VOCÊ SENTE ALGUM CHEIRO ENXAQUECOSO?

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Já parou para reparar como funciona seu olfato antes de uma crise de enxaqueca?

Cientistas americanos descobriram que cerca de 30% das pessoas que sofrem de enxaquecas recorrentes, apresentam distúrbios sensoriais pouco antes das cefaleias. Esses distúrbios, conhecidos como aura, são, em geral, sensações visuais irreais que se surgem antes das crises, apresentando também sensações de formigamento, amortecimento, dificuldade de fala e compreensão.

Entretanto, um estudo recente conduzido pelo Centro Montefiore de Cefaleia em Nova York, constatou que algumas pessoas sentem odores imaginários associados ao início da cefaleia. A pesquisa indica como mais comum, o cheiro de algo queimado, mas também são recorrentes cheiros de lixo ou esgoto, e algumas pessoas relatam cheiros agradáveis como laranjas, café e foie gras.

Acredita-se que esses sintomas sejam criados pelo mesmo fenômeno que cria as alucinações visuais, mas, se é assim, porque um número tão menor de relatos de alucinações olfativas? Há duas possibilidades, segundo os pesquisadores. Uma delas é que, devido à área do cérebro responsável pelos estímulos olfativos ter tamanho muito diminuto em comparação aos visuais, essas alucinações seriam, de fato, menos comuns.

Por outro lado, é muito mais fácil perceber uma visão turva ou em ziguezague como sinal de que há algo errado do que identificar um cheiro, que não tem uma manifestação concreta. Por isso, muitas pessoas podem sofrer de alucinações olfativas e não associá-las às crises.
De qualquer maneira, na dúvida, comece a prestar atenção no seu olfato. Onde há fumaça, muitas vezes, pode haver fogo.

Link: http://saipralaenxaqueca.com.br/blog/934/

E VÍDEO: COMO O STRESS FAZ AS COISAS CHEIRAREM MAL? (em inglês) – https://www.youtube.com/watch?v=zfFT5TXznwo

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INGESTÃO DE ERVA-MATE (Ilex paraguariensis) DIMINUI O LDL-COLESTEROL E OS MARCADORES INFLAMATÓRIOS E AUMENTA A PROTEÇÃO ANTIOXIDANTE EM INDIVÍDUOS NORMOLIPIDÊMICOS E DISLIPIDÊMICOS: EFEITO SINERGÍSTICO COM AS ESTATINAS

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Esta pesquisa mostrou que:

1. A ingestão de erva-mate verde ou tostada por indivíduos dislipidêmicos, durante 20 e 40 dias, diminuiu a concentração sérica de colesterol total, LDLC, Não-HDL-C, relação LDL-C/HDL-C, apolipoproteína B-100 e a relação apo B/apo A-I e aumentou a concentração de HDL-C após 20 dias, porém não
alterou expressivamente os valores de triglicerídeos;
2.
A ingestão de erva-mate verde ou tostada por indivíduos normolipidêmicos, durante 20 e 40 dias, promoveu diminuição significativa na concentração sérica de LDL-C e na relação LDL-C/HDL-C. Porém, não houve variação expressiva nos valores de colesterol total, HDL-C, Não-HDL-C, triglicerídeos,
apolipoproteína B-100 ou na relação apo B/apo A-I;

3. A erva-mate tostada apresentou efeito sinergístico com as estatinas na redução da concentração sérica de LDL-C e na relação LDL-C/HDL-C, bem como na elevação dos valores de HDL-C; O consumo de infusão de erva-mate verde ou tostada aumentou a capacidade antioxidante do soro após 20 dias e a concentração da glutationa reduzida sanguínea após 40 dias nos indivíduos normolipidêmicos e dislipidêmicos. Além disso, elevou a atividade da enzima antioxidante paroxonase-1 em cerca de 50% dos participantes;

4. A ingestão de infusão de erva-mate verde ou tostada diminuiu a concentração plasmática de lipídeos oxidados (hidroperóxidos lipídicos) nos indivíduos dislipidêmicos após 20 dias de consumo, mas não promoveu modificação significativa na concentração das proteínas carboniladas (oxidadas) no plasma dos indivíduos normolipidêmicos ou dislipidêmicos;

5. A ingestão de erva-mate verde ou tostada reduziu a concentração de fibrinogênio no plasma dos indivíduos normolipidêmicos e dislipidêmicos, após 20 dias de consumo, porém não modificou a concentração sérica da PCR-us;

6. A ingestão da infusão de erva-mate concomitante ao uso das estatinas não modificou de forma significativa as concentrações dos marcadores do estresse oxidativo ou inflamatórios;

7. A erva-mate verde ou tostada foi capaz de reduzir significativamente a pressão arterial sistólica (~3 mmHg) dos participantes após 40 dias de consumo;

8. Somente os indivíduos dislipidêmicos sem uso de estatina apresentaram redução significativa do peso corporal (~0,7 kg) após 40 dias de consumo de erva-mate tostada;

9. O consumo das infusões de erva-mate por 20 e 40 dias não provocou alterações significativas, ou clinicamente relevantes, na atividade das enzimas hepáticas, na concentração sérica da creatinina, uréia e glicose ou
nos parâmetros hematológicos.

Quer ler o artigo desta pesquisa na íntegra, está neste link:

https://www.premiopemberton.com.br/docs/1edicao-3lugar.pdf

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ÓLEO DE LIMA DA PÉRSIA PARA PERDA DE MEDIDAS (Citrus limettioides)

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O maior destaque deste óleo é o seu alto teor de nootkatona (>10% – 10X mais que o grapefruit), cetona que estimula o metabolismo, promovendo queima de calorias e controle da obesidade1. O teor alto de limoneno (>60%) complementa este efeito atuando principalmente na drenagem linfática.
É uma novidade já disponível na Laszlo e de perfume maravilhoso para os apaixonados por cítricos. O óleo obtido das cascas da lima da Pérsia, um cítrico muito comum nos interiores do Brasil. Seu aroma delicado traz uma sensação de tranquilidade, relaxamento e paz, facilitando a concentração e o estudo.

Fica a dica para massagem:

Óleo de palmiste Laszlo ou My cream com 3% de óleo essencial de lima da Pérsia + 1% de óleo de gengibre via CO2-SE rico em gingerol e que promove aquecimento e queima de gordura localizada. Use principalmente quando for malhar, caminhar ou fazer ginástica. Ou ainda em massagens redutoras.

Autor:
Fabian Laszlo
Cientista aromatólogo

Referências:
1. Murase T et al. Nootkatone, a characteristic constituent of grapefruit, stimulates energy metabolism and prevents diet-induced obesity by activating AMPK. Am J Physiol Endocrinol Metab. 2010 Aug;299(2):E266-75.

Este óleo essencial você encontra na

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