ÓLEO ESSENCIAL DE ARRUDA – Muito mais do que só um óleo para mau olhado

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Link para baixar: http://www.laszlo.ind.br/campanhas/OLEO-DE-ARRUDA-LASZLO.pdf

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A PRIA recebeu as novidades Laszlo!!!

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Produtos como óleo de neroli e sândalo puros, pau santo dos Incas, breu branco, coentro sementes, cardamomo e blend de rosa branca, já foram repostos.

CO ALOEGEL (GEL BASE COM ALOEVERA) 200 G
CO CRISTAL PEELING 240 G (NOVO VOLUME)
CO2 SANDALO MYSORE GT INDIA 5 ML
OE COPAÍBA MARI MARI OLEORESINA 10,1 ML
OE LAVANDIM GROSSO GT FRANÇA 10,1 ML
OE NEROLI GT ITÁLIA 5 ML
OE PAU SANTO DOS INCAS GT EQUADOR 10,1 ML
OG LINHAÇA DOURADA EXTRA VIRGEM 120 ML
SN CHAKRAS 5 VISHUDA 10,1 ML
SN CHAKRAS 6 AJÑA 10,1 ML
OE ALECRIM QT CÂNFORA GT ESPANHA 10,1 ML
OE CITRONELA VAR. JAVA GT BRASIL 10,1 ML
OE COENTRO SEMENTES – GT FRANÇA 10,1 ML
OE FUNCHO DOCE SEMENTES GT ESPANHA 10,1 ML
OE HORTELÃ VERDE – GT ÍNDIA 10,1 ML
OE LAVANDA 40/42 – GT FRANÇA 10,1 ML
OE TEA TREE GT AUSTRÁLIA 10,1 ML
OE ALECRIM QT CINEOL GT TUNÍSIA 10,1 ML
OE EUCALIPTO GLOBULUS – 80/85 GT BRASIL 10,1 ML
OE HORTELÃ PIMENTA – GT EUA 50 ML
OE LITSEA CUBEBA – MAY CHANG QT CITRAL – 10,1 ML
OE MANJERICÃO EXÓTICO QT METIL CAVICOL GT HUNGRIA 10,1ML
BL ROSA BRANCA BLEND 10,1 ML
CO ALOEGEL (GEL BASE COM ALOEVERA) 200 G
CO SERUM DAMASK ROSE 15ML
OE ABETO PRATA – GT ÁUSTRIA – 10,1 ML
OE BREU BRANCO 10,1 ML GT BRASIL
OE CARDAMOMO GT ÍNDIA 10,1 ML
OE LAVANDA 40/42 – GT FRANÇA 50 ML
OE OLIBANO DO DESERTO VAR. CARTERI GT SOMA. 10,1ML
OE PATCHOULI LIGHT (DEST. AÇO) GT INDON. 10,1 ML
OE PATCHOULI OLD RESERVA SLC. GT INDONÉSIA 10,1ML
OE PITANGA FOLHAS GT BRASIL 10,1 ML

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ÓLEO DE NEROLI (FLOR DE LARANJEIRA) NORMALIZA SINTOMAS DO CLIMATÉRIO, AUMENTA DESEJO SEXUAL (LIBIDO), EQUILIBRA CORTISOL E NÍVEIS DE ESTROGÊNIO EM MULHERES NA MENOPAUSA E PÓS-MENOPAUSA

Um estudo publicado no ano passado demonstrou resultados positivos do uso do óleo de neroli (flor de laranjeira) no alívio dos sintomas da menopausa, estresse e normalização dos níveis de estrogênio e cortisol em mulheres na pós-menopausa.

63 mulheres com menos de 65 anos participaram da pesquisa inalando 0,1 ou 0,5% de óleo de neroli ou óleo de amêndoas apenas (no grupo controle) por 5 minutos duas vezes ao dia por 5 dias.

Comparado ao grupo controle e baseado em observações e medições feitas antes e depois dos 5 dias de inalação, os dois grupos que inalaram o óleo de neroli tiveram melhoras nos sintomas climatéricos da transição do fim da menopausa, aumento do desejo sexual ao parceiro, sua pressão sanguínea diastólica reduziu-se e houve melhora dos níveis e pulsos de liberação de cortisol e concentração de estrogênio.

A queda do estrogênio na menopausa e pós-menopausa possui correlação com as sensações de ondas de calor. Sua queda também impacta no aumento de risco do surgimento de osteoporose, dificuldades cognitivas e na memória, além de alterações na hidratação da pele, desejo sexual e pré-disposição a quadros depressivos.

O aumento do estrogênio com o óleo de neroli foi notado de forma significante apenas no grupo que inalou ele diluído a 0,5%, demonstrando que a quantidade e concentração do óleo impacta decisivamente no aumento do estrogênio. Baseado nisso, sugere-se que o uso do óleo puro e não diluído em difusores pessoais ou ambientais, ou diluído em concentrações mais elevadas (por exemplo 2-3%) em óleo de massagem para uso no pulso, pescoço, barriga ou antebraço, demonstre resultados mais efetivos e persistentes com o uso progressivo. O óleo base poderia ser a groselha negra, rico em AGL (ácido gama-linolênico) que atua de forma positiva regulando os níveis de estrogênio e sintomas da menopausa também, sendo uma associação sinérgica muito boa.

O estudo concluiu demonstrando que a inalação do óleo de neroli alivia os sintomas da menopausa, aumenta o desejo sexual (funcionando como afrodisíaco), e reduz a pressão alta em mulheres na pós-menopausa. O óleo de neroli possui o potencial de ser uma eficiente intervenção para reduzir o estresse e equilibrar o sistema endócrino. E em outros estudos mostrou possuir importantes efeitos sedativos, calmantes e capazes de melhorar sintomas de insônia e ansiedade, melhorando os níveis de seratonina o que o permite contribuir também na melhoria de quadros de depressão.

A Laszlo possui à venda o óleo de neroli em opções de puro, diluído a 10% (que poderia ser usado puro no pulso, pescoço, barriga ou antebraço – 3-5 gotas por vez) e o neroli blend que é uma mistura somente de óleos essenciais puros e naturais de flor de laranjeira, casca de laranja e folha de laranja (petitgrain), sendo uma alternativa mais em conta e muito aromática e funcional em concentração de princípios ativos.

O neroli pode ser empregado também como perfume diário, seja puro ou blend (1 gota), diluído a 10% (3-5 gotas) ou ainda na composição de perfumes (puro ou blend) na diluição de 10ml por litro de álcool + fixador (10-30ml). Desta forma também pode manifestar estes efeitos em usuárias, ficando a dica.

Receita de óleo de massagem para menopausa, tpm e outros distúrbios femininos:

Neroli blend (ou puro) 0,5%
Sálvia esclareia 1% (a mais potente é a com 3-4% de esclareol vendida como salvia esclareia 3/4 GT EUA)
Gerânio africano ou Bourbon 1%
Camomila romana 0,5%
Cenoura sementes 0,5% (opcional devido ao aroma – nem todos gostam)
Óleo carreador de groselha negra 30%
Óleo carreador de linhaça ou rosa mosqueta 20%
Óleo carreador de palmiste 47% (ou 46,5% se adicionar a cenoura sementes)

Pode com esta fórmula ser feita massagem em todo o corpo.
Se optar por uso local, a groselha negra pode ser a base carreadora integral na quantidade de 97% + 3% dos OE.
Todos estes OE possuem estudos validando sua ação hormonal no equilíbrio endócrino feminino.

Autor:
Fabian Laszlo

Referências:
Choi SY1, Kang P, Lee HS, Seol GH. Effects of Inhalation of Essential Oil of Citrus aurantium L. var. amara on Menopausal Symptoms, Stress, and Estrogen in Postmenopausal Women: A Randomized Controlled Trial. Evid Based Complement Alternat Med. 2014;2014:796518.
Leia o artigo na íntegra em: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4082953/

Este óleo essencial está disponível à venda em

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ÓLEO DE NEROLI (FLOR DE LARANJEIRA) NORMALIZA SINTOMAS DO CLIMATÉRIO, AUMENTA DESEJO SEXUAL (LIBIDO), EQUILIBRA CORTISOL E NÍVEIS DE ESTROGÊNIO EM MULHERES NA MENOPAUSA E PÓS-MENOPAUSA

neroli

Um estudo publicado no ano passado demonstrou resultados positivos do uso do óleo de neroli (flor de laranjeira) no alívio dos sintomas da menopausa, estresse e normalização dos níveis de estrogênio e cortisol em mulheres na pós-menopausa.

63 mulheres com menos de 65 anos participaram da pesquisa inalando 0,1 ou 0,5% de óleo de neroli ou óleo de amêndoas apenas (no grupo controle) por 5 minutos duas vezes ao dia por 5 dias.

Comparado ao grupo controle e baseado em observações e medições feitas antes e depois dos 5 dias de inalação, os dois grupos que inalaram o óleo de neroli tiveram melhoras nos sintomas climatéricos da transição do fim da menopausa, aumento do desejo sexual ao parceiro, sua pressão sanguínea diastólica reduziu-se e houve melhora dos níveis e pulsos de liberação de cortisol e concentração de estrogênio.

A queda do estrogênio na menopausa e pós-menopausa possui correlação com as sensações de ondas de calor. Sua queda também impacta no aumento de risco do surgimento de osteoporose, dificuldades cognitivas e na memória, além de alterações na hidratação da pele, desejo sexual e pré-disposição a quadros depressivos.

O aumento do estrogênio com o óleo de neroli foi notado de forma significante apenas no grupo que inalou ele diluído a 0,5%, demonstrando que a quantidade e concentração do óleo impacta decisivamente no aumento do estrogênio. Baseado nisso, sugere-se que o uso do óleo puro e não diluído em difusores pessoais ou ambientais, ou diluído em concentrações mais elevadas (por exemplo 2-3%) em óleo de massagem para uso no pulso, pescoço, barriga ou antebraço, demonstre resultados mais efetivos e persistentes com o uso progressivo. O óleo base poderia ser a groselha negra, rico em AGL (ácido gama-linolênico) que atua de forma positiva regulando os níveis de estrogênio e sintomas da menopausa também, sendo uma associação sinérgica muito boa.

O estudo concluiu demonstrando que a inalação do óleo de neroli alivia os sintomas da menopausa, aumenta o desejo sexual (funcionando como afrodisíaco), e reduz a pressão alta em mulheres na pós-menopausa. O óleo de neroli possui o potencial de ser uma eficiente intervenção para reduzir o estresse e equilibrar o sistema endócrino. E em outros estudos mostrou possuir importantes efeitos sedativos, calmantes e capazes de melhorar sintomas de insônia e ansiedade, melhorando os níveis de seratonina o que o permite contribuir também na melhoria de quadros de depressão.

A Laszlo possui à venda o óleo de neroli em opções de puro, diluído a 10% (que poderia ser usado puro no pulso, pescoço, barriga ou antebraço – 3-5 gotas por vez) e o neroli blend que é uma mistura somente de óleos essenciais puros e naturais de flor de laranjeira, casca de laranja e folha de laranja (petitgrain), sendo uma alternativa mais em conta e muito aromática e funcional em concentração de princípios ativos.

O neroli pode ser empregado também como perfume diário, seja puro ou blend (1 gota), diluído a 10% (3-5 gotas) ou ainda na composição de perfumes (puro ou blend) na diluição de 10ml por litro de álcool + fixador (10-30ml). Desta forma também pode manifestar estes efeitos em usuárias, ficando a dica.

Receita de óleo de massagem para menopausa, tpm e outros distúrbios femininos:

Neroli blend (ou puro) 0,5%
Sálvia esclareia 1% (a mais potente é a com 3-4% de esclareol vendida como salvia esclareia 3/4 GT EUA)
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Camomila romana 0,5%
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Pode com esta fórmula ser feita massagem em todo o corpo.
Se optar por uso local, a groselha negra pode ser a base carreadora integral na quantidade de 97% + 3% dos OE.
Todos estes OE possuem estudos validando sua ação hormonal no equilíbrio endócrino feminino.

Autor:
Fabian Laszlo

Referências:
Choi SY1, Kang P, Lee HS, Seol GH. Effects of Inhalation of Essential Oil of Citrus aurantium L. var. amara on Menopausal Symptoms, Stress, and Estrogen in Postmenopausal Women: A Randomized Controlled Trial. Evid Based Complement Alternat Med. 2014;2014:796518.
Leia o artigo na íntegra em: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4082953/

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ÓLEO DE SUCUPIRA

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Potencial fitoterápico de uso em inflamações, dores e para aqueles que se sentem abalados por intenso sofrimento.

Inúmeros estudos científicos têm demonstrado que moléculas presentes no óleo essencial de sucupira possui forte atividade anti-cancerígena e anti-inflamatória. A maioria destes estudos são desconhecidos e é dada pouca atenção ao enorme potencial fitoterápico inerente a esta planta.

Neste formidável artigo você terá a chance de se aprofundar no potencial terapêutico do óleo de sucupira, conhecer suas moléculas ativas e os aspectos sutis que seu óleo essencial trabalha na parte emocional. Para ler ele na íntegra acesse:

http://laszlo.ind.br/campanhas/Oleo_essencial_de_Sucupira-branca-Pterodon-emarginatus.pdf

Abaixo alguns trechos do artigo:

Aspectos sutis e energéticos:

A sucupira faz parte da mesma família do feijão. É uma árvore de porte médio, de 8 a 16 metros, de copa piramidal rala, que nasce em terrenos secos e arenosos e que ajuda na melhoria dos solos devido a realizar um processo de simbiose com bactérias que fixam o nitrogênio da atmosfera.

Para resistir à seca, a sucupira forma em suas raízes nódulos de expansão como reserva de água em formato de batatas.

O seu óleo essencial concentra-se apenas nas sementes com a função de inibir sua germinação até a época de chuva intensa, além de atuar na sua proteção contra insetos. As sementes são protegidas por uma dura couraça e a grande concentração de óleo e resina em seu interior evita sua desidratação e morte sob o intenso sol do cerrado.

O óleo da sucupira possui características calmantes e ansiolíticas, tranquilidade esta necessária para a sobrevivência de uma árvore que nasce em lugares tão estressantes, principalmente em se tratando de disponibilidade de água. Sua resistência à falta de água mostra uma capacidade “emocional” de saber lidar com os aspectos áridos da vida.

Indicado para aqueles abalados por intenso sofrimento neste mundo, que tem que conviver com pessoas ríspidas, sem carinho ou emotividade, tornando-se por vezes pessoas tristes, feridas e amarguradas, que não deixam fluir mais as emoções de forma natural. Nestes casos, as mágoas e ressentimentos guardados são somatizados na forma de couraças e nódulos emocionais, que fisicamente podem se manifestar na forma de tumores e câncer.

Indicações estéticas:

– Regeneração e rejuvenescimento da pele +
– Ação anti-acne e antisséptica da pele

Indicações terapêuticas:

– Anti-histamínico (útil em asma e alergias de pele e respiratórias) +
– Antiinflamatório útil em bursites, artrites e reumatismos +++
– Fibromialgia ++
– Analgésico moderado, útil em tendinites, contusões e distensões musculares ++
– Antiespasmódico (cólicas menstruais e de outros tipos) ++
– Antiulcerativo e gastroprotetor ++
– Cicatrizante útil em feridas e queimaduras +++
– Útil em gengivite (sangramento das gengivas) ++
– Anticancerígeno +++
– Calmante suave
– Antimicrobial

Este óleo essencial você encontra na

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PSICODERMATOLOGIA: FUSÃO ENTRE A MENTE E A PELE

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Juliana Carvalho Moretto* / Prof. Dra. Márcia Gonçalves**
http://www.polbr.med.br/ano14/prat0414.php

A psicodermatologia, uma subespecialidade primariamente dermatológica, estuda as interações entre a mente e a pele. [1]. Devido a sua capacidade de responder a estímulos emocionais, de expressar emoções como raiva, medo, vergonha e frustração e de proporcionar autoestima, a pele tem um lugar especial na psiquiatria desempenhando um papel importante no processo de socialização na infância até a idade adulta [2] . Ambos, cérebro e pele, são de origem ectodérmica e, portanto, há entre eles uma complexa interação entre os sistemas neuroendócrino e imunológico que tem sido descrito como o NICS, ou sistema neuro- imuno-cutâneo. A interação entre o sistema nervoso, pele e imunidade tem sido explicada pela liberação de mediadores de NICS [3,4 ] .

Embora não exista um sistema único de classificação universalmente aceita para os distúrbios psicocutâneos e muitas das condições são sobrepostas em diferentes categorias, o sistema mais aceito é o planejado por Koo Lee [4]. Ele classifica as doenças psicodermatológicas em 3 grupos. As dermatoses da gênese psicológico / psiquiátrico primário são responsáveis por doenças dermatológicas autoinduzidas, são elas a dermatite artefata, tricotilomania, torcicolo, distúrbios dismórfico corporal. As dermatoses psicossomáticas possuem uma base multifatorial e estão sujeitas a influências emocionais, são elas: psoríase, dermatite atópica, acne, formas crônicas de urticária, líquen simples crônico e a hiperidrose. Por fim, os transtornos psiquiátricos secundários a doenças psiquiátricas ou transtornos de ajustamento com depressão ou ansiedade são vistos em condições como alopecia aerata ou vitiligo

O perfil dos pacientes psicodermatologicos é variado. Os problemas emocionais devido à doença da pele incluem a vergonha, distorção da imagem corporal e baixa autoestima. O impacto psicossocial depende de uma série de fatores, incluindo a história natural da doença em questão, características demográficas do paciente, traços de personalidade junto a situações da vida e o significado da doença na família e cultura do paciente [5].

Foi relatado que a incidência de transtornos psiquiátricos em pacientes dermatológicos esteja em torno de 30 a 60%, [6] e o transtorno delirante mais comumente encontrado em clínicas dermatológicas é o Delírio parasitário. [5,7] A prevalência de distúrbios psiquiátricos em pacientes com doenças dermatológicas é ligeiramente maior em comparação a mesma em doenças neurológicas, oncológicas e em pacientes cardiopatas. [8]. Os medicamentos utilizados no tratamento de doenças dermatológicas tais como o esteróide e retinóide podem desencadear sintomas psiquiátricos. [ 9 ]

Pacientes do sexo feminino e viúvas / viúvos apresentam uma maior prevalência de comorbidades psiquiátricas associadas a quadros dermatológicos. [10] Características hostis de personalidade e sintomas neuróticos têm sido frequentemente observados em pacientes com doenças dermatológicas como psoríase, urticária e alopecia. [11] Algumas, como a acne conglobata (especialmente em homens), dermatite síndrome artefacta, transtorno dismórfico corporal, esclerodermia sistêmica progressiva e metástase de melanoma maligno, são particularmente associados com alto risco de suicídio, para as quais um encaminhamento psiquiátrico urgente é recomendado .[12]

A porcentagem de pacientes que relatam labilidade emocional varia conforme a doença, aparecendo em 50% dos pacientes com acne, em mais de 90% daqueles que apresentam rosácea, alopecia aerata, escoriações neuróticas ou líquen simples e pode chegar a 100% em pacientes com hiperidrose.[13] O estresse, mesmo que não seja o fator causal da doença de pele, pode precipitar ou exacerbar a doença. Foi relatado que o estresse atuou como fator precipitante do primeiro surto de psoríase em 44% dos pacientes e precedeu as erupções recorrentes em até 80% dos indivíduos.[13,14] Na dermatite atópica foi relatado que 70% dos pacientes passaram por eventos estressantes antes do início da doença, [15] a gravidade dos sintomas tem sido atribuída ao estresse interpessoal e familiar, e problemas no ajustamento psicossocial e baixa autoestima têm sido frequentemente observadas. [16,17]

Embora a psicodermatologia ainda seja uma subespecialidade ignorada por alguns profissionais, a consciência das doenças psicodermatológicas está aumentando [ 18]. Há uma necessidade de uma abordagem biopsicossocial para pacientes com doença de pele. [19,20 ] A terapia de ligação permite uma abordagem multidisciplinar, com a cooperação de termos psiquiátricos e dermatológicos e procedimentos diagnósticos simultâneos para tratamento de pacientes com distúrbios psicodermatológicos. [ 21 ]. A consideração de fatores psiquiátricos e psicossociais é importante tanto para a abordagem de distúrbios psicodermatológicos, bem como para prevenção secundária e terciária de uma ampla gama de doenças dermatológicas, [22] além do que, independentemente de morbidade psiquiátrica, doenças de pele podem afetar significativamente a qualidade de pacientes vida. [23]

1. Koo J, Lebwohl A. Psychodermatology. The mind and skin connection. Am Fam Physician.2001;64:1873–8. [PubMed

]
2. Domonkos AN. Andrew’s Disease of the skin. 6th ed. Philadelphia: WB Saunders C; 1971. Pruritus, Cutaneous neuroses and Neurocutaneous dermatoses; pp. 61–76.

3. Koblenzer CS. Psychosomatic concepts in dermatology. Arch Dermatol. 1983;119:501–12. [PubMed]

4. Misery L. Neuro-immuno-cutaneous system (NICS) Pathol Biol. 1996;44:867–87.[PubMed]

5. Ginsburg IH.. The psychosocial impact of skin disease: an overview.Dermatol Clin. 1996;14:473–484. [PubMed]

6. Korabel H, Dudek D, Jaworek A, Wojas-Pelc A. Psychodermatology: Psychological and psychiatrical aspects of aspects of dermatology. Przegl Lek. 2008;65:244–8. [PubMed]

7. Munro A. Monosymptomatic hypochondriacal psychosis. Br J Psychiatry.1988;2:37–40. [PubMed]

8. Harth W, Gieler U, Kusnir D, Tausk FA. Clinical management in dermatology. 1st ed. Berlin Heidelberg: Springer-Verlag; 2009. Prevalence of somatic and emotional disorders; p. 7.

10. Picardi AI, Aberi D, and Melchi CF. et al. Psychiatric morbidity in dermatological outpatients: an issue to be recognized. Br J Dermatol.

11. Laihinen A.. Psychosomatic aspects in dermatoses. Ann Clin Res. 1987;19:147–149.[PubMed]

12. Cotteril JA, Cunliffe WJ. Suicide in dermatological patients. Br J Dermatol.1997;137:246–50. [PubMed]

13. Cotterill JA.. Psychophysiological aspects of eczema. Semin Dermatol. 1990;9:216–219. [PubMed]

14.Al’Abadie MS, Kent CG, Gawkrodger DJ.. The relationship between stress and the onset and exacerbation of psoriasis and other skin conditions. Br J Dermatol.1994;130:199–203. [PubMed]

15. Faulstich ME, Williamson DA.. An overview of atopic dermatitis: towards bio-behavioral integration. J Psychosom Res. 1985;29:415–417.[PubMed]

16. Gil KM, Keefe FJ, and Sampson HA. et al. The relation of stress and family environment to atopic dermatitis symptoms in children. J Psychosom Res. 1987. 31:673–684. [PubMed]

17. Lapidus CS, Kerr PE.. Social impact of atopic dermatitis. Med Health R I. 2001;84:294–295. [PubMed]

18. Millard L. Dermatological practice and psychiatry. Br J Dermatol.2000;143:920–1. [PubMed]

19. Picardi A, Amerio P, Baliva G, Barbieri C, Teofoli P, Bolli S, et al. Recognition of depressive and anxiety disorders in dermatological outpatients.Acta Derm Venereol. 2004;84:213–7. [PubMed]

20. Richards HL, Fortune DG, Weidmann A, Sweeney SK, Griffiths CE. Detection of psychological distress in patients with psoriasis: Low consensus between dermatologist and patient. Br J Dermatol. 2004;151:1227–33.[PubMed]

21. Koo J. Skin disorders. In: Kaplan HI, Saduck BJ, editors. Comprehensive textbook of psychiatry. 6th ed. Baltimore: Williams and Wilkins; 1995.

22. Kieć-Swierczyńska M, Dudek B, Krecisz B, Swierczyńska-Machura D, Dudek W, Garnczarek A, et al. The role of psychological factors and psychiatric disorders in skin diseases. Med Pr. 2006;57:551–5. [PubMed]

23. Finlay AY. Quality of life assessments in dermatology. Semin Cutan Med

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PLANTAS COM POTENCIAL DE COMBATER O VÍRUS DA DENGUE

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Interessante artigo científico que mostra ativos de variadas espécies de plantas e óleos essenciais com potencial de matar o vírus da dengue. O artigo é em inglês e digno de esforço de leitura aos interessados, com grande utilidade no verão que se aproxima, quando os casos de infecções por este vírus sempre voltam..

Link para baixar: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3765846/pdf/11418_2013_Article_767.pdf

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