Sua cabeça com a cor do abacate

O frio de rachar e a neve incessante não desanimaram os mais de 20 mil cientistas de todo o planeta que discutem as últimas pesquisas sobre alimentação no encontro anual da American Society for Nutrition, que começou ontem, 28 de março, em Boston. Logo de manhã, uma das salas mais concorridas foi a das apresentações sobre carotenoides e retinoides e, entre elas, chamou a atenção a pesquisa exibida pela professora Elizabeth J. Johnson, da Tufts University, nos Estados Unidos. O tema era o … abacate, quem diria. Não, ” doctor” Johnson não choveu no molhado, repetindo aquela história de que você provavelmente já ouviu falar: a de que a gordura do fruto do abacateiro faz bem ao coração, o que, ok, é até verdade. Ela e seus colegas da Tufts estão mesmo é de olho numa tal de luteína. Sim, lembre-se, a sala estava abarrotada de gente que queria saber as novidades sobre carotenoides e retinoides. E a luteína joga nesse time.

Bem, carotenoides e retinoides são pigmentos. Então, já começam a chamar a atenção das pessoas por aí. Ora, foi-se o tempo em que os nutricionistas se debruçavam apenas sobre aquilo que o nome da própria especialidade denuncia, isto é, sobre os nutrientes. Hoje se sabe que existem outras moléculas nos vegetais que, embora não sejam, digamos, da turma clássica de proteínas, gorduras, carboidratos, vitaminas e sais minerais, também agem sobre o nosso organismo. E esses bioativos, como andam sendo chamadas as tais moléculas, por terem vindo à luz da ciência mais recentemente, criam sempre estardalhaço em congressos da área. A luteína que colore o abacate, e que também deixa a gema do ovo amarela, amarela, por exemplo, parece importantíssima para que a nossa cabeça não falhe, especialmente com o passar dos anos.

A cientista americana falou, em entrevista a SAÚDE, sobre a escolha do objeto do seu estudo: “Sabíamos que o abacate tinha luteína, mas queríamos arriscar se ele conseguia aumentar a quantidade dessa substância no cérebro, já que ela faz tremenda diferença para o raciocínio”, disse. Sim, porque aí é que são elas. Sinto informar que há um certo sarcasmo nas pesquisas sobre alimentação e ele atende por outro nominho muito em voga neste evento científico — se você topar engolir mais um termo, já me perdoando, ele é biodisponibilidade. É fácil entender: não adianta um alimento ser cheio de alguma coisa benéfica se o corpo não consegue aproveitá-la. A gema do ovo, já citada, passa a perna no abacate em matéria da bendita luteína. Mas ela mal vai parar na nossa cabeça. Daí que…

Daí que os pesquisadores americanos apostaram na zebra do abacate, que nem tem lá doses tão generosas desse pigmento. Escolheram 20 homens e 20 mulheres, todos cinquentões, para participar do estudo. Eles não tinham nenhum problema de saúde, vale ressaltar, para botar os pinguinhos nos “is” da ciência. E toparam, claro, fazer uma série de testes de memória e raciocínio antes da experiência. Depois, metade comeu 100 gramas de abacate por dia, o que fornecia algo como míseros 3 mg da famosa luteína. A brincadeira durou seis meses. Nesse período, a outra metade dos voluntários recebeu um suplemento com 12 mg, isto é, quatro vezes mais dessa substância. Claro que o suplemento mandou para as alturas a taxa de luteína no sangue, enquanto ela mal se mexeu com a porção de abacate. Ah, mas na cabeça a história foi outra: a luteína do suplemento mal e mal conseguiu entrar no cérebro, enquanto o abacate parece ter multiplicado por quatro a quantidade dessa molécula na massa cinzenta.

Talvez você se pergunte como os cientistas sabem que a luteína da fruta ganhou passe livre para atuar nos neurônios do cérebro e melhorar seu funcionamento. Simples e fascinante: por meio de um equipamento que lembra aqueles de exames no oftalmologista, é possível mensurar a quantidade de luteína na mácula, a área central da retina, no fundo dos olhos. E o fundo dos olhos, fique sabendo, é uma espécie de extensão do seu cérebro, dedurando o que está ali dentro. Não à toa, quando os voluntários que comeram abacate repetiram os testes de memória, apresentaram uma incrível melhora no resultado em comparação com os demais. Assim como aumentaram, e muito, a capacidade de resolver diversos problemas.

A suspeita agora é a seguinte: o abacate, diferentemente de outras fontes de luteína, também aumenta as taxas de HDL, o colesterol bom. E esse colesterol bom ajudaria o pigmento a passar pela barreira que a nossa massa cinzenta tem para não deixar qualquer coisa invadir seu território. “Com as pessoas vivendo cada vez mais, descobrir alimentos acessíveis capazes de brecar o declínio da mente com o tempo é fundamental”, resume Elizabeth Johnson. Pra refrescar a memória, se você ainda não está comendo abacate, a porção é de 100 gramas diários. Lúcia Helena de Oliveira, diretamente de Boston para quem segue SAÚDE aqui, no Face. E não deixe de acompanhar mais novidades do maior evento mundial da Nutrição em nosso site, logo mais.

Fonte: revista Saúde

 

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ÓLEO DE MACADÂMIA, O SEGREDO DO “CHEIRINHO” DA PELE DO BEBÊ E FONTE DO “HORMÔNIO” DO EMAGRECIMENTO

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A macadâmia (Macadamia integrifolia) é uma árvore australiana que possui um óleo vegetal obtido por prensagem de suas sementes e que, a princípio, pode não chamar muita atenção, já que seu carro chefe é o ácido oléico, uma gordura muito comum presente nos óleos de amêndoas, avelãs e oliva. Contudo, este óleo possui um ácido graxo raro no mundo dos óleos, o ácido palmitoléico. Este ácido graxo é encontrado no óleo de macadâmia em teores de 16-23% e no óleo de espinheiro do mar (Hippophae rhamnoides) a 40%, além de existir no tecido adiposo de animais e seres humanos. Pelo fato do óleo de espinheiro do mar ser raro e caro no mercado, a melhor fonte disponível na atualidade é o óleo de macadâmia.

A obesidade está associada à uma inflamação crônica de baixo grau, onde os sinais inflamatórios interferem com a ação da insulina e perturbam a homeostase metabólica. Estudos recentes mostraram que a obesidade compromete a função do retículo endoplasmático estressando-o, resultando em resistência à insulina e diabetes do tipo 21. Foi observado que a inflamação e este estresse metabólico ocorrem também no sistema nervoso central, onde é interrompida a atividade do hipotálamo levando-o a criar resistência à leptina (hormônio da saciedade)2, o que acarreta uma fome constante que nunca passa. Isso gera um mecanismo de vício, onde a pessoa come mais para tentar suprir a fome constante e a baixa energética pelo estresse acarretado ao retículo endoplasmático (estrutura dentro da célula importante na síntese de proteínas e lipídios, na desintoxicação celular e no transporte intracelular). Tal processo é crítico nas doenças metabólicas crônicas tais como a obesidade, resistência à insulina e diabetes tipo 2.

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O ácido palmitoléico presente no óleo de macadâmia é a única gordura capaz de desestressar o retículo endoplasmático promovendo aumento da sensibilidade à insulina pela supressão da inflamação, além de ser capaz de inibir a destruição das células beta pancreáticas secretoras de insulina2. Ele influencia no acúmulo e produção de gordura no fígado, a ação da insulina e da síntese de ácidos graxos. E, devido a ter ações similares a um hormônio, foi proposto um novo termo para o ácido palmitoléico de “lipocina”3.

Como a ‘‘lipocina’’ melhora a sensibilidade à insulina, em ratos diabéticos este ácido graxo atenuou a hiperglicemia e hipertrigliceridemia, em parte, devido à supressão da expressão de genes pró-inflamatórios e por melhorar o metabolismo hepático dos lipídeos2. Consequentemente ele também reduz o colesterol LDL7.

O ácido palmitoléico é formado quando as células produzem sua própria gordura. Quando isso acontece, ele funciona como uma molécula de sinalização capaz de afetar o peso corporal por dizer aos outros órgãos do corpo para não armazenar gordura extra proveniente da dieta3,4,5. A idéia de que um ácido graxo pode ajudar a regular o sistema metabólico é fascinante e provocadora porque, até onde se sabe, apenas proteínas poderiam fazer isso5. Assim, os tipos de óleos com alto teor de ácido palmitoléico podem ter um papel importante no tratamento da obesidade6.

O ácido palmitoléico também serve como um biomarcador para o estado metabólico, onde uma concentração baixa deste ácido graxo em exames de sangue indica um risco de doença metabólica com aumento do acúmulo de gordura e da obesidade3.

O coração das cobras píton utiliza os lípidos circulantes como combustível para aumento de sua performance. Uma pesquisa identificou três ácidos graxos associados ao crescimento e à saúde do coração das serpentes após uma refeição, os ácidos mirístico, palmítico e palmitoléico. Estas gorduras aumentaram a massa muscular e a força cardíaca das serpentes de forma similar à de um atleta de alta performance. São gorduras portanto, muito importantes para o crescimento do músculo cardíaco e aumento da resistência de atletas8.

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O cheiro bom e a maciez da pele dos bebês tem um nome, ácido palmitoléico. Este ácido graxo pode ser encontrado na secreção sebácea natural da pele, principalmente nos bebês, crianças e adolescentes. Ele é muito importante para diminuir o envelhecimento celular e da pele. Promove na pele uma diminuição da inflamação e da formação das metaloproteinases associadas à degradação do colágeno e elastina, que tornam a pele flácida e envelhecida.

Protege os lipídeos da pele contra a peroxidação, inibindo a formação de radicais livres, sendo um dos principais responsáveis pela hidratação e prevenção da perda de umidade da pele, garantindo seu metabolismo e aparência saudável, além de apresentar propriedades regenerativas. Representa cerca de 20% do total de ácidos graxos do sebo humano, e tal como vários outros compostos, a quantidade dele na pele diminui significativamente com o envelhecimento. À medida que ocorre o envelhecimento, a quantidade desse ácido graxo na pele (e no organismo) diminui e surgem mais radicais livres que oxidam o ácido palmitoléico a 2-nonenal que é responsável pelo “cheiro da pele que se acentua com a idade”9.

O óleo de macadâmia pode ser usado na alimentação visando tratar de distúrbios metabólicos que levam a obesidade na dose de 1-2 colheres de sopa/sobremesa ao dia 30 minutos antes das refeições. E em cosméticos (para cabelo e pele) em doses que variam de 1-5%.

Textos: Fabian Laszlo

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Referências: CURSO MÓDULO 2 AROMATOLOGIA NA SAÚDE.
1. Hotamisligil GS. Inflammation and endoplasmic reticulum stress in obesity and diabetes. Int J Obes (Lond). 2008 Dec;32 Suppl 7:S52-4. / 2. Yang L, Hotamisligil GS. Stressing the brain, fattening the body. Cell. 2008 Oct 3;135(1):20-2. / 2. Yang, Zhi-Hong et al. Chronic administration of palmitoleic acid reduces insulin resistance and hepatic lipid accumulation in KK-Ay Mice with genetic type 2 diabetes. Lipids in Health and Disease 2011, 10:120 / 3.Cao, Haiming et al (2008). “Identification of a Lipokine, a Lipid Hormone Linking Adipose Tissue to Systemic Metabolism”. Cell 134 (6): 933–944. / 4.Power, G.W., Cake, M.H. & Newsholme E.A. (1997) The influence of diet on the activity of carnitine palmitoyltransferase 1 toward a range of acyl CoA esters. Lipids 32: 31-37 / 5. Zelkowitz R (2008-09-19) em http://news.sciencemag.org/biology/2008/09/fat-molecule-fights-weight-gain“Fat molecule fights weight gain”. / 6. “Fat and Slimy” 7.30 Report, Australian Broadcasting Commission November 1995 / 7. Nestel P, Clifton P, Noakes M. (1994). “Effects of increasing dietary palmitoleic acid compared with palmitic and oleic acids on plasma lipids of hypercholesterolemic men”. Journal of Lipid Research 35 (4): 656-662. / 8. Riquelme, Cecilia A. et al. Fatty Acids Identified in the Burmese Python Promote Beneficial Cardiac Growth. Science 28 October 2011: Vol. 334 no. 6055 pp. 528-531 / 9. Haze, Y. Gozu, et al. (2001). 2-Nonenal Newly Found in Human Body Odor Tends to Increase with Aging”. Journal of Investigative Dermatology 116 (4): 520-524.

TRATE COLESTEROL, ATEROESCLEROSE E FÍGADO GORDUROSO COM ÓLEO ESSENCIAL DE LIMÃO E DE CÍTRICOS

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Textos: Fabian Laszlo

Estudos sugerem que o limoneno dos óleos essenciais cítricos, quando utilizado como suplemento alimentar, pode contribuir na melhora da esteatose hepática (fígado gorduroso)1,5, combater a obesidade1, abaixar o colesterol e triglicérides elevados1,8,9,10,11, controlar a hiperglicemia1, além de prevenir a oxidação do colesterol tratando da ateroesclerose2,3,8.

O limoneno age inibindo moderadamente no fígado a enzima HMG-CoA redutase que participa da síntese do colesterol1,8. Ao inibir a HMG-CoA ele bloqueia a conversão do latosterol em colesterol11. Medicamentos chamados de estatinas também agem abaixando o colesterol pela inibição da HMG-CoA.

Contudo, o limoneno não desencadeia em quem o usa os efeitos colaterais das estatinas por não inibir fortemente a HMG-CoA (1% na dieta reduz 55% da sua atividade10). Fora isso, ele age estimulando enzimas antioxidantes (GPx) que protegem os neurônios13,14,15 dos efeitos colaterais das estatinas16. O limoneno consegue ter seu efeito final no controle lipídico através de outras vias complementares, como a ativação de re-ceptores PPARa e inibição do receptor X do fígado (LXR)-ß, ações que agem aumentando o bom colesterol HDL e abaixando o ruim LDL1. A inibição do LXR-b também interfere diminuindo o acúmulo de gordura no fígado, previne a ateroesclerose, reduz da liberação de mediadores de inflamação, melhora a tolerância para a glicose, além de suprimir a proliferação de variados tipos de câncer4, o que explica o potencial uso de óleos cítricos no tratamento de todas estas doenças7.

No caso específico da ateroesclerose, o componente mais ativo na inibição da oxidação do colesterol foi o g-terpineno, molécula esta que somente encontramos em quantidades terapeuticamente eficazes (7-10%) no óleo de limão e lima2,3.

Constam informações errôneas em livros de aromaterapia de que óleos cítricos sejam prejudiciais aos rins. Este mito foi destruído por estudos científicos6,7 que provaram serem os óleos cítricos (ricos em limoneno) muito seguros e não tóxicos para ingestão humana por período prolongado7.

A seguir são citados dois relatos populares sobre o uso de óleos cítricos como suplemento alimentar e seu efeito no colesterol. O interessante é que no relato 1, a pessoa utilizou uma dose muito pequena, abaixo da usualmente empregada, tendo notado, ainda assim, resultados muito positivos. É importante citar que tais recursos (OE cítricos) já vem sendo empregados há décadas por médicos franceses no tratamento destas condições com sucesso12 e são recursos fitoterapeuticos econômicos passíveis de implementação no SUS.
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Relato 1 – Celia Regina Kodama (2013)

Farei o relato do benefício do uso do óleo de limão siciliano. Há pelo menos 3 anos, estava sofrendo de gordura no fígado, digo sofrendo porque não obtive tratamento que conseguisse fazer “sumir” a gordura, existe a melhoria, mas com aparecimento de outras doenças. Tomei diversos medicamentos, muitas restrições alimentares, muita caminhada e exercícios. Tinha deixado o tratamento da gordura no fígado para tratar de uma queda na imunidade, comecei a ter infecção urinária, resfriados e gripes constantes mesmo vacinada, entre outras. Durante o tratamento para melhorar a imunidade, tive alteração no colesterol e triglicérides (altos) e até glicose na urina não estava conseguindo controlar, ficavam cada vez mais altos mesmo só testando os medicamentos. Em março/ 2013 comecei a tomar o óleo de limão 1 gota apenas à noite com chá de camomila/erva-doce até maio/2013.
Em julho/2013 resolvi fazer um check up geral (ecocardiograma, holter 24 hs, ultrassonografias, mamografias, exame de sangue e urina), enfim uma surpresa para o médico. O colesterol e triglicérides haviam baixado chegando quase a níveis normais, sem glicose na urina e na ultrassonografia do fígado pela 1ª vez “SEM GORDURA” – INACREDITÁVEL!!!
Contei ao médico que tinha tomado o óleo de limão, ele disse que acreditava no benefício do limão porque já teve pacientes que passaram a tomar o suco de limão de manhã em jejum e tiveram resultados positivos.
Sandra, ganhei em tudo com o benefício do óleo de limão. Espero contribuir com o meu relato para as pessoas que sofrem com os males do fígado, principalmente. Abraços.

Célia foi acompanhada pela aromaterapeuta Sandra C. Silva do espaço Atmam (atmam@terra.com.br – www.atmam.com – tel: 011 5572-2660 / 5081-5681)

Relato 2 – Milton Moreira (2006)

Meu pai, Sr. Milton Moreira, residente na cidade de Coronel Fabriciano, vinha tendo um problema cardíaco que iniciou-se a aproximadamente 4 anos atrás e que teria se agravando nos últimos tempos, culminando em dois enfartos. Além disso, por fumar muito, também teve enfisema pulmonar. Com isso, passamos uma fase muito difícil, pois nossa vida era uma verdadeira maratona em hospitais.
Seu coração e pulmões ficaram muito inchados e um comprimia o outro causando fortes dores no peito, falta de ar e intenso cansaço. Meu pai sempre foi uma pessoa muito ativa pois era garimpeiro e este problema lhe começou a limitar muito. Fez acompanhamento e vários exames médicos, o diagnóstico foi de aterosclerose com forte entupimento das veias: seu coração só tinha 20% de capacidade de funcionamento. Ele foi orientado pelos médicos a ter um ritmo de vida restrito, além de ter sido descartada a possibilidade de qualquer tipo de cirurgia dada a gravidade do problema. Nem o cateterismo pôde fazer e teve um desmaio no exame de resistência na esteira do hospital.
Comecei a fazer um curso de aromaterapia onde ouvi o professor falar das maravilhas que o óleo de limão fazia para o sistema circulatório. Então levei um vidro e dei para o meu pai usar. Com cerca de 10 dias de uso começou a ter melhoras visíveis em seu estado físico. Primeiro o seu cansaço começou a desaparecer, seguidamente foram embora as dores no peito. Seu coração e pulmões desincharam, o que foi avaliado por um médico do Hospital Siderúrgica em Coronel Fabriciano. Clinicamente sua melhora não tinha uma resposta por parte dos médicos, pois num estado tão agravado melhorar tão bruscamente seria impossível. Além disso, os medicamentos alopáticos que já vinha fazendo uso desde o início do problema (há 4 anos atrás) não apresentaram resultados satisfatórios em todo este tempo e o quadro só ia piorando.
Meu pai usou uma dosagem do OE de limão nos três primeiros meses de 5 gotas 3x ao dia numa colher de sopa de água. Depois diminuiu a dose para 3 gotas 3 vezes ao dia nos meses seguintes. Ao final dos três primeiros meses, a maioria de suas artérias tinham sido desobstruídas pelo efeito solvente do limão. Coisas que meu pai nem sonhava fazer, como andar a cavalo ou fazer ginástica, voltaram novamente a fazer parte de seu ritmo de vida. Hoje, já faz quase um ano que meu pai começou a usar o óleo. Ficou tão feliz com a melhora, considerada impossível pelos médicos, que passou a indicar para várias pessoas em sua cidade o óleo essencial de limão. Estas pessoas que tem feito o uso, com doenças as mais variadas como gastrite, problemas cardíacos e circulatórios, cansaço e outros, também tem conseguido excelentes resultados. Meu pai acabou virando divulgador do óleo essencial de limão, que conseguiu fazer milagres em sua vida.

Landy é filha do Sr. Milton, aromaterapeuta e possui uma loja de produtos naturais na Feira dos Produtores de BH/MG (Av. Cristiano Machado, 1896 box 31 – Bairro Cidade Nova)

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 Referências: 1. Jing L, et al.Preventive and ameliorating effects of citrus d-limonene on dyslipidemia and hyperglycemia in mice with high-fat diet-induced obesity. Eur J Pharmacol. 2013 Sep 5;715(1-3):46-55. / 2. Takahashi Y et al. Antioxidative effect of citrus essential oil components on human low-density lipoprotein in vitro. Biosci Biotechnol Biochem. 2003 Jan;67(1):195-7. / 3. Grassmann J, et al.Antioxidative effects of lemon oil and its components on copper induced oxidation of low density lipoprotein. Arzneimittelforschung. 2001 Oct;51(10):799-805. / 4. Referências científicas em http://en.wikipedia.org/wiki/Liver_X_receptor (vistado em 10/01/2013) / 5. Ariyoshi T, et al. Studies on the metabolism of d-Limonene (p-Mentha-1,8-diene). III. Effects of d-Limonene on the lipids and drug-metabolizing enzymes in rat livers. Xenobiotica. 1975 Jan;5(1):33-8. / 6. Webb DR, et al.Assessment of the subchronic oral toxicity of d-limonene in dogs. Food Chem Toxicol. 1990 Oct;28(10):669-75. / 7. Sun J. D-Limonene: safety and clinical applications. Altern Med Rev. 2007 Sep;12(3):259-64. / 8. Ahmad S, Beg ZH. Hypolipidemic and antioxidant activities of thymoquinone and limonene in atherogenic suspension fed rats. Food Chem. 2013 Jun 1;138(2-3):1116-24. / 9. Costa CA, et al.Citrus aurantium L. essential oil exhibits anxiolytic-like activity mediated by 5-HT(1A)-receptors and reduces cholesterol after repeated oral treatment. BMC Complement Altern Med. 2013 Feb 23;13:42. / 10. Qureshi, A.A., et al. Inhibition of hepatic mevalonate biosynthesis by the monoterpene, d-limonene. J. Agri. Food Chem. 1988, 36: 1220-1224. / 11. Clegg, R. J., et al. Inhibition of hepatic cholesterol synthesis and S-3-hydroxy-3-methylglutaryl-CoA reductase by mono and bicyclic monoterpenes administered in vivo. Biochem Pharmacol. 1980 Aug 1;29(15):2125-7. / 12. Duraffourd e Lapraz.Traité de phytothérapie clinique. Editions Masson (June 27, 2002) / 13. Shinomiya M, et al. Neurite outgrowth of PC12 mutant cells induced by orange oil and d-limonene via the p38 MAPK pathway. Acta Med Okayama. 2012;66(2):111-8. / 14. Corasaniti MT, et al. Cell signaling pathways in the mechanisms of neuroprotection afforded by bergamot essential oil against NMDA-induced cell death in vitro. Br J Pharmacol. 2007 Jun;151(4):518-29. / 15. Campêlo LM, et al. Antioxidant activity of Citrus limon essential oil in mouse hippocampus. Pharm Biol. 2011 Jul;49(7):709-15. / 16. R. Kraft, A. Kahn, et al. A cell-based fascin bioassay identifies compounds with potential anti-metastasis or cognition-enhancing functions. Disease Models & Mechanisms, 2012; 6 (1): 217

ESTUDO MOSTRA QUE ABACATE INIBE ABSORÇÃO DE COLESTEROL DA COMIDA

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Os fitonutrientes podem ser encontrados em muitas frutas, sendo o abacate o mais rico em beta-sitosterol (fitoesterol) e glutationa. O fitoesterol é uma substância de origem vegetal cuja estrutura é muito similar a do colesterol e seu mecanismo de ação envolve a inibição intestinal de absorção do colesterol e diminuição da síntese de colesterol hepático. O efeito é exercido sobre os valores de colesterol plasmático total e LDL, sem afetar os níveis de HDL e triglicérides sanguíneos. O presente trabalho teve como objetivo analisar a influência do consumo de farinha de abacate variedade Hass nos níveis séricos de colesterol total, HDL, LDL, triglicérides, colesterol hepático e excretado. Estes parâmetros foram Investigados em ratos Wistar hipercolesterolêmicos durante 30 e 60 dias de experimento. Ao final de 30 dias, a dieta com 15% de Abacate mostrou ser mais efetiva para reduzir os níveis de colesterol total e LDL e aumentar o HDL em comparação ao controle. Foi observado que para o teor de colesterol excretado a melhor dieta foi a de 25% de abacate, pois quanto maior a concentração de abacate, maior a excreção de colesterol. A dieta com 15% e 25% de abacate, foram as que mais influenciaram nos níveis de colesterol hepático.

Link do estudo: http://www.scielo.br/pdf/cta/v28n4/a25v28n4.pdf
O óleo de abacate é um rica fonte de fitoesteróis que ajudam a regular os níveis do colesterol sanguíneo.

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