Fazer bem os princípios básicos da alimentação em primeiro lugar

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texto por Dr. Ícaro Alves Alcântara

NÃO “sou contra” HIIT, jejum intermitente, dieta Paleo estrita, vegetarianismo e demais dietas e regimes “especiais” de treino. Só acho que antes de partir para o “avançado” todo organismo deveria PRIMEIRO acostumar-se a fazer BEM o BÁSICO! E a experiência de 15 anos de consultório tem mostrado em mais de 30.000 pacientes que isso parece funcionar : antes de testar a adaptação do paciente a algo fora do habitual, vejo que primeiro todo ser humano precisa criar Bobs costumes-regulares, verdadeiros HÁBITOS SAUDÁVEIS, mínimos, assim acostumando-se a cuidar-se até mesmo inconsciente, lembrando de horários, de levar consigo alimentos, de adquirir o necessário em momentos oportunos, de escolher melhor…
Antes de ler Shakespeare ou Einstein, toda criança primeiro tem que aprender o alfabeto, certo?
Resumindo, decerto há muitas dietas e treinos especiais mais eficazes por aí para pessoas específicas e que só serão descobertos via tentativa-e-erro (testando mesmo) : mas, na minha humilde opinião, você expõe a provas um organismo que tem mínimo equilíbrio, ao menos, com mínimos bons hábitos de vida… Ou aumenta o risco de lesões e efeitos adversos! 

Entendido? 

Bom dia!

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LINHAÇA E CHIA: QUAIS SÃO AS DIFERENÇAS DE SUAS SEMENTES E ÓLEOS?

linhaça chia

A linhaça é uma semente oleaginosa que tem sido estudada por seus efeitos benéficos à saúde e por isso é considerada como um alimento funcional. Por conter compostos antioxidantes e anticancerígenos, traz benefícios para o coração, intestino e até mesmo prevenindo alguns tipos de câncer.

A linhaça tem cerca de 39% de óleo em sua composição, sendo considerado um dos alimentos mais ricos em ômega 3 da natureza. Este nutrientes tem funções muito importantes no nosso corpo, considerado uma gordura poli-insaturada que atua reduzindo os níveis do colesterol LDL (ruim) e aumentando os de HDL (colesterol bom), sendo definido como um protetor cardiovascular.

Estudos mostraram que o ômega 3 é capaz de gerar reações anti-inflamatórias, combatendo inflamações que podem ser causadas por fatores como dislipidemias, obesidade, hiperglicemia, sedentarismo, tabagismo.

A alta taxa deste nutriente faz da linhaça um alimento de caráter preventivo à saúde, sendo um importante agente antioxidante e renovador celular, por exemplo, o cérebro humano e o sistema nervoso central, assim como as membranas do corpo, necessitam de ômega 3 para para o seu ótimo funcionamento.

Semente de Linhaça

Além disto, a linhaça é a maior fonte alimentar de lignanas – compostos fitoquímicos parecidos com o estrogênio, que teriam propriedades anticancerígenas, principalmente em relação ao câncer de mama e cólon. A semelhança da lignana com o estrógeno faz com que eles compensem a menor produção desse hormônio que ocorre na menopausa.

As fibras são outro nutriente em destaque na linhaça. Elas atuam no trato gastrintestinal, modulando a velocidade de digestão e absorção dos nutrientes, bem como promovem o bom funcionamento intestinal. São estes compostos que evitam picos glicêmicos, tornando-as boa opção para os diabéticos, pois estabiliza os níveis de açúcar no sangue e também é uma auxiliar para a prevenção da obesidade, pois ela ativa mais o metabolismo.

A linhaça ainda contém vitaminas B1, B2, C, E e caroteno e minerais como ferro, zinco, alguma quantidade de potássio, magnésio, fósforo e cálcio.

A chia é uma semente originária da planta do deserto Salvia Hispanica, no sul do México. Foi um dos principais componente das dietas astecas e maias. Assim como a linhaça, também é rica em ácidos graxos ômega 3 e em fibras alimentares.

Semente de Chia

As diferenças entre as duas sementes são pequenas, mas muito importantes e devemos considerar cada particularidade no momento da escolha. O preço e a disponibilidade da linhaça ainda ganham disparado da chia, tornando esse superalimento mais acessível para mais gente se beneficiar de suas vantagens. Outro ponto que a linhaça ainda ganha é nos efeitos positivos para as mulheres que enfrentam os sintomas da menopausa. A chia não contém lignanas em sua composição, e desta forma não minimizam os sintomas desconfortáveis desta fase, como os calores e a depressão.

Por outro lado, a chia vence em algumas outras comparações. Esse alimento possui mais níveis de minerais importantes, como cálcio, manganês e fósforo – benéficos para ossos e dentes – como também para absorção de outros nutrientes e reparação celular e dos tecidos. A chia é uma campeã nos níveis de antioxidantes, que previnem o envelhecimento precoce e impactam no melhor funcionamento de todos os sistemas do organismo.

A maior vantagem da chia em relação à linhaça é a sua durabilidade e digestibilidade. A linhaça contém óleos que se oxidam facilmente, o que faz ela ter validade de, no máximo, um ano. Mas como é mais comum a linhaça ser estocada exposta à luz em embalagens transparentes, e também ser vendida em forma de farinha ou óleo, muito da linhaça consumida contém gordura rança, que ao invés de beneficiar, até pode causar problemas de saúde.

Além disso, a linhaça tem uma casca dura, então consumi-la inteira impede que tenhamos acesso aos seus benefícios, pois não conseguimos digeri-la. O ideal é triturar as sementes na hora do uso, e/ou fazer um gel do alimento, deixando-o de molho por 30 minutos em água.

Já a chia, por conter níveis muito altos de antioxidantes naturais, tem validade extremamente longa e não fica rança facilmente (há fontes que dizem que essas sementes duram mais de 30 anos para consumo). Outra característica que faz a chia ser mais fácil de consumir é que conseguimos digerir a semente facilmente. O ideal é comprá-la inteira e acrescentá-la nas suas preparações de alimentos ou em comidas prontas.

A porção recomendada dessas sementes é de 10 gramas por dia, aproximadamente de uma colher de sopa que podem ser utilizadas em iogurtes, saladas, sucos, vitaminas, cereais, massas de pães e bolos e em vários outros alimentos.

Lembrando que independente da semente que for escolhida para consumo, faz-se necessário a associação com uma dieta equilibrada para que todos os benefícios sejam obtidos. Na dúvida, consulte um nutricionista para lhe informar as melhores opções para cada caso.

http://thaislamonica.com.br/linhaca_x_chia/

Texto compartilhado por Fabian Laszlo através do Facebook

Esses óleos voce encontra na Pria
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Pólen de Abelha Combate o Envelhecimento e Ajuda a Recuperar Energias

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O alimento das abelhas tem proteínas e vitaminas que aumentam a nossa energia. É o chamado pólen apícola.

Edésio Santos é professor de educação física. Ele corre o tempo todo e, nas horas de folga, pratica exercício. De onde vem tanta energia? “Há 15 anos, eu acordo de manhã e a primeira coisa que eu faço é comer o meu pólen”, revela.

Ainda em jejum, Edésio come uma colher de pólen puro, um poderoso suplemento alimentar. “Antes de tomar o pólen, parecia que as coisas eram mais pesadas. Eu até desempenhava bem os meus papeis, só que fazia como se fosse um fardo. Hoje, eu faço muito mais coisas do que eu fazia e as coisas são mais leves”, afirma o professor.

Mas que alimento é esse? É comida de abelha e se chama pólen apícola. “O pólen é a principal fonte proteica da abelha. O néctar é a fonte de carboidratos, o pólen é a fonte de proteínas, minerais e lipídeos. Sem ele, o enxame não se desenvolve. Em poucos dias, três, quatro dias, ele pode definhar e morrer”, explica Lídia Barreto, do Centro de Estudos Apícolas da UNITAU.

Depois de pousar de flor em flor e retirar o pólen, as abelhas voltam para a colmeia carregadas. Cada bolota, como dizem os especialistas, ou bolinha amarela presa à pata é o mais puro pólen.

A cada voo que uma abelha faz, ela volta à colmeia com duas bolotas de pólen. E elas são incansáveis, chegam a fazer 80 voos por dia. Quer dizer que cada abelha produz 160 bolotas de pólen.

Para coletar o pólen, os apicultores usam uma espécie de tela na entrada da colmeia. Os furos são tão estreitos que, para passar, as abelhas são obrigadas a derrubar os grãozinhos do lado de fora.

Mas nem todo pólen é coletado. Como a tela também tem furos maiores, dois terços da comida extraída das flores vão para dentro da colméia e se transformam no pão das abelhas. O pólen é mais uma evidência de que o que é bom para as abelhas, é excelente para a gente também.

O pólen no nosso meio é conhecido como bifinho verde. E ele tem uma composição físico-química básica de proteínas similar a um bife, em torno de 20%. Ele tem lipídeos. Esse lipídeo é um lipídeo muito bom com propriedades antioxidantes. É uma gordura, mas uma gordura boa”, destaca Lídia Barreto, coordenadora do Centro de Estudos Apícolas da UNITAU.

E ele desperta cada vez mais a curiosidade dos pesquisadores. Em um laboratório da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo, as pesquisas com pólen mostraram que ele pode ajudar a combater as doenças do envelhecimento.

Comprovamos, na verdade, que ele tem as três vitaminas antioxidantes, beta caroteno como a pró-vitamina A, a vitamina C e a vitamina E, que são as três antioxidantes”, afirma a farmacêutica bioquímica Lígia Muradian, da USP.

O pólen também é rico em vitaminas do complexo B, que ajudam, por exemplo, no funcionamento do sistema nervoso central, na prevenção e tratamento de cataratas. O grãozinho surpreende.

Para se ter ideia, as quantidades que foram encontradas de vitamina B1 podem ser associadas às quantidades que se encontra dessa vitamina nas carnes de porco, por exemplo. As quantidades de vitamina B2 que nós encontramos eram superiores às quantidades que se encontra no leite”, explica a química Vanilda Soares de Arruda.

Acredito que ele deve ser encarado como alimento, um alimento que tem efeito preventivo contra algumas doenças”, ressalta a nutricionista Ilana Pereira de Melo.

A repórter Mônica Teixeira experimenta o pólen na cozinha do laboratório da USP e aprova. “Tem um gosto como se eu tivesse comendo um cereal matinal. É bem crocante. Não parece com mel, mas dá para comer puro sem o menor problema”, comenta.

A recomendação é ingerir 5 gramas por dia, o equivalente a uma colher de sopa, mas ele não precisa ser puro. O pólen está sendo testado como ingrediente na culinária. E já existem maneiras bem mais saborosas de garantir a dose diária desse alimento.

Na Universidade de Taubaté, a cozinha é um laboratório, onde o sabor do pólen é posto à prova: no molho da salada, na salada de fruta, no patê, bolos, biscoitos de pólen e até trufas e bombons.

O MAGESTOSO ÓLEO DE NOOTKA TREE

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O óleo de nootka você encontra na Pria: www.pria.com.br

texto por Fábian Laszlo

Conheça o óleo essencial da árvore que a madeira não apodrece!

“O nome nootka provém da tribo nootka (Nootka, Nutka, Aht, Nuuchahnulth), indígenas que vivem em Vancouver no pacífico noroeste do Canadá.”
“Esta árvore é uma das espécies de coníferas mais evoluídas que se conhece, um verdadeiro salto “quântico” na evolução destas espécies e teria surgido em período mais recente, talvez algo em torno de 150-200 milhões de anos. Unir nootkateno e valenceno (sesquiterpenóides) + nootkatona (cetona) + carvacrol (fenol terpênico) + cavicol (fenol fenilpropânico) permitiu que esta árvore gerasse um óleo essencial em sua madeira único e extremamente raro, com um potencial antimicrobial elevado de defesa, de ação cicatrizante em situações de lesão e de ampla capacidade conservadora e regeneradora de seus tecidos.”

“Este óleo essencial traz à tona no indivíduo sua força interior perdida, resgatando a vontade de lutar pela vida, fortalecendo sua tomada de iniciativa, capacidade de se defender e preservar-se diante das adversidades e pessoas invasivas.”

“Ambos os componentes nootkatona e carvacrol presentes neste óleo, formam uma sinergia única para emagrecimento podendo ser utilizados em géis ou cremes de massagem redutora. O carvacrol demonstrou ser capaz de reverter a atividade indutora de genes envolvidos com a obesidade e inflamação em ratos ingerindo dieta elevada em gorduras48. Ele age emagrecendo e desinflamando os tecidos, proporcionando redução de peso. Este componente também tem se mostrado um potente agente anticancerígeno em outros estudos49,50,51 e possui forte efeito antioxidante51.”
“A nootkatona já por outro lado, ativa o sistema AMPK que controla o metabolismo de energia, tratando da síndrome metabólica que leva a obesidade. Seu uso na dieta demonstrou capacidade de aumentar a termogênese corporal, reduzindo o ganho de peso, acúmulo de gordura abdominal, hiperglicemia, hiperinsulinemia, hiperleptinemia em ratos ingerindo doses de 0,2% quando comparado ao grupo controle52.”

Leia o artigo completo em:

http://laszlo.ind.br/campanhas/O_Majestoso_Oleo_de_Nootka_tree_Laszlo.pdf

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