ÓLEO DE LARANJA REDUZ ANSIEDADE DURANTE TRABALHO DE PARTO

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O trabalho de parto é um momento extremamente estressante para a mulher e meios naturais que possam reduzir a ansiedade são muito positivos neste momento. E um estudo recentemente publicado numa revista de enfermagem do Irã, mostrou que o óleo essencial de laranja pode ser muito útil neste momento.

Durante a pesquisa clínica que envolveu 100 mulheres, dois grupos foram separados, aquele que utilizou via difusor ambiental o óleo de laranja e o grupo controle que utilizou apenas água destilada. Apesar de ambos os grupos terem uma redução psicológica da ansiedade após a intervenção, a redução da ansiedade foi maior no grupo que utilizou o óleo de laranja.

O estudo concluiu considerando que o óleo de laranja é uma opção barata, segura e agradável ao uso por mulheres durante o trabalho de parto, através de difusores de ambiente, para o alívio da ensiedade.

Fábián László
Cientista aromatólogo

Referência: Rashidi-Fakari F, Tabatabaeichehr M, Mortazavi H. The effect of aromatherapy by essential oil of orange on anxiety during labor: A randomized clinical trial. Iran J Nurs Midwifery Res. 2015 Nov-Dec;20(6):661-4.

Leia mais sobre óleos essenciais durante o parto e gravidez, artigo de André Ferraz:
http://laszlo.ind.br/campanhas/OLEOS_ESSENCIAIS_NA_GESTAÇÃO_Andre_Ferraz.pdf

Óleo essencial de laranja você encontra na

 

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Imagem (parto humanizado): http://womansplaining.com.br/parto-humanizado-e-o-servico-de-doulas-desmistificando/

DIETA NA GRAVIDEZ ALTERA DNA DO BEBÊ

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Um estudo publicado na Revista Diabetes em 2011, mostrou que uma dieta baixa em carboidratos durante a gestação mudaria alguns aspectos do DNA (composto orgânico cujas moléculas contêm as instruções genéticas que coordenam o desenvolvimento e funcionamento de todos os seres vivos) do bebê. E crianças com essas “mudanças” teriam se tornado crianças obesas.
Parece que os bebês em desenvolvimento tentam prever o ambiente no qual nascerão, tirando essa informação de sua mãe e ajustando seu DNA de acordo.

Estudos feitos em animais mostraram que a dieta altera a função dos genes (Mudança Epigenética). Nesse estudo, pesquisadores colheram amostras do cordão umbilical e procuraram por “marcardores epigenéticos”. Eles mostraram que mães que, no início da gravidez, tiveram dieta baixa em carboidratos (como açúcares e amido) tiveram crianças com esses marcadores. Foi então encontrada uma forte ligação entre estes mesmos marcadores e a obesidade destas crianças entre os 6 e os 9 anos.

O relatório mostrou que este efeito era muito mais importante/significativo do que o peso com que a criança nascesse. E nada teria a ver com o quão magra ou gorda estivesse a mãe.
O professor Mark Hanson, da British Heart Foundation, disse: “Este estudo fornece evidências convincentes de que as mudanças epigenéticas, ao menos em parte, explicam a ligação entre um “mau começo na vida” e o risco de desenvolver doenças no futuro.
“Isso reforça a necessidade de todas as mulheres em idade reprodutiva terem maior acesso à nutrição, educação e melhor estilo de vida para melhorar a saúde da próxima geração e, assim, reduzir o risco de diabetes e doenças do coração, que muitas vezes seguem a obesidade”.

Esta pesquisa apenas comprova a importância da boa alimentação da mãe durante a gravidez e seu efeito a longo prazo na saúde da criança. Se você está gravida ou pensa em engravidar, tente ao máximo manter uma dieta saudável, mas o mais variada possível, sem restrições de nutrientes. Este cuidado pode garantir uma prole saudável e com menos riscos de desenvolver doenças hoje tão comuns como obesidade e/ou diabetes.

O artigo acima foi parcialmente traduzido de texto publicado na BBC News Online em 18 de abril de 2011.
http://www.propostanatural.com.br/artigos/dieta-na-gravidez-altera-dna-do-bebe/

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ÓLEO DE MACADÂMIA, O SEGREDO DO “CHEIRINHO” DA PELE DO BEBÊ E FONTE DO “HORMÔNIO” DO EMAGRECIMENTO

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A macadâmia (Macadamia integrifolia) é uma árvore australiana que possui um óleo vegetal obtido por prensagem de suas sementes e que, a princípio, pode não chamar muita atenção, já que seu carro chefe é o ácido oléico, uma gordura muito comum presente nos óleos de amêndoas, avelãs e oliva. Contudo, este óleo possui um ácido graxo raro no mundo dos óleos, o ácido palmitoléico. Este ácido graxo é encontrado no óleo de macadâmia em teores de 16-23% e no óleo de espinheiro do mar (Hippophae rhamnoides) a 40%, além de existir no tecido adiposo de animais e seres humanos. Pelo fato do óleo de espinheiro do mar ser raro e caro no mercado, a melhor fonte disponível na atualidade é o óleo de macadâmia.

A obesidade está associada à uma inflamação crônica de baixo grau, onde os sinais inflamatórios interferem com a ação da insulina e perturbam a homeostase metabólica. Estudos recentes mostraram que a obesidade compromete a função do retículo endoplasmático estressando-o, resultando em resistência à insulina e diabetes do tipo 21. Foi observado que a inflamação e este estresse metabólico ocorrem também no sistema nervoso central, onde é interrompida a atividade do hipotálamo levando-o a criar resistência à leptina (hormônio da saciedade)2, o que acarreta uma fome constante que nunca passa. Isso gera um mecanismo de vício, onde a pessoa come mais para tentar suprir a fome constante e a baixa energética pelo estresse acarretado ao retículo endoplasmático (estrutura dentro da célula importante na síntese de proteínas e lipídios, na desintoxicação celular e no transporte intracelular). Tal processo é crítico nas doenças metabólicas crônicas tais como a obesidade, resistência à insulina e diabetes tipo 2.

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O ácido palmitoléico presente no óleo de macadâmia é a única gordura capaz de desestressar o retículo endoplasmático promovendo aumento da sensibilidade à insulina pela supressão da inflamação, além de ser capaz de inibir a destruição das células beta pancreáticas secretoras de insulina2. Ele influencia no acúmulo e produção de gordura no fígado, a ação da insulina e da síntese de ácidos graxos. E, devido a ter ações similares a um hormônio, foi proposto um novo termo para o ácido palmitoléico de “lipocina”3.

Como a ‘‘lipocina’’ melhora a sensibilidade à insulina, em ratos diabéticos este ácido graxo atenuou a hiperglicemia e hipertrigliceridemia, em parte, devido à supressão da expressão de genes pró-inflamatórios e por melhorar o metabolismo hepático dos lipídeos2. Consequentemente ele também reduz o colesterol LDL7.

O ácido palmitoléico é formado quando as células produzem sua própria gordura. Quando isso acontece, ele funciona como uma molécula de sinalização capaz de afetar o peso corporal por dizer aos outros órgãos do corpo para não armazenar gordura extra proveniente da dieta3,4,5. A idéia de que um ácido graxo pode ajudar a regular o sistema metabólico é fascinante e provocadora porque, até onde se sabe, apenas proteínas poderiam fazer isso5. Assim, os tipos de óleos com alto teor de ácido palmitoléico podem ter um papel importante no tratamento da obesidade6.

O ácido palmitoléico também serve como um biomarcador para o estado metabólico, onde uma concentração baixa deste ácido graxo em exames de sangue indica um risco de doença metabólica com aumento do acúmulo de gordura e da obesidade3.

O coração das cobras píton utiliza os lípidos circulantes como combustível para aumento de sua performance. Uma pesquisa identificou três ácidos graxos associados ao crescimento e à saúde do coração das serpentes após uma refeição, os ácidos mirístico, palmítico e palmitoléico. Estas gorduras aumentaram a massa muscular e a força cardíaca das serpentes de forma similar à de um atleta de alta performance. São gorduras portanto, muito importantes para o crescimento do músculo cardíaco e aumento da resistência de atletas8.

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O cheiro bom e a maciez da pele dos bebês tem um nome, ácido palmitoléico. Este ácido graxo pode ser encontrado na secreção sebácea natural da pele, principalmente nos bebês, crianças e adolescentes. Ele é muito importante para diminuir o envelhecimento celular e da pele. Promove na pele uma diminuição da inflamação e da formação das metaloproteinases associadas à degradação do colágeno e elastina, que tornam a pele flácida e envelhecida.

Protege os lipídeos da pele contra a peroxidação, inibindo a formação de radicais livres, sendo um dos principais responsáveis pela hidratação e prevenção da perda de umidade da pele, garantindo seu metabolismo e aparência saudável, além de apresentar propriedades regenerativas. Representa cerca de 20% do total de ácidos graxos do sebo humano, e tal como vários outros compostos, a quantidade dele na pele diminui significativamente com o envelhecimento. À medida que ocorre o envelhecimento, a quantidade desse ácido graxo na pele (e no organismo) diminui e surgem mais radicais livres que oxidam o ácido palmitoléico a 2-nonenal que é responsável pelo “cheiro da pele que se acentua com a idade”9.

O óleo de macadâmia pode ser usado na alimentação visando tratar de distúrbios metabólicos que levam a obesidade na dose de 1-2 colheres de sopa/sobremesa ao dia 30 minutos antes das refeições. E em cosméticos (para cabelo e pele) em doses que variam de 1-5%.

Textos: Fabian Laszlo

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Referências: CURSO MÓDULO 2 AROMATOLOGIA NA SAÚDE.
1. Hotamisligil GS. Inflammation and endoplasmic reticulum stress in obesity and diabetes. Int J Obes (Lond). 2008 Dec;32 Suppl 7:S52-4. / 2. Yang L, Hotamisligil GS. Stressing the brain, fattening the body. Cell. 2008 Oct 3;135(1):20-2. / 2. Yang, Zhi-Hong et al. Chronic administration of palmitoleic acid reduces insulin resistance and hepatic lipid accumulation in KK-Ay Mice with genetic type 2 diabetes. Lipids in Health and Disease 2011, 10:120 / 3.Cao, Haiming et al (2008). “Identification of a Lipokine, a Lipid Hormone Linking Adipose Tissue to Systemic Metabolism”. Cell 134 (6): 933–944. / 4.Power, G.W., Cake, M.H. & Newsholme E.A. (1997) The influence of diet on the activity of carnitine palmitoyltransferase 1 toward a range of acyl CoA esters. Lipids 32: 31-37 / 5. Zelkowitz R (2008-09-19) em http://news.sciencemag.org/biology/2008/09/fat-molecule-fights-weight-gain“Fat molecule fights weight gain”. / 6. “Fat and Slimy” 7.30 Report, Australian Broadcasting Commission November 1995 / 7. Nestel P, Clifton P, Noakes M. (1994). “Effects of increasing dietary palmitoleic acid compared with palmitic and oleic acids on plasma lipids of hypercholesterolemic men”. Journal of Lipid Research 35 (4): 656-662. / 8. Riquelme, Cecilia A. et al. Fatty Acids Identified in the Burmese Python Promote Beneficial Cardiac Growth. Science 28 October 2011: Vol. 334 no. 6055 pp. 528-531 / 9. Haze, Y. Gozu, et al. (2001). 2-Nonenal Newly Found in Human Body Odor Tends to Increase with Aging”. Journal of Investigative Dermatology 116 (4): 520-524.

ÓLEOS ESSENCIAIS, FERTILIDADE E CONTRACEPÇÃO

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Por Fabian Laszlo

AÇÃO ESPERMICIDA

Um estudo1 realizado na Índia revelou que óleos essenciais (OE) possuem uma potente ação espermicida. Todos os 7 óleos essenciais empregados no estudo foram eficazes com ação mortal dos espermatozoides.

ÓLEO ESSENCIAL Diluição mortal em 30 segundos

Canela (C.zeylanicum) 0,25% (1:400)
Eugenol 0,33% (1:300)
Cravo da Índia (S. aromaticum) 0,5% (1:200)
Manjericão (O. basilicum – 0,5% (1:200)
não citado quimiotipo)
Khella (Ammi visnaga) 1% (1:100)
Endro ou dill (A. graveolens) 10% (1:10)
Hortelã-pimenta (M. piperita) 10% (1:10)

Em diluições muito maiores que estas, os OE também foram eficazes, contudo com período mais prolongado de contato. O estudo também avaliou óleos carreadores (amendoim, coco, ghee) que não apresentaram (diluídos ou puros) efeito espermicida e nem alteração na motilidade dos espermatozoides. Contudo, um óleo carreador em específico, o neem (A. indica), apresentou, quando empregado puro, forte efeito espermicida2. Foi descoberto que o componente responsável por esta ação no neem é o seu OE que, quando destilado dos frutos, foi um espermicida potente a 0,25%3.
Em diluição dezenas de vezes mais baixa 125mcg/ml, o óleo de khella (A. visnaga) matou todos os espermatozoides em 10 minutos4.
O veículo de diluição, seja ele gel, creme ou óleo carreador, parece não alterar a atividade espermicida dos OE1.
Estudos como estes são de grande importância para o desenvolvimento de contraceptivos naturais. O eugenol ou o óleo de cravo da Índia em diluições de 0,2-0,3% já costuma ser usado em cremes sexuais visando aumentar a excitabilidade. A dosagem só precisa ser garantida e pré-testada clinicamente para atestar sua segurança e eficácia comercial.

AÇÃO NA FERTILIDADE

Por outro lado, em doses adequadas e via inalação ou oral, óleos essenciais podem ser muito positivos para os espermatozoides. Foi observado em ratos que os OEs de lavanda (L. angustifolia) e Rosa (R. damascena) via inalação (1ml/hora diário por 35 dias) agem protegendo os espermatozoides de danos ocasionados pela exposição contínua e prolongada ao formol, além de aumentar sua concentração e motilidade5,6. Igualmente nestes estudos, foi observado que ambos os OEs (rosa e lavanda) preveniram a queda de testosterona, por agir protegendo as células de Leydig (dada sua ação antioxidante), o que comprova seus usos na aromaterapia como afrodisíacos e demonstra seu potencial para uso na terapia de infertilidade e baixa libido.
Em outro estudo clínico7, foi observado que a inalação de óleo de lavanda aumenta o fluxo sanguíneo para o pênis em torno de 40%. Este efeito do óleo de lavanda é explicado em dois mecanismos. O primeiro é pela ajuda na ereção por manter o relaxamento e redução da ansiedade. O segundo possível mecanismo é por causa de uma conexão anatômica direta entre o trato olfatório e o hipotálamo5.
A administração por 45 dias via oral (15, 150, 225mg/kg) do óleo de segurelha (S. khuzestanica) rico em carvacrol (60-82%) em ratos machos e fêmeas houve um aumento da fecundidade, potência sexual, índice de fertilidade e tamanho da ninhada, além de aumento dos hormônios FSH e testosterona. Nos ratos machos houve aumento dos espermatogônios, vesículas seminais, peso ventral da próstata, cordões espermáticos, células de Leydig e Sertoli e quantidade de espermatozoides8.
O carvacrol, devido à sua potente ação antioxidante é o responsável pela melhora da fertilidade masculina e feminina9. E por estar presente em concentrações de 60-85% no óleo de orégano (O. vulgare), permite que ele seja um substituto ao OE de segurelha QT carvacrol.
O consumo de óleo essencial de canela (C. zeylanicum) em ratos promoveu significante aumento dos testículos e epidídimos, concentração e motilidade do esperma, e diâmetro dos túbulos seminíferos14. O óleo de canela também protegeu os órgãos reprodutores masculinos contra danos ocasionados pelo tetracloreto de carbono13.
É conhecido que o uso abusivo e constante de bebidas alcoólicas por seres humanos interfere na fertilidade e saúde. Foi observado que a administração via oral de 10ml/kg de álcool em ratos machos por 10 dias consecutivos ocasionou danos na fertilidade com baixa contagem de esperma, redução de sua motilidade e redução dos níveis de testosterona, além de alterações negativas nos testículos, cérebro e fígado. A co-administração do óleo essencial de manjerona (O. marjorana) ou do extrato de semente de uva (V. vinifera) promoveu uma redução destes danos ocasionados pelo álcool10.
Também é sabido que agrotóxicos podem ocasionar problemas reprodutores graves, como danos na fertilidade, deterioração da qualidade do sêmen, tumores, degeneração testicular, falência reprodutora do homem, além de má formação fetal12. Foi observado que o óleo de gerânio (P. graveolens) foi capaz de inibir danos ocasionados pelo pesticida deltametrina na dose oral de 67mg/kg 2 horas após ingestão do pesticida por ratos, apresentando ação similar à vitamina E (a 100mg/kg)11. Este é um inseticida do grupo dos piretróides, comumente empregado em acaricidas e aspergido em plantações de tomates15.
A ação protetora de óleos essenciais na parte reprodutora se deve principalmente à sua poderosa ação antioxidante e indutora de enzimas como a catalase, superóxido dismutase e glutationa peroxidase.

Todos estes óleos essenciais você encontra na

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Referências: 1. Buch JG, et al. Effect of certain volatile oils on ejaculated human spermatozoa. Indian J Med Res. 1988 Apr;87:361-3. / 2. Sinha KC, et al. Neem oil as a vaginal contraceptive.Indian J Med Res. 1984 Jan;79:131-6. / 3. Riar Ss, et al. Volatile fraction of neem oil as a spermicide. Contraception. 1990 Oct;42(4):479-87. / 4. Paul S, Kang SC. In vitro determination of the contraceptive spermicidal activity of essential oil of Trachyspermum ammi (L.) Sprague ex Turrill fruits. N Biotechnol. 2011 Oct;28(6):684-90. / 5. Köse E, et al. The effect of lavender oil on serum testosterone levels and epididymal sperm characteristics of formaldehyde treated male rats. Eur Rev Med Pharmacol Sci. 2011 May;15(5):538-42. / 6. Köse E, et al. Rose oil inhalation protects against formaldehyde-induced testicular damage in rats. Andrologia. 2012 May;44 Suppl 1:342-8. / 7. Hirsch A, Gruss J. Human male sexual response to olfactory stimuli. J Neurol Orthop Med Surg1999; 19: 14-19. / 8. Haeri S, et al. Effect of Satureja khuzestanica essential oil on male rat fertility.Fitoterapia. 2006 Dec;77(7-8):495-9. / 9. Safarnavadeh, Tahereh et al. Antioxidants and infertility treatment, the role of Satureja Khuzestanica: A mini-systematic review. Iranian J. Rep. Med. Vol.9. No.2. pp: 61-70, Spring 2011 / 10. El-Ashmawy IM, et al. Effects of marjoram volatile oil and grape seed extract on ethanol toxicity in male rats. Basic Clin Pharmacol Toxicol. 2007 Nov;101(5):320-7. / 11. Ben Slima et al. Antioxidant properties of Pelargonium graveolens L’Her essential oil on the reproductive damage induced by deltamethrin in mice as compared to alpha-tocopherol. Lipids in Health and Disease 2013, 12:30 / 12. Weselak M, et al. Pre- and postconception pesticide exposure and the risk of birth defects in an Ontario farm population. Reprod Toxicol 2008, 25:472–480. / 13. Yüce A, et al. Effectiveness of cinnamon (Cinnamomum zeylanicum) bark oil in the prevention of carbon tetrachloride-induced damages on the male reproductive system. Andrologia. 2013 Feb 15. / 14. Yüce A, et al. Effects of cinnamon (Cinnamomum zeylanicum) bark oil on testicular antioxidant values, apoptotic germ cell and sperm quality. Andrologia. 2013 Aug;45(4):248-55. / 15. Pinho, Gevany P. et al. Análise de resíduos de agrotóxicos em tomates empregando

LAVANDA FAZ BEBÊS CHORAREM MENOS

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Uma pesquisa demonstrou que crianças recém-nascidas que recebem banho com óleo de lavanda, choram menos e dormem mais tempo após o banho. Suas mães se mantém mais relaxadas, sorridentes e tocam mais seus bebês durante o banho, quando comparado ao grupo que deu banho sem óleo de lavanda na água. Em ambos, mães e bebês, os níveis de cortisol (hormônio de estresse) diminuíram, confirmando o efeito de relaxamento e sedação do óleo de lavanda.

Field T, et al. Lavender bath oil reduces stress and crying and enhances sleep in very young infants. Early Hum Dev. 2008 Jun;84(6):399-401.

Óleo disponível à venda na

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Novo lote prontinho – Sabonete Baby Lavanda

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O sabonete Baby foi feito com todas as coisas boas para a pele super delicada do bebê. A formulação resulta num sabonete ultra delicado para peles sensíveis e muito delicadas.

Puros óleos extra-virgem de abacate e oliva.

O óleo de abacate é extraído dos frutos da Persea americana através de centrifugação da polpa. Por ser um azeite extra-virgem, mantém íntegras todas as suas propriedades naturais, sendo uma fonte rica em fitoesteróis, vitaminas A e E, e ômega 6 e 9. É muito nutritivo e hidratante para a pele além de ser indicado para tratar as peles sensíveis.

O azeite extra-virgem contém alta concentração de vitamina E e polifenóis.

Esses dois óleos são antioxidantes e muito bons para a pele.

O puro óleo essencial de lavanda é acrescido generosamente. A lavanda tem propriedades ansiolíticas, bactericida, ação antiinflamatória.

Alguns aromaterapeutas consideram que o óleo de lavanda seja uma essência altamente espiritual, e que facilite a integração da pessoa com seu interior para um contato mais profundo com Deus. Crê-se também que a lavanda emita uma aura violeta de purificação e proteção contra energias negativas e mal olhado.

Use esse sabonete em si ou no bebê para um banho relaxante.

Esse sabonete você encontra no site da Pria: Sabonete Baby Lavanda

ingredientes:

óleos saponificados de palmiste*, palma*, azeite extra-virgem*, abacate, rícino, óleo essencial de lavanda, alecrim CO2

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