AÇÃO NEURO PROTETORA DO ÓLEO DE COPAÍBA NO AVC (ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL) É DUAS VEZES MAIS POTENTE QUE A MINOCICLINA

É a primeira vez no mundo que se verifica efeitos do óleo de copaíba como neuroprotetor e sobre o sistema vascular!
O óleo de copaíba ganha mais uma função no tratamento de doenças. Agora, uma pesquisa inédita revela que a copaíba, nativa da região amazônica, pode ajudar também no tratamento de acidente vascular cerebral (AVC), conhecido popularmente como derrame. A copaíba tem seu óleo consagrado na medicina popular no tratamento de gripes, tosses, bronquites, inflamação da garganta e artrite. Diversos componentes também apresentam atividade farmacológica cientificamente comprovada, como o beta-cariofileno, que atua como anti-inflamatório e protetor da mucosa gástrica, solucionando problemas de azia, úlcera e gastrite. Desta vez, uma pesquisa financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa (Fapespa), do Governo do Estado, aponta que a planta pode ajudar a tratar o AVC.

E não apenas isso, a resina da copaíba é duas vezes mais potente que a minociclina, um dos anti-inflamatórios mais usados no tratamento da doença. O processo com a copaíba, executado em nível de mestrado em neurociência e biologia celular, pelo biólogo da Universidade Federal do Pará (UFPA) Adriano Guimarães, por enquanto é testado apenas em ratos e ainda carece de testes toxicológicos para averiguar se as substâncias não afetam também a formação de novos neurônios. Porém, um dos principais resultados já pôde ser comprovado: a potência do óleo de resina da copaíba também em tratamentos cerebrais. Para esta conclusão, o cientista injetou no cérebro do rato pequenas doses de um produto químico que causa vasoconstrição, um processo de contração dos vasos sanguíneos, que na prática simula um coágulo que ocorre no processo normal de isquemia, comum em quem sofre um AVC. Para evitar a proliferação dos neutrófilos e macrófilos – células de defesa do corpo que eliminam as células doentes antes que estas se recuperem – foram injetadas altas doses de óleo de resina da copaíba no abdômen do rato.

O trabalho no Laboratório de Neuroproteção e Regeneração da UFPA levou dois anos e um investimento de mais de R$ 30 mil pelo Governo do Estado. Os resultados foram surpreendentes: nas primeiras 24 horas de monitoramento do rato, houve uma inibição de 33% dos neutrófilos, que agem mais rapidamente. Em 72 horas, houve a redução de 64% da lesão dos macrófilos. “Isto é mais do que o dobro da inibição observada na droga experimental mais utilizada atualmente, que é a minociclina. Como a copaíba tem propriedades anti-inflamatórias, já esperávamos uma redução das lesões, mas não neste nível. É muito mais potente”, afirma o autor da tese “Efeitos neuroprotetores e neurogênicos de extratos de plantas da Amazônia brasileira em um modelo experimental de acidente vascular encefálico”, financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Pará (Fapespa).

Outra vantagem da copaíba em relação a anti-inflamatórios existentes no mercado é que, ao invés de ter a eficácia prevalecendo apenas em homens, a copaíba é uma planta que apresenta resultados positivos também em mulheres.

LACUNAS

Adriano Guimarães explicou que a manipulação da resposta imune do sistema nervoso central é muito mais complexa do que em outras partes do corpo. Por isso, apesar deste tema ser muito estudado pela ciência, ainda existem muitas lacunas a serem respondidas. “Seria uma alternativa a mais para o tratamento. Com a copaíba, conseguimos inibir a chegada de parte das células ao sistema nervoso central por mecanismos que ainda não conseguimos desvendar. Mas já temos um projeto pronto para mapear as possíveis vias farmacológicas pelas quais o óleo da copaíba atua no organismo. Foi o primeiro passo, talvez um dos mais importantes, porque é a primeira vez no mundo que se está investigando os efeitos da copaíba no sistema nervoso”, afirma.

O pesquisador acredita que em mais alguns anos a ciência possa chegar a este resultado. Nesta nova fase, explica o cientista, também se fará a separação dos componentes da planta (para descobrir os principais responsáveis por este resultado); se avaliarão os efeitos colaterais; e a diminuição da dosagem da copaíba. Inicialmente, foram aplicadas 400 mg/kg. Agora, a ideia é diminuir esta dosagem para descobrir qual o percentual ideal de aplicação, sem que haja perdas da eficácia.

O pesquisador alerta que nem toda árvore produz o óleo eficaz no tratamento de inflamações. Por existirem várias espécies de copaíba, os elementos químicos da resina extraída podem variar conforme a região e o solo no qual a árvore é plantada. “Muitos dos óleos de copaíba que encontramos no mercado também já passaram por outras mistura, por isso, não adianta comprar e achar que vai melhorar. É preciso entender como ela atua no cérebro e chegar à fórmula precisa”, afirmou.

Em longo prazo, o que se espera do trabalho é que os pacientes de AVC possam ter uma alternativa de tratamento, feita a partir de produtos da Amazônia, em um período mais curto e com menos danos colaterais. “A copaíba é uma gota no oceano quando se fala da riqueza da biodiversidade amazônica e do quanto ainda temos a descobrir.”

Casos de Acidente Vascular Cerebral matam 30% da população brasileira

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) estima-se que mais de 5 milhões de pessoas morram a cada ano por causa de acidentes cardiovasculares. E o acidente vascular cerebral (AVC) é responsável por 30% dos óbitos registrados no Brasil. O estudo mostra que ainda que os pacientes que sobreviveram a um AVC têm grandes chances de conviver com sequelas. Cerca de 30% necessitam de auxílio para caminhar e 20% ficam com problemas de cognição, aprendizado, atenção, julgamento e memória.

A doença é causada pelo entupimento de uma artéria cerebral por um coágulo, que impede que o sangue chegue adequadamente a regiões importantes do cérebro, causando lesão celular e danos nas funções neurológicas.

Dentre os sintomas, pode-se constatar a diminuição ou perda súbita da força na face, braço ou perna de um mesmo lado do corpo; alteração súbita da sensibilidade com sensação de formigamento na face, braço ou perna de um lado do corpo; perda súbita de visão em um olho, eventualmente nos dois olhos; alteração aguda da fala, incluindo dificuldade para articular e expressar ou para compreender a linguagem; dor de cabeça súbita e intensa sem causa aparente; e a instabilidade, vertigem súbita intensa e desequilíbrio associado a náuseas ou vômitos.

Sinais que já deixaram, por duas vezes, a família do bancário aposentado Ewerton Castro, 72 anos, sobressaltada. O primeiro derrame, como também é conhecida a doença, ocorreu durante o expediente de trabalho. “Fiquei muito assustado, comecei a sentir uma fraqueza nos braços e de repente não vi mais nada. Pensei que fosse morrer”, afirmou Castro, que conseguiu sobreviver ao problema sem apresentar maiores danos.

Porém o mesmo feito não se repetiu na reincidência, ocorrida no final do ano passado. Apesar de manter intacta a lucidez e a fala, hoje Ewerton já não consegue andar. “Sei que talvez não esteja vivo até que a ciência descubra um jeito de reverter isso, mas fico feliz de saber que talvez outras pessoas possam ter esta chance”, disse o aposentado.

Óleo já é muito valorizado no mundo todo pelas propriedades medicinais

As copaibeiras são árvores nativas da região tropical da América Latina e da África Ocidental. No Brasil é encontrada principalmente na região Amazônica e no Centro-Oeste. O óleo de copaíba é basicamente uma resina coletada do tronco da copaibeira. Através de incisões, se extrai a resina, e a partir dela se produz o óleo, um líquido transparente, viscoso e fluido, de sabor amargo, com cor entre amarelo até marrom claro dourado. O uso mais comum é o medicinal, empregado como anti-inflamatório e até mesmo anticancerígeno.

Pelas propriedades químicas e medicinais, o óleo de copaíba é bastante procurado nos mercados regional, nacional e internacional, já despertando o interesse, inclusive, da indústria cosmética.Porém, a história remete que antes mesmo de o Brasil ser colonizado, este potencial era utilizado pelos animais e índios. Os índios começaram a usar o poder cicatrizante da copaíba ao perceber que os animais esfregavam seus corpos no tronco da árvore quando estavam feridos.

Depois disso, os índios da Amazônia utilizavam o óleo para untar o corpo depois dos combates para curar as feridas. Os colonos descobriram outras aplicações, utilizando-o como antisséptico das vias urinárias e respiratórias, particularmente bronquites. E, anos mais tarde, a planta também passou a ser alvo de estudos da ciência.

TEXTO:
http://terapiafloralon-line.blogspot.com.br/2013/12/pesquisa-investiga-poder-da-copaiba.html

PESQUISA ORIGINAL (MONOGRAFIA):
http://livros01.livrosgratis.com.br/cp131312.pdf

OUTROS SITES COM INFORMAÇÕES:
http://www.fapespa.pa.gov.br/index.php?q=node%2F1663
http://sib.iesam-pa.edu.br/downloads/hemeroteca/ciencias_saude/SCO/SCO1396.pdf
http://www.jornalbeiradorio.ufpa.br/novo/index.php/2012/137-edicao-105–junho-e-julho/1357-copaiba-tem-efeito-neuroprotetor

COPAÍBA FOI 2 X MAIS POTENTE QUE A MONOCICLINA COMO NEUROPROTETORA: Dose diária de Minociclina reduz risco de AVC e lesões em diabéticos. Usada em tratamento para derrame, a droga pode reduzir a remodelação dos vasos sanguíneos no cérebro
http://www.isaude.net/pt-BR/noticia/10438/ciencia-e-tecnologia/dose-diaria-de-minociclina-reduz-risco-de-avc-e-lesoes-em-diabeticos

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ÓLEO DE ANIS ESTRELADO E COPAÍBA CONTRA O HERPES SIMPLEX?

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Cientistas descobriram grande potencial de ação do óleo de anis-estrelado contra o vírus do herpes simplex, que causa comumente o herpes labial, mas ataca também outras áreas do corpo, como a genital. Identificaram também que o componente beta-cariofileno, que a copaíba possui em torno de 50%, é altamente eficiente contra o vírus do herpes. O oe de anis mostrou um índice de inativação do vírus de 160 e o beta-cariofileno de 140.

Astani A1, Reichling J, Schnitzler P. Screening for antiviral activities of isolated compounds from essential oils. Evid Based Complement Alternat Med. 2011;2011:253643. Link:
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3096453/pdf/ECAM2011-253643.pdf

Essential oil of star anise as well as phenylpropanoids and sesquiterpenes, for example, trans-anethole, eugenol, β-eudesmol, farnesol, β-caryophyllene and β-caryophyllene oxide, which are present in many essential oils, were examined for their antiviral activity against herpes simplex virus type 1 (HSV-1) in vitro. Antiviral activity was analyzed by plaque reduction assays and mode of antiviral action was determined by addition of the drugs to uninfected cells, to the virus prior to infection or to herpesvirus-infected cells. Star anise oil reduced viral infectivity by >99%, phenylpropanoids inhibited HSV infectivity by about 60-80% and sesquiterpenes suppressed herpes virus infection by 40-98%. Both, star anise essential oil and all isolated compounds exhibited anti-HSV-1 activity by direct inactivation of free virus particles in viral suspension assays. All tested drugs interacted in a dose-dependent manner with herpesvirus particles, thereby inactivating viral infectivity. Star anise oil, rich in trans-anethole, revealed a high selectivity index of 160 against HSV, whereas among the isolated compounds only β-caryophyllene displayed a high selectivity index of 140. The presence of β-caryophyllene in many essential oils might contribute strongly to their antiviral ability. These results indicate that phenylpropanoids and sesquiterpenes present in essential oils contribute to their antiviral activity against HSV.

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A MOLÉCULA CALMANTE SECRETA DOS ÍNDIOS: BETA-CARIOFILENO

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Os óleos dessa matéria você encontra na PRIA

Texto de Fabian Laszlo
Os índios Laklaño de Santa Catarina (Brasil) utilizam o alecrim do cerrado (Baccharis uncinella e B. dracunculifolia) com finalidades sedativas1. Foi demonstrado que o b-cariofileno é uma molécula que confere ao óleo essencialde alecrim do cerrado e à copaíba (Copaifera. sp.), assim como a outros óleos ricos neste composto, propriedades sedativas e ansiolíticas2.

No alecrim do cerrado, além do b-cariofileno, o nerolidol também mostrou ter ação antioxidante e calmante3. Notou-se que quanto mais sesquiterpenos como estes o óleo possui, maior sua eficácia1. Estas observações demonstram que os óleos essenciais de copaíba e alecrim do cerrado possuem potencial de uso em aromatizadores de ambiente, massagem ou outras vias para melhoria de quadros de insônia, ansiedade e agitação.

Como muitos óleos indígenas possuem beta-cariofileno, este passa a ser um composto responsável pela ação sedativa de plantas como a copaíba e o alecrim do cerrado empregados pelas culturas indígenas do sul e norte do Brasil.

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1. J Ascari, et al. Sedative effects of essential oils obtained from Baccharis uncinella. Pharmaceutical Biology (Impact Factor: 1.21). 01/2012; 50(1):113-9. / 2. Galdino PM, et al. The anxiolytic-like effect of an essential oil derived from Spiranthera odoratissima A. St. Hil. leaves and its major component, ß-caryophyllene, in male mice. Prog Neuropsychopharmacol Biol Psychiatry. 2012 Aug 7;38(2):276-84. / 3. Nogueira Neto JD, et al. Antioxidant effects of nerolidol in mice hippocampus after open field test. Neurochem Res. 2013 Sep;38(9):1861-70.

ÓLEO DE COPAÍBA APRESENTA POTENCIAL DE REGREDIR ENDOMETRIOSE 

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A endometriose é um problema que afeta 6 milhões de brasileiras. Envolve a presença de tecido semelhante ao que recobre a cavidade uterina fora de seu local habitual. Um foco de endometriose pode causar dor incapacitante se ele irritar uma terminação nervosa vizinha, além de poder provocar reação inflamatória, romper-se e sangrar. Um estudo recente1 demonstrou que o beta (trans)-cariofileno, principal componente do óleo de copaíba (50-55%), possui potencial terapêutico no tratamento da endometriose.
A utilização de 10mg/kg de b-cariofileno em ratas com endometriose induzida promoveu a regressão de implantes endometrióticos em torno de 52.5% comparado com os animais que não usaram. O b-cariofileno além de agir como anti-inflamatório, produziu apoptose (morte celular) dos cistos e teve ação antiangiogênica, inibindo o crescimento local de capilares sanguíneos que podem produzir hemorragias.
O estudo concluiu afirmando que o uso de b-cariofileno na endometriose é uma promissora terapêutica a ser dada maior atenção, sem efeitos tóxicos para pacientes com endometriose, além de ter a vantagem de não afetar a fertilidade como o tratamento convencional faz.

O óleo de copaíba é um fitoterápico de baixa toxidade, não irritativo e que pode ser utilizado diluído em gel para aplicação local ou ainda em supositórios vaginais no suporte terapêutico a mulheres com endometriose. é um óleo utilizado há mais de 2 mil anos pelos índios brasileiros.

Texto: Fabian Laszlo
Referência: 1. Abbas MA, et al. β-Caryophyllene causes regression of endometrial implants in a rat model of endometriosis without affecting fertility. Eur J Pharmacol. 2013 Feb 28;702(1-3):12-9.

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