Novidades na Pria!

A Pria está cheia de novidades! É com imensa satisfação que apresentamos os desodorantes e óleos capilares Pria!

Veja abaixo tudo que chegou fresquinho:

 

Desodorant natural Pria

 
Desodorantes totalmente naturais, formulados com ingredientes confiáveis e puros óleos essenciais.
Ainda contam com o poder do alúmen de potássio e da copaíba, um potente óleo antiinflamatório e bactericida que, além dessas ações, ajudam manter a pele das axilas hidratadas.
Para este lançamento da Pria o desodorante vem com 100gr ao invés dos 90 gr da embalagem padrão!
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Sinergia revitalizante capilar

 
A sinergia Revitalizante foi especialmente formulada para agir profuntamente no couro cabeludo. Ao penetrar na pele e nos folículos pilosos esta sinergia promove uma ação de regeneração trazendo vigor e vitalidade.
Isto se dá de várias formas: ao ativar a circulação sanguínea local aumentando o fonecimento de nutrientes nos bulbos capilares; ao agir de forma bacetricida combatendo possíves foliculites; ao aumentar a hidratação e regulando o produção de sebo.
Assim a ação revitalizante é completa ao ajudar a nutrir as raízes dos cabelos, combatendo seborréia, caspa, foliculites, queda e restaurando a força e o vigor.
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oleo restaurado fios

Este fluido restaurador foi especialmente formulado para agir nos fios dos cabelos, trazendo maciez, força e brilho.
A união de óleos nobres como Argan, Pracaxi, Jojoba, Macadâmia, Girassol e Gergelim, conferem aos fios a vitalidade perdida. Os benefícios extras vêem de puros óleos essenciais como a Laranja doce que traz a luminosidade dos fios, o Ylang Ylang a Lavanda e o Cedro.
Use esta poderosa sinergia de óleos como um reparador de pontas ou leave-in.
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Feito especialemte para os cabelos, esse shampoo leva em sua composição ervas especiais indianos.
Usadas já a séculos na Índia para tratar e embelezar os cabelos, as plantas Amla. Aritha e Shikakai, dão força. brilho e vitalidade aos cabelos.
Além desses incríveis componentes vegetais, usamos óleos ricos como Argan, Macadâmia, Gergelim e Jojoba. Para ficar mais especial uma sinergia deliciosa de gerânio, vetiver, laranja e tea-tree.
Se você ainda não está familiarizado com o conceito do shampoo em barra, leia a respeito no nosso blog: https://priaaroma.wordpress.com/2014/06/21/shampoos-em-barra-dicas-e-instrucoes/
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Sua Saúde Natural!
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Repassando – Por que as microesferas de esfoliantes estão destruindo os oceanos?

Achei essa publicação de suma importância e por isso reproduzo aqui.

Pessoal, procure usar produtos de artesãos confiáveis. Artesãos: busquem usar matéria prima que não agrida a pele das pessoas  nem o meio ambiente!! vamos usar substitutos naturais e de baixo impacto ambiental!

Illinois, nos EUA, se tornou o primeiro estado a banir as bolinhas de produtos esfoliantes. Nova York e Califórnia devem ser os próximos.

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As microesferas de plástico são conhecidas por causarem danos ambientais a grandes lagos e oceanos. Contudo, a maioria dos consumidores nem tem ideia sobre isso.
Biólogos marinhos têm alertado há um tempo que o despejo de pequenos pedaços de plástico de polietileno no ralo gera prejuízos para o oceano. Contudo, apenas quando uma organização sem fins lucrativos, chamada 5 Gyres Institute, realizou um estudo profundo sobre a poluição intensa em uma região dos EUA, em 2013, o caso começou a ganhar força entre os americanos, gerando alerta e preocupação.
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Nova York e Califórnia tomaram conhecimento da proibição em Illinois e estudam legislações similares para tentar banir produtos cosméticos com microesferas de polietileno, mas ainda nada foi confirmado oficialmente.
A densidade dessas “partículas” plásticas surpreendeu os pesquisadores. “Na verdade, eu achei maior concentração na região dos Grandes Lagos que em qualquer amostra em qualquer lugar nos oceanos do mundo”, disse Marcus Eriksen, diretor de pesquisa do 5 Gyres Institute.
Avaliando os rios e lagos das cidades americanas, a ONG encontrou cerca de 500.000 microesferas de plástico em apenas um quilômetro quadrado, o que chega a ser banal, se você considerar que existem 330.000 microesferas de plástico em uma única embalagem de um cosmético esfoliante facial. Elas também são muito comuns em cremes dentais e sabonetes líquidos.
As microesferas são, tal como nome, tão pequenas que medem cerca de 0,355 milímetros. O temor é que essas bolinhas minúsculas de plástico têm o tamanho suficiente para peixes e outras criaturas confundi-los com alimentos. Elas conseguem obstruir seus estômagos e impedi-los de obterem uma nutrição adequada.
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Visão microscópica de uma microesfera de polietileno. As esferas perfeitas de plástico têm uma maior área de superfície por volume e são capazes de absorver mais toxinas dessa forma. Crédito : 5 Gyres Institute
Outra preocupação é que estas microesferas, por terem afinidade molecular, são muito boas em absorver outros poluentes tóxicos na água, como os PCBs, pesticidas e óleo de motor. E quando ingeridas pelos organismos, por serem bioacumulativas, tais toxinas se concentram na cadeia alimentar, causando danos à saúde dos animais e do ser humano.
Um dos principais desafios é que o plástico não é a única coisa pequena na água. Como você garante que você está mesmo recolhendo-o, e não o zooplâncton – minúsculas criaturas que são a base das cadeias alimentares aquáticas?
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O tamanho dessas peças de plástico também faz com que seja um desafio para as estações de tratamento de esgoto, que são, naturalmente, efetivas em limpar efluentes antes de serem distribuídos para a população. Porém, muitos mecanismos filtram sólidos usando a gravidade, o que não remove as pequenas esferas de plástico. É muito mais fácil parar de despejar o plástico nos nossos esgotos do que removê-lo do sistema de água.

Visando a esse problema microscópico de poluição, grandes fabricantes como a Unilever, L’Oréal, e Johnson & Johnson fizeram vários compromissos voluntários para eliminar progressivamente as microesferas de polietileno.

Contudo, a matéria prima continuará disponível no mercado, sendo muito utilizada em receias caseiras. O importante agora é conscientizar as pessoas e informar sobre a existência de substitutos naturais como a argila e os cristais de quartzo.

A Pesquisadora que Descobriu Veneno no Leite Materno

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A repórter Manuela Azenha esteve em Cuiabá, Mato Grosso, onde assistiu à defesa de tese da pesquisadora Danielly Palma.

A ela coube pesquisar o impacto dos agrotóxicos em mães que estavam amamentando na cidade de Lucas do Rio Verde. A seguir, o relato:

Lucas do Rio Verde é um dos maiores produtores de grãos do Mato Grosso, estado vitrine do agronegócio no Brasil. Apesar de apresentar alto IDH (índice de desenvolvimento humano), a exposição de um morador a agrotóxicos no município durante um ano é de aproximadamente 136 litros por habitante, quase 45 vezes maior que a média nacional — de 3,66 litros.

Desde 2006, ano em que ocorreu um acidente por pulverização aérea que contaminou toda a cidade, Lucas do Rio Verde passou a fazer parte de um projeto de pesquisa coordenado pelo médico e doutor em toxicologia, Wanderlei Pignatti, em parceria com a Fiocruz. A pesquisa avaliou os resíduos de agrotóxicos em amostras de água de chuva, de poços artesianos, de sangue e urina humanos, de anfíbios, e do leite materno de 62 mães. A pesquisa referente às mães coube à mestranda da Universidade Federal do Mato Grosso, Danielly Palma.

A pesquisa revelou que 100% das amostras indicam a contaminação do leite por pelo menos um agrotóxico. Em todas as mães foram encontrados resíduos de DDE, um metabólico do DDT, agrotóxico proibido no Brasil há mais de dez anos. Dos resíduos encontrados, a maioria são organoclorados, substâncias de alta toxicidade, capacidade de dispersão e resistência tanto no ambiente quanto no corpo humano.

No dia seguinte à defesa de sua tese, Danielly concedeu uma entrevista ao Viomundo.

Viomundo – A sua pesquisa faz parte de um projeto maior?

Danielly Palma – Minha pesquisa foi um subprojeto de uma avaliação que foi realizada em Lucas do Rio Verde e eu fiquei responsável pelo indicador leite materno. Mas a pesquisa maior analisou o ar, água de chuva, sedimentos, água de poço artesiano, água superficial, sangue e urina humanos, alguns dados epidemiológicos, má formação em anfíbios.

Viomundo – E essas pesquisas começaram quando e por que?

Danielly Palma – Começamos em 2007. A minha parte foi no ano passado, de fevereiro a junho. Lucas do Rio Verde foi escolhido porque é um dos grandes municípios produtores matogrossenses, tanto de soja quanto de milho e, consequentemente, também é um dos maiores consumidores de agrotóxicos. Em 2006, quando houve um acidente com um desses aviões que fazem pulverização aérea em Lucas, o professor Pignati, que foi o coordenador regional do projeto, foi chamado para fazer uma perícia no local junto com outros professores aqui da Universidade Federal do Mato Grosso. Então, começaram a entrar em contato com o pessoal e viram a necessidade de desenvolver projetos para ver a que nível estava a contaminação do ambiente e da população de Lucas.

Viomundo – E qual é o nível de contaminação em que a população de Lucas se encontra hoje? O que sua pesquisa aponta?

Danielly Palma – Quanto ao leite materno, 100% das amostras indicaram contaminação por pelo menos um tipo de substância. O DDE, que é um metabólico do DDT, esteve presente em 100%, mas isso indica uma exposição passada porque o DDT não é utilizada desde 1998, quando teve seu uso proibido. Mas 44% das amostras indicaram o beta-endossulfam, que é um isômero do agrotóxico endossulfam, ainda hoje utilizado. Ele teve seu uso cassado, mas até 2013 tem que ir diminuindo, que é quando a proibição será definitiva. É preocupante, porque é um organoclorado que ainda está sendo utilizado e está sendo excretado no leite materno.

Viomundo – Foram essas duas substâncias as registradas?

Danielly Palma – Não, tem mais. Foi o DDE em 100% das mães [que estão amamentando]; beta-endossulfam em 44%; deltametrina, que é um piretróide, em 37%; o aldrin em 32%; o alpha-endossulfam, que é outro isômero do endossulfam, em 32%; alpha-HCH, em 18% das mães, o DDT em 13%; trifularina, que é um herbicida, em 11%; o lindano, em 6%.

Viomundo – E o que essas susbstâncias podem causar no corpo humano?

Danielly Palma – Todas essas substâncias tem o potencial de causar má formação fetal, indução ao aborto, desregulamento do sistema endócrino — que é o sistema que controla todos os hormônios do corpo — então pode induzir a vários distúrbios. Podem causar câncer, também. Esses são os piores problemas.

Viomundo – Você disse que as mães foram expostas há mais de dez anos. As substâncias permanecem no corpo por muito tempo?

Danielly Palma – Permanecem. No caso dos organoclorados, de todas as substâncias analisadas, o endossulfam é o único que ainda está sendo utilizado. Desde 1998 os organoclorados foram proibidos, a pesquisa foi realizada em 2010, e a gente encontrou níveis que podem ser considerados altos. Mesmo tendo sido uma exposição passada, como as substâncias ficam muito tempo no corpo, esses sintomas podem vir a longo prazo.

Viomundo – Durante a sua defesa de mestrado, em que essa pesquisa foi apresentada, os membros da banca ressaltaram o quanto você sofreu para realizar a pesquisa. Quais foram as maiores dificuldades?

Danielly Palma – A minha maior dificuldade foi em relação à validação do método. Porque, quando você vai pesquisar agrotóxicos, tem de ter uma precisão muito grande. Como são dez substâncias com características diferentes, quando acertava a validação para uma, não dava certo para outra. Então, para ter um método com precisão suficiente para a gente confiar nos resultados, para todas as substâncias, foi um trabalho que exigiu muita força de vontade e tempo. Foi praticamente um ano só para validar o método.

Viomundo – Essas mães que foram contaminadas exercem ou exerceram que tipo de atividade? Como elas foram expostas ao agrotóxico?

Danielly Palma – Das 62 mulheres que eu entrevistei, apenas uma declarou ter contato direto com o agrotóxico. Ela é engenheira agrônoma e é responsável por um armazém de grãos. Três mães residem na zona rural, trabalhando como domésticas nas casas dos donos das fazendas. É difícil dizer que quem está longe da lavoura não está exposto em Lucas do Rio Verde, pela localização da cidade, com as lavouras ao redor. Mas a maioria das entrevistadas trabalha no comércio, são professoras do município, algumas donas de casa, mas não são expostas ocupacionalmente. A questão é o ambiente do município.

Viomundo – Mas a contaminação se dá pelo ar, pela alimentação?

Danielly Palma – A alimentação é uma das principais vias de exposição. Mas, por se tratar de clorados, que já tiveram seu uso proibido, então eu posso dizer que o ambiente é o que está expondo, porque também se acumulam no ambiente. No caso da deltametrina e do endossulfam, que ainda são utilizados, o uso atual deles é que está causando a contaminação. Mas, nos usos passados [dos agrotóxicos agora proibidos], a causa provavelmente foi a exposição à alimentação — na época em que eram utilizados — e o próprio meio ambiente contaminado.

Viomundo – Quais são as principais propriedades dessas substâncias encontradas?

Danielly Palma – Os organoclorados têm em comum entre si os átomos de cloro na sua estrutura, o que dá uma grande toxicidade a eles. Eles têm alta capacidade de se armazenar na gordura, alta pressão no vapor e o tempo de meia-vida deles é muito longo, por isso que para se degradar demora muito tempo. São altamente persistentes no ambiente, tanto nos sedimentos, solo, corpo humano, e têm a capacidade de se dispersar. Tanto que no Ártico, onde eles nunca foram aplicados, são encontrados resíduos de organoclorados.

Viomundo – O professor Pignati comentou que a Secretaria da Saúde dificultou um pouco a pesquisa de vocês, mas que vocês fizeram questão da participação do governo. Por que?

Danielly Palma – Nós vimos a importância da participação deles porque, quando a exposição da população está num nível elevado e está tendo uma incidência maior de certas doenças, é lá na ponta que isso vai estourar, é no PSF (Programa Saúde da Família). Então, a gente queria que a Secretaria da Saúde acompanhasse para ver em que nível de exposição essa população está e para que tome medidas. Para que recebam essas pessoas com algum problema de saúde e saibam diagnosticar, saibam de onde está vindo e o porquê de tantas incidências de doenças no município.

Viomundo – Se a maioria dessas substâncias não está mais sendo utilizada, o que pode ser feito daqui para frente para diminuir o impacto delas sobre o ambiente e a saúde?

Danielly Palma – Em relação a essas substâncias que não estão sendo mais utilizadas, infelizmente, não temos mais nada a fazer. Já foram lançadas no ambiente e nos organismos das pessoas. A gente pode parar e pensar no modelo de desenvolvimento que está sendo posto, com esse alto consumo de agrotóxico e devemos tomar cuidado com as substâncias que ainda estão sendo utilizadas para tentar evitar um mal maior.

Viomundo – Como que o agrotóxico pode afetar o bebê?

Danielly Palma – Esses agrotóxicos são lipofílicos e se acumulam no tecido gorduroso, então ficam no organismo e passam para o sangue da mãe. Através da placenta, como há troca de sangue entre mãe e feto, acabam atingindo o feto. E alguns tem a capacidade de passar a barreira da placenta e atingir o feto. Durante a lactação, o agrotóxico acaba sendo excretado pelo leite humano.

Viomundo – Então, mesmo que não amamente o filho, ele pode nascer com resíduo de agrotóxico?

Danielly Palma – Sim, isso se a contaminação da mãe for muito elevada.

Viomundo – Foi o caso nas mães [pesquisadas] de Lucas do Rio Verde?

Danielly Palma – Alguns níveis [encontrados] consideramos altos, até porque o leite humano deveria ser isento de todas essas substâncias. Deveria ser o alimento mais puro do mundo. E a gente vê que isso não ocorre, tanto nos meus resultados quanto em trabalhos realizados no mundo inteiro que evidenciaram essa contaminação. A criança acaba sendo afetada desde a vida uterina e depois na amamentação é mais uma quantidade de agrotóxicos que ela vai receber. Mas é sempre bom lembrar do risco-benefício do aleitamento materno. Nunca se deve incentivar a mãe a parar de amamentar porque seu leite está contaminado. As vantagens do aleitamento materno são muito maiores do que os riscos da carga contaminante que o leite pode vir a ter.

Viomundo – Quais os riscos dessa contaminação?

Danielly Palma – Os riscos saberemos somente com um acompanhamento a longo prazo dessas crianças. O que pode acontecer são problemas no desenvolvimento cognitivo e, dependendo da carga que o bebê receba desde a gestação, pode causar má formação, que pode só ser percebida mais tarde.

Viomundo – Esse acompanhamento dos efeitos dos agrotóxicos no corpo humano já foi feito ou ainda é uma coisa a fazer?

Danielly Palma – Quanto ao sistema endócrino, existem evidências. Estudos comprovaram a interferência dos agrotóxicos. Quanto a câncer, má formação e ações teratogênicas (anomalias e malformações ligadas a uma perturbação do desenvolvimento embrionário ou fetal), estudos realizados em animais apontam para uma possivel ação dos agrotóxicos nesse sentido. Mas no ser humano não tem como você testar uma única substância. Quando fazem pesquisas, sempre são encontradas mais de uma substância no organismo e, portanto, não se sabe se é uma ação conjunta dessas substâncias que elevou aquele efeito ou se foi a ação de uma substância apenas.

Viomundo – Os resultados da pesquisa são alarmantes?

Danielly Palma – Foram alarmantes, mas ao mesmo tempo já esperávamos por esse resultado, até porque já tínhamos em mãos resultados da parte ambiental. Vimos que a exposição da população estava muito alta. Com o ambiente contaminado daquela forma, já era esperado encontrar a contaminação do leite, uma vez que o ambiente influencia na contaminação humana também.

Viomundo – O que será feito com esses resultados?

Danielly Palma – Os resultados já foram encaminhados às mães e, no início do projeto, assumimos o compromisso de, no final, nos reunirmos com elas e explicarmos os resultados. Esperamos que as autoridades do município e de todas as regiões produtoras acordem para o modelo de desenvolvimento que eles estão adotando, porque não adianta ter um IDH alto, ter boa educação e sistema de saúde, se a qualidade de vida em termos de exposição ambiental é péssima.

 

post original: http://www.noticiasnaturais.com/2014/01/a-pesquisadora-que-descobriu-veneno-no-leite-materno/

As 4 Toxinas Mais Perigosas para o Cérebro

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Uma mente saudável é uma coisa terrível de se perder, mas devido a produtos químicos sintéticos, a ameaça de destruição da função cerebral está sempre presente. Estes são, potencialmente, os criminosos mais ofensivos para a mente, mas a boa notícia é que existem maneiras fáceis de evitá-los.

Flúor

A decisão de adicionar flúor para a maioria dos sistemas de água potável pública como uma forma de combater a cárie dentária, possivelmente teve o efeito mais insidioso e generalizado sobre os cérebros das pessoas em todo os EUA e muitos outros países como o Brasil.

A Fluoride Action Network (FAN) relatou em um estudo que constatou que o flúor está ligado ao QI mais baixo, mesmo com as faixas adicionadas ao abastecimento de água nos Estados Unidos. Ao todo, a FAN disse agora que 34 estudos associam o flúor com a diminuição dos níveis de QI em humanos, enquanto muitos outros estudos ligam o flúor à aprendizagem e perda de memória, danos ao cérebro fetal e função neurocomportamental alterada.

Um estudo patrocinado pela UNICEF constatou que o QI foi reduzido em apenas 0,88 mg por litro de flúor, um nível que é considerado dentro da faixa ideal e é adicionado aos sistemas norte-americanos de água potável que atendem mais de 200 milhões de americanos todos os dias.

A remoção do flúor de seu abastecimento de água é muitas vezes tão simples como a instalação de um filtro de água de alta qualidade.

No Brasil, a Lei no 60507 de 24 de maio de 1974 regulamentou a prática da fluoretação da água. Esta lei afirma no seu artigo 1:

“Os projetos destinados à construção ou à ampliação de sistemas públicos de abastecimento de água, onde haja estação de tratamento, devem incluir previsões e planos relativos a fluoretação da água, de acordo com os requisitos e para os fins estabelecidos no regulamento desta Lei;”

Segundo a Portaria no. 635 de 26 de dezembro de 1975, a concentração de fluor na água deverá variar entre 0,6 até 1,7 mg/l, dependendo da temperatura média diária.

Leia também:
 [FILME] A Farsa do Flúor – (The Fluoride Deception)
– Estudo: Exposição ao Flúor pode Reduzir a Inteligência das Crianças
– Estudo da Universidade Harvard Relaciona o Flúor na Água com o Autismo, Desordens Mentais e TDAH

Metais pesados

Os metais pesados ​​são toxinas especialmente sinistras que não são facilmente removidas, mas são comuns nos corpos e cérebros de milhões graças à vacinas, procedimentos odontológicos, produtos químicos agrícolas, a poluição industrial, peixe, frango e muito mais.

Aqueles mais suscetíveis ao dano cerebral traumático devido ao mercúrio são os recém-nascidos que ainda têm de desenvolver adequadamente sua barreira hematoencefálica e são geralmente submetidos a um intenso programa de vacinação que injeta mercúrio diretamente em seus corpos. Em bebés com uma susceptibilidade genética, tais como um defeito de enzimas responsáveis ​​pela desintoxicação de metais pesados, exposição ao mercúrio pré-natal e pós-natal leva a danos neurológicos, resultando em sintomas de autismo.

Robert Nash, MD, também sugere que os efeitos tóxicos do mercúrio podem causar um amplo espectro de doenças relacionadas com o cérebro, incluindo o autismo, Alzheimer, esclerose lateral amiotrófica, esclerose múltipla, mal de Parkinson e doenças do neurodesenvolvimento.

Para garantir que você não sofra qualquer futura intoxicação por metais pesados, evite a vacina contra a gripe, obturações com mercúrio e produtos químicos, e tome as precauções de segurança ao consumir frutos do mar.

Leia também: [ÁGUA TÓXICA] Até 13 metais pesados, 13 solventes, 22 agrotóxicos e 6 desinfetantes na água que você bebe

Adoçantes artificiais

A ânsia por adoçantes com zero calorias produziu o advento de adoçantes artificiais e os seus efeitos negativos sobre o cérebro têm sido bem documentados. Eles são encontrados em refrigerantes, iogurtes, gomas de mascar, molhos de cozinha, adoçantes de mesa, água com sabor, cereais e produtos sem açúcar.

O aspartame é uma combinação de produtos químicos, ou seja ácido aspártico (um aminoácido com efeitos excitatórios sobre as células do cérebro), metanol e fenilalanina, e os cientistas estão os colocando no topo da lista de substâncias consideradas tóxico. Quando o aspartame se decompõe, produz um composto que é uma poderosa substância química causadora de tumor cerebral.

Noventa diferentes sintomas têm sido documentados como resultado do consumo de aspartame, incluindo ataques de ansiedade, fala atrapalhada, depressão e enxaquecas.

Evite adoçantes artificiais lendo os ingredientes e evitando os produtos acima. A FDA  recentemente também aprovou o chamado aspartame AminoSweet, então cuidado com esse ingrediente também. Não se deixe enganar pelos adoçantes contendo sucralose, uma vez que estudos mostraram que ele tem efeitos neurotóxicos.

Leia também: [ASPARTAME] Documentário: Doce Miséria: Um Mundo Envenenado

Glutamato monossódico (GMS)

O GMS é uma forma de sal concentrado adicionado aos alimentos para realçar o sabor. Foi usado pela primeira vez em rações militares para dar-lhes um sabor melhor, mas logo foi adotado por toda a indústria alimentícia.

Dr. Blaylock, um notável neurocirurgião e perito em excitotoxinas como o GMS, descobriu que haviam danos silenciosos ao cérebro, e com o tempo ele viu a destruição de grandes porções do cérebro que poderiam causar a doença de Alzheimer, o mal de Parkinson e outras doenças cerebrais.

Leia também:
 Glutamato Monossódico (GMS) – Ligado a Ganho de Peso e Obesidade
– Glutamato Monossódico (GMS): O Sabor Que Mata

A melhor maneira de evitá-lo é parar de comer alimentos processados, ou procurá-lo nos ingredientes, principalmente como o glutamato monossódico ou extrato de levedura .

 

post original: http://www.noticiasnaturais.com/2014/06/as-4-toxinas-mais-perigosas-para-o-cerebro/

 

COSMÉTICO BROXANTE

COSMÉTICO BROXANTE

ESTUDO CONFIRMA QUE PARABENOS UTILIZADOS COMO CONSERVANTES EM COSMÉTICOS REDUZEM LIBIDO E PODEM AFETAR A SEXUALIDADE

Chen J, Ahn KC, Gee NA, Gee SJ, Hammock BD, Lasley BL. Antiandrogenic properties of parabens and other phenolic containing small molecules in personal care products. Toxicol Appl Pharmacol. 2007 Jun 15;221(3):278-84. Epub 2007 Mar 27.

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC1978490/pdf/nihms-25621.pdf

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