ALIMENTOS PARA PREVENIR MAL DE ALZHEIMER

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O Mal de Alzheimer é uma disfunção que afeta principalmente idosos, causando perda gradativa da memória e alterações comportamentais importantes. Os índices de casos da doença têm crescido no mundo todo, o que preocupa muito os profissionais de saúde (hoje já existem mais de 15 milhões de casos em todo o mundo) (1).

As causas da doença ainda não estão totalmente esclarecidas, mas já se sabe que ela pode ter relação com: fatores genéticos, deficiências nutricionais, aumento de homocisteína sérica, intoxicação por metais pesados ou alterações hormonais (2). Estudos recentes mostram que a alimentação tem um papel importante, tanto no tratamento quanto na prevenção do Mal de Alzheimer. Veja alguns exemplos:

Guaraná (Paullinia cupana)
Ajuda na melhora da memorização do paciente com Mal de Alzheimer (graças à melhora da ação da acetilcolina) (3). Mas atenção: gestantes, hipertensos e cardiopatas não podem consumi-lo, devido à alta concentração de cafeína.

Fontes de ômega 3
Presente na linhaça, na prímula e em peixes, esse ácido graxo é um antiinflamatório que ajuda a preservar o sistema nervoso, por isso, é importante tanto no tratamento como na prevenção da doença (4).

Ginko biloba (Ginkgoaceae)
Estudos mostram que, quando administrada sob prescrição médica ou de nutricionista, pode atuar na melhora da memória durante os primeiros estágios da doença (1, 2).

Cúrcuma
Além de ter propriedades antioxidantes e antiinflamatórias que ajudam a preservar o sistema nervoso, ela ajuda a reduzir a produção do peptídeo beta-amilóide (que tem efeito tóxico no sistema nervoso no paciente com Mal de Alzheimer) (2).

Frutas, verduras e legumes
O Mal de Alzheimer causa produção excessiva de radicais livres no sistema nervoso. Para tratar esse problema, é importante que o paciente mantenha uma dieta rica em alimentos fontes de antioxidantes, como as frutas, verduras e legumes frescos (de preferência, orgânicos) (5).

Fontes de vitamina E
Muitos experimentos mostram que a vitamina E em especial tem efeito antioxidante importante na diminuição dos radicais livres no tratamento do paciente. Apesar da maioria dos experimentos administrar esta vitamina em forma de suplemento, é importante saber que ela é naturalmente encontrada no gérmen de trigo, em nozes e sementes como a de girassol (2, 5, 6).
Conheça agora alguns fatores de risco para o desenvolvimento do Mal de Alzheimer (2, 4, 7):

– excesso de gorduras saturadas e trans, presentes nas carnes gordurosas, no leite integral e seus derivados, e em produtos industrializados como sorvetes, bolachas recheadas e outros (respectivamente);

– deficiência de vitaminas do complexo B, especialmente a B1, B6, B9, encontradas nos grãos integrais e nas folhas verde-escuras, além da B12 encontrada nos ovos e outros alimentos de origem animal;

– falta de acetilcolina, neurotransmissor que participa da memória. É produzido a partir da colina, encontrada em alimentos como a soja e o ovo;

– jejum prolongado: a glicose é a única fonte de energia do cérebro. Por isso, jejuns por mais de 3 horas podem gerar hipoglicemia, o que é extremamente prejudicial ao cérebro, principalmente se este jejum for um hábito de muitos anos.

O Mal de Alzheimer é uma doença que exige um acompanhamento multidisciplinar, e o nutricionista deve ficar atento ao seu papel neste quadro. Uma alimentação adequada é importante para melhorar a qualidade de vida do paciente, até mesmo potencializando o efeito da medicação e das outras terapias a que ele aderir.

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Referências bibliográficas:
1. VIEGAS, C e col. Produtos naturais como candidatos a fármacos úteis no tratamento do Mal de Alzheimer. Quim. Nova, 27 (4), 655-60, 2004.
2. MORITZ, B. Cérebro. CVPE, 2007.
3. TREVISAN, MTS e MACEDO, FVV. Seleção de plantas com atividade anticolinesterase para tratamento da doença de Alzheimer. Quim. Nova, 26(3), 301-4, 2003.
4. KALLUF, L. Nutrição funcional nos ciclos da vida. CVPE, 2007.
5. CHRISTEN, Y. Oxidative stress and Alzheimer disease. Am J Clin Nutr, 71, 621-9, 2000.
6. GRUNDMAN, M. Vitamin E and Alzheimer disease: the basis of additional clinical trials. Am J Clin Nutr, 71, 630-6, 2000.
7. SNOWDON, DA e col. Serum folate and the severity of atrophy of the neocortex inAlzheimer disease: findings from the Nun Study. Am J Clin Nutr, 71, 993-8, 2000.

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ÓLEO DE ORÉGANO POSSUI POTENCIAL DE ATENUAR DÉFICITS COGNITIVOS ASSOCIADOS AO DIABETES, COMO DEMÊNCIA E DEPRESSÃO 

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Com o envelhecimento da população, as doenças crônicas serão mais prevalentes, como o diabetes melito (DM) e aquelas caracterizadas por disfunções cognitivas, como as demências e depressão. Alguns estudos mostraram associação do DM e outros fatores de risco cardiovascular associados a distúrbios cognitivos. Além das complicações vasculares, estudos sugerem ação da hiperglicemia e dos produtos avançados finais de glicação (PAFG) em estresse oxidativo e acúmulo de substância β-amilóide intracerebral (elemento ocasionador do Alzheimer). Outros fatores também vêm sendo investigados, como o papel da insulinemia, da genética e do IGF-1 (insulin-like growth factor-1). Estudos mostraram que o bom controle glicêmico e a ingestão de dieta rica em gordura poliinsaturada, ômega-3 ou alimentos antioxidantes podem ter papel protetor contra os déficits cognitivos.

O óleo de orégano é altamente rico no componente carvacrol. Um estudo de 2013 mostrou que o carvacrol do óleo de orégano possui ação neuroprotetora e anti-glicante, sendo capaz de atenuar déficits cognitivos em ratos portadores de diabetes.

Glicação é o processo de soma entre uma proteína e um carboidrato, tal qual a glicose, sem a ação controladora de uma enzima. É a principal causa de doenças clínicas vasculares em pacientes diabéticos. A glicação aumentada de proteínas no cristalino pode causar o desenvolvimento de catarata e no cérebro doenças neuro-degenerativas.

Como um recurso complementar ao tratamento médico destas desordens, o emprego diário do óleo essencial de orégano em difusores residenciais pode auxiliar na neuroproteção, combatendo a degeneração do cérebro que surge em portadores de diabetes, Alzheimer ou mesmo com o envelhecimento natural. Também pode afetar positivamente na redução de estados depressivos ou intensidade de seus sintomas, além de outros problemas neurológicos que possuem correspondência com radicais livres e a glicação.

Carvacrol attenuates diabetes-associated cognitive deficits in rats. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23877802

Antidepressant-like effect of carvacrol (5-Isopropyl-2-methylphenol) in mice: involvement of dopaminergic system.
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20608992

Déficit cognitivo: mais uma complicação do diabetes melito?
http://www.scielo.br/pdf/abem/v52n7/03.pdf

A diabetes mellitus causa deterioro cognitivo em idosos?
http://www.redalyc.org/pdf/799/79928610011.pdf

In vitro acetylcholinesterase inhibitory properties of thymol, carvacrol and their derivatives thymoquinone and thymohydroquinone. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17186491

GLICAÇÃO: CONHEÇA OS PREJUÍZOS DO EXCESSO DE AÇÚCAR http://vilamulher.com.br/bem-estar/nutricao/glicacao-conheca-os-prejuizos-do-excesso-de-acucar-11-1-70-782.html

Pesquisas: Fabian Laszlo

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