalool induces autonomic deactivation but has no impact on ratings of well-being in humans. Neuropsychopharmacology. 2004 Oct;29(10):1925-32.
7. Tanida M, Niijima A, Shen J, Nakamura T, Nagai K. Olfactory stimulation with scent of lavender oil affects autonomic neurotransmission and blood pressure in rats. Neurosci Lett. 2006 May 1;398(1-2):155-60. Epub 2006 Jan 25.
8. D’Auria FD, Tecca M, Strippoli V, Salvatore G, Battinelli L, Mazzanti G. Antifungal activity of Lavandula angustifolia essential oil against Candida albicans yeast and mycelial form. Med Mycol. 2005 Aug;43(5):391-6.
9. Celik S, Ozkaya A. Effects of intraperitoneally administered lipoic acid, vitamin E, and linalool on the level of total lipid and fatty acids in guinea pig brain with oxidative stress induced by H2O2. J Biochem Mol Biol. 2002 Nov 30;35(6):547-52.
10. Peana AT, D’Aquila PS, Panin F, Serra G, Pippia P, Moretti MD. Anti-inflammatory activity of linalool and linalyl acetate constituents of essential oils. Phytomedicine. 2002 Dec;9(8):721-6.
11. Peana AT, Marzocco S, Popolo A, Pinto A. (-)-Linalool inhibits in vitro NO formation: Probable involvement in the antinociceptive activity of this monoterpene compound. Life Sci. 2006 Jan 11;78(7):719-23. Epub 2005 Aug
12. Baldinger P, et al. Effects of Silexan on the Serotonin-1A Receptor and Microstructure of the Human Brain: A Randomized, Placebo-Controlled, Double-Blind, Cross-Over Study with Molecular and Structural Neuroimaging. Int J Neuropsychopharmacol. 2014 Oct 31. pii: pyu063.
13. Yamada K, Mimaki Y, Sashida Y. Effects of inhaling the vapor of Lavandula burnatii super-derived essential oil and linalool on plasma adrenocorticotropic hormone (ACTH), catecholamine and gonadotropin levels in experimental menopausal female rats. Biol Pharm Bull. 2005 Feb;28(2):378-9.

 

DIMINUIÇÃO DA EMOCIONALIDADE APÓS INALAÇÃO DO ÓLEO ESSENCIAL DE LARANJA

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O óleo essencial de laranja (OEL) e seus constituintes obtidos da Citrus aurantium L. (Rutaceae) têm despertado interesse pela sua ação sedativa e relaxante. No presente estudo, ratos previamente expostos à inalação do OEL nas concentrações de 1,0%; 2,5% e 5,0%, p/v, durante 7 minutos em caixas de acrílico, foram avaliados em dois modelos de ansiedade: labirinto em cruz elevado (LCE) e campo aberto. O OEL na concentração de 2,5% aumentou tanto o tempo de permanência dos animais nos braços abertos do LCE, como o tempo de interação social ativa no campo aberto, tendo sido superior ao grupo padrão diazepam (1,5 mg/kg) ip. A diminuição do grau de emocionalidade dos animais observada nos dois modelos experimentais sugere uma possível ação central, o que está de acordo com o perfil fitoquímico do óleo em estudo o qual mostrou a presença de limoneno (96,24%) e mirceno (2,24%), constituintes com comprovada atividade depressora sobre o sistema nervoso central.

LINK: http://www.scielo.br/pdf/rbfar/v18s0/a03v18s0.pdf

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MASSOIA (Cryptocarya massoia) – O raro óleo da madeira que cheira a coco!

Imagem
    
          O gênero Cryptocarya da família lauraceae é composto por mais de 350 espécies distribuídas através dos trópicos, subtrópicos e em regiões temperadas do mundo. Muitas espécies deste gênero tem sido utilizadas extensivamente como medicamento em um grande número de práticas etnobotânicas.             
          A árvore da massoia, é endêmica da ilha da Nova Guiné, tendo porte médio com ótimo desenvolvimento em florestas tropicais entre 400m e 1.000m de altitude.            Imagem

          Sua madeira aromática, se assemelha em aparência à da canela e é artigo de comércio a séculos. É utilizada pelas mulheres Javanesas e balinenses para preparar uma pomada aquecedora chamada “bobori”, que possui um agradável cheiro. Diz-se que as mulheres de pele branca adquirem um tom rosado suave com este produto. Tal efeito se deve ao efeito irritante na pele exercido pelo óleo essencial, principalmente se utilizado puro.       

       
          O óleo de massoia possui um aroma doce, extremamente similar ao cheiro de coco, sendo produzido da madeira que é obtida cortando a árvore na base, fazendo incisões circulares com intervalos de um metro, deixando depois a madeira para secar. Cada árvore rende em torno de 65kg de madeira seca, sendo que a maior parte do suprimento mundial é originário da Indonésia, principlamente de Irian Java que é a metade oeste da Nova Guiné.               
          O óleo de madeira de massoia é empregado pela indústria de alimentos como um aditivo aromatizante de margarinas, sorvetes, doces e leite. Poucas gotas dão um sabor delicioso de coco. Os componentes do óleo essencial são muito raros e somente encontrados em poucas plantas, como o macassá.             
          A massoia lactona presente no óleo, possui ação anticonvulsivante, analgésica, antiinflamatória e sedativa [1,2,3] potentes. Também apresentou potencial anticancerígeno [3].            
          No campo psicológico o óleo desperta o ânimo, traz alegria, entusiasmo, trabalhando a rigidez, depressão e melancolia. É considerado afrodisíaco, tanto em massagens, quanto inalação. Ao mesmo tempo, é um sedativo útil na insônia e ansiedade.     
          Na perfumaria, a massoia combina super bem com pau rosa, hortelã limão, sândalo, cedro do atlas, ambreto, benjoim, cacau e baunilha, jasmim e outros óleos essenciais na confecção de perfumes diferentes e arrojados. Contudo deve ser usada com cautela pois pode ocasionar irritação nas axilas, motivo que levou a IFRA a não indicar mais o seu uso em perfumes comerciais. Em aromatizadores de ambiente contudo não apresenta problemas.            

Resumo de indicações:
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Ansiedade +++
Insônia ++
Depressão +
Anticonvulsivo (epilepsia) ++
Antiinflamatório +++
Analgésico +
Relaxante +
Estimulante da circulação local ++
Tonificante facial – dá viço e cor à pele pálida (<1%) +++
Anticatarral e mucolítico
Antiinfeccioso
Afrodisíaco +
Estimulante sexual (em cremes de 0,5-1%) ++

Cromatografia Laszlo: GC Massoia link

Concentração de uso:

         Em óleo carreador em diluições de 1-2%. Inalação (6-15 gotas em difusor ambiental). Cremes e cosméticos 0,3-0,5%. Alimentos (geralmente de 4-6 gotas por KG)

Toxidade:          
 
          O produto pode ser irritante de peles sensíveis. Utilizar com cautela e sempre diluído para evitar problemas. Seu grau de irritação pode ser comparado ao do capim limão rico no aldeído citral.  
        
Referências (textos Fabian Laszlo):

1. Elisabetsky E, G.P. Coelho de Souza; Anticonvulsant properties of linalool and g-decanolactone in mice; ISHS Acta Horticulturae 1999 (501).
2. Costa-Lotufo LV, de Lucena DF, Andrade-Neto M, Bezerra JN, Leal LK, de Sousa FC, Viana GS. Analgesic, antiinflammatory and central depressor effects of the hydroalcoholic extract and fractions from Aeolanthus suaveolens.Biol Pharm Bull. 2004 Jun;27(6):821-4.
3. Barros ME, et al. Synthesis and evaluation of (-)-Massoialactone and analogues as potential anticancer and anti-inflammatory agents. Eur J Med Chem. 2014 Apr 9;76:291-300.

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