ÓLEO DE SUCUPIRA

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Potencial fitoterápico de uso em inflamações, dores e para aqueles que se sentem abalados por intenso sofrimento.

Inúmeros estudos científicos têm demonstrado que moléculas presentes no óleo essencial de sucupira possui forte atividade anti-cancerígena e anti-inflamatória. A maioria destes estudos são desconhecidos e é dada pouca atenção ao enorme potencial fitoterápico inerente a esta planta.

Neste formidável artigo você terá a chance de se aprofundar no potencial terapêutico do óleo de sucupira, conhecer suas moléculas ativas e os aspectos sutis que seu óleo essencial trabalha na parte emocional. Para ler ele na íntegra acesse:

http://laszlo.ind.br/campanhas/Oleo_essencial_de_Sucupira-branca-Pterodon-emarginatus.pdf

Abaixo alguns trechos do artigo:

Aspectos sutis e energéticos:

A sucupira faz parte da mesma família do feijão. É uma árvore de porte médio, de 8 a 16 metros, de copa piramidal rala, que nasce em terrenos secos e arenosos e que ajuda na melhoria dos solos devido a realizar um processo de simbiose com bactérias que fixam o nitrogênio da atmosfera.

Para resistir à seca, a sucupira forma em suas raízes nódulos de expansão como reserva de água em formato de batatas.

O seu óleo essencial concentra-se apenas nas sementes com a função de inibir sua germinação até a época de chuva intensa, além de atuar na sua proteção contra insetos. As sementes são protegidas por uma dura couraça e a grande concentração de óleo e resina em seu interior evita sua desidratação e morte sob o intenso sol do cerrado.

O óleo da sucupira possui características calmantes e ansiolíticas, tranquilidade esta necessária para a sobrevivência de uma árvore que nasce em lugares tão estressantes, principalmente em se tratando de disponibilidade de água. Sua resistência à falta de água mostra uma capacidade “emocional” de saber lidar com os aspectos áridos da vida.

Indicado para aqueles abalados por intenso sofrimento neste mundo, que tem que conviver com pessoas ríspidas, sem carinho ou emotividade, tornando-se por vezes pessoas tristes, feridas e amarguradas, que não deixam fluir mais as emoções de forma natural. Nestes casos, as mágoas e ressentimentos guardados são somatizados na forma de couraças e nódulos emocionais, que fisicamente podem se manifestar na forma de tumores e câncer.

Indicações estéticas:

– Regeneração e rejuvenescimento da pele +
– Ação anti-acne e antisséptica da pele

Indicações terapêuticas:

– Anti-histamínico (útil em asma e alergias de pele e respiratórias) +
– Antiinflamatório útil em bursites, artrites e reumatismos +++
– Fibromialgia ++
– Analgésico moderado, útil em tendinites, contusões e distensões musculares ++
– Antiespasmódico (cólicas menstruais e de outros tipos) ++
– Antiulcerativo e gastroprotetor ++
– Cicatrizante útil em feridas e queimaduras +++
– Útil em gengivite (sangramento das gengivas) ++
– Anticancerígeno +++
– Calmante suave
– Antimicrobial

Este óleo essencial você encontra na

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ÓLEO DE PATCHOULI COMO IMUNOESTIMULANTE

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ÓLEO DE PATCHOULI COMO IMUNOESTIMULANTE
Tonifica timo, baço, aumenta a fagocitose e imonoglobulinas

O óleo de patchouli tem demonstrado em estudos recentes ter propriedades imunomodulatórias, anticancerígenas, antialérgicas e antivirais (destrói o vírus da gripe, inclusive o H1N1).

Neste presente estudo, foi observado que o patchoulol, principal componente do óleo de patchouli (25-40%), aumentou a atividade fagocitária de macrófagos, o que é interessante e útil frente a microorganismos invasores (infecções) e tumores.

O patchoulol promoveu aumento do tamanho do timo e baço impedindo a atrofia induzida destes órgãos quimicamente, demonstrando profundo efeito deste óleo essencial como tônico imunológico do timo e baço.

Houve igualmente aumento da quantidade de imunoglobulinas circulantes (IgG e IgM) aumentando a resposta humoral frente a agentes invasores e neutralização de toxinas.

Foi notado também ação inibidora da inflamação por ação sobre a COX-2 com boqueio de prostaglandinas 2 e pela inibição de células imunes associadas a mecanismos inflamatórios pela liberação de citocinas.

Immunomodulatory Potential of Patchouli Alcohol Isolated
from Pogostemon cablin (Blanco) Benth (Lamiaceae) in
Mice. LINK DO ARTIGO: http://www.ajol.info/index.php/tjpr/article/viewFile/93275/82688

O óleo de patchouli pode ser empregado em difusores ambientais (6-12 gotas) visando aumentar a imunidade, em nebulizadores de máscara (3 gotas) para vasos crônicos de imunidade baixa, ou ainda topicamente diluído em gel ou creme de massagem (45 gotas em 100 gramas de creme ou gel).

DICA DE MISTURA IMUNOESTIMULANTE:

– Patchouli dark Laszlo (35-40% patchoulol, ativador da fagocitose) – 20 gotas
– Pimenta rosa ou breu preto (10% aproximadamente de a-felandreno, ativador da fagocitose) – 20 gotas
– Tea tree (35-40% terpinen-4-ol, recrutador de linfócitos) – 20 gotas
– Em base Aloegel Laszlo 100 gramas

Misturar bem e aplicar em massagens corpo todo ou local.
* Não utilizar em pessoas com doenças auto-imunes como lupus devido ao seu efeito imunoestimulatório.

Teor de patchoulol de acordo com cromatografia dos patchoulis da Laszlo:

Patchouli Dark (extraído em destilador de ferro) – 37%
Patchouli light (extraído em destilador de aço) – 25%
Patchouli extra-light (extraído em destilador de aço) – 39%
Patchouli old (reserva-selecionada envelhecido 5 anos) – 36%

texto por Fabian Laszlo

Estes óleos estão disponíveis em:

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PSICODERMATOLOGIA: FUSÃO ENTRE A MENTE E A PELE

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Juliana Carvalho Moretto* / Prof. Dra. Márcia Gonçalves**
http://www.polbr.med.br/ano14/prat0414.php

A psicodermatologia, uma subespecialidade primariamente dermatológica, estuda as interações entre a mente e a pele. [1]. Devido a sua capacidade de responder a estímulos emocionais, de expressar emoções como raiva, medo, vergonha e frustração e de proporcionar autoestima, a pele tem um lugar especial na psiquiatria desempenhando um papel importante no processo de socialização na infância até a idade adulta [2] . Ambos, cérebro e pele, são de origem ectodérmica e, portanto, há entre eles uma complexa interação entre os sistemas neuroendócrino e imunológico que tem sido descrito como o NICS, ou sistema neuro- imuno-cutâneo. A interação entre o sistema nervoso, pele e imunidade tem sido explicada pela liberação de mediadores de NICS [3,4 ] .

Embora não exista um sistema único de classificação universalmente aceita para os distúrbios psicocutâneos e muitas das condições são sobrepostas em diferentes categorias, o sistema mais aceito é o planejado por Koo Lee [4]. Ele classifica as doenças psicodermatológicas em 3 grupos. As dermatoses da gênese psicológico / psiquiátrico primário são responsáveis por doenças dermatológicas autoinduzidas, são elas a dermatite artefata, tricotilomania, torcicolo, distúrbios dismórfico corporal. As dermatoses psicossomáticas possuem uma base multifatorial e estão sujeitas a influências emocionais, são elas: psoríase, dermatite atópica, acne, formas crônicas de urticária, líquen simples crônico e a hiperidrose. Por fim, os transtornos psiquiátricos secundários a doenças psiquiátricas ou transtornos de ajustamento com depressão ou ansiedade são vistos em condições como alopecia aerata ou vitiligo

O perfil dos pacientes psicodermatologicos é variado. Os problemas emocionais devido à doença da pele incluem a vergonha, distorção da imagem corporal e baixa autoestima. O impacto psicossocial depende de uma série de fatores, incluindo a história natural da doença em questão, características demográficas do paciente, traços de personalidade junto a situações da vida e o significado da doença na família e cultura do paciente [5].

Foi relatado que a incidência de transtornos psiquiátricos em pacientes dermatológicos esteja em torno de 30 a 60%, [6] e o transtorno delirante mais comumente encontrado em clínicas dermatológicas é o Delírio parasitário. [5,7] A prevalência de distúrbios psiquiátricos em pacientes com doenças dermatológicas é ligeiramente maior em comparação a mesma em doenças neurológicas, oncológicas e em pacientes cardiopatas. [8]. Os medicamentos utilizados no tratamento de doenças dermatológicas tais como o esteróide e retinóide podem desencadear sintomas psiquiátricos. [ 9 ]

Pacientes do sexo feminino e viúvas / viúvos apresentam uma maior prevalência de comorbidades psiquiátricas associadas a quadros dermatológicos. [10] Características hostis de personalidade e sintomas neuróticos têm sido frequentemente observados em pacientes com doenças dermatológicas como psoríase, urticária e alopecia. [11] Algumas, como a acne conglobata (especialmente em homens), dermatite síndrome artefacta, transtorno dismórfico corporal, esclerodermia sistêmica progressiva e metástase de melanoma maligno, são particularmente associados com alto risco de suicídio, para as quais um encaminhamento psiquiátrico urgente é recomendado .[12]

A porcentagem de pacientes que relatam labilidade emocional varia conforme a doença, aparecendo em 50% dos pacientes com acne, em mais de 90% daqueles que apresentam rosácea, alopecia aerata, escoriações neuróticas ou líquen simples e pode chegar a 100% em pacientes com hiperidrose.[13] O estresse, mesmo que não seja o fator causal da doença de pele, pode precipitar ou exacerbar a doença. Foi relatado que o estresse atuou como fator precipitante do primeiro surto de psoríase em 44% dos pacientes e precedeu as erupções recorrentes em até 80% dos indivíduos.[13,14] Na dermatite atópica foi relatado que 70% dos pacientes passaram por eventos estressantes antes do início da doença, [15] a gravidade dos sintomas tem sido atribuída ao estresse interpessoal e familiar, e problemas no ajustamento psicossocial e baixa autoestima têm sido frequentemente observadas. [16,17]

Embora a psicodermatologia ainda seja uma subespecialidade ignorada por alguns profissionais, a consciência das doenças psicodermatológicas está aumentando [ 18]. Há uma necessidade de uma abordagem biopsicossocial para pacientes com doença de pele. [19,20 ] A terapia de ligação permite uma abordagem multidisciplinar, com a cooperação de termos psiquiátricos e dermatológicos e procedimentos diagnósticos simultâneos para tratamento de pacientes com distúrbios psicodermatológicos. [ 21 ]. A consideração de fatores psiquiátricos e psicossociais é importante tanto para a abordagem de distúrbios psicodermatológicos, bem como para prevenção secundária e terciária de uma ampla gama de doenças dermatológicas, [22] além do que, independentemente de morbidade psiquiátrica, doenças de pele podem afetar significativamente a qualidade de pacientes vida. [23]

1. Koo J, Lebwohl A. Psychodermatology. The mind and skin connection. Am Fam Physician.2001;64:1873–8. [PubMed

]
2. Domonkos AN. Andrew’s Disease of the skin. 6th ed. Philadelphia: WB Saunders C; 1971. Pruritus, Cutaneous neuroses and Neurocutaneous dermatoses; pp. 61–76.

3. Koblenzer CS. Psychosomatic concepts in dermatology. Arch Dermatol. 1983;119:501–12. [PubMed]

4. Misery L. Neuro-immuno-cutaneous system (NICS) Pathol Biol. 1996;44:867–87.[PubMed]

5. Ginsburg IH.. The psychosocial impact of skin disease: an overview.Dermatol Clin. 1996;14:473–484. [PubMed]

6. Korabel H, Dudek D, Jaworek A, Wojas-Pelc A. Psychodermatology: Psychological and psychiatrical aspects of aspects of dermatology. Przegl Lek. 2008;65:244–8. [PubMed]

7. Munro A. Monosymptomatic hypochondriacal psychosis. Br J Psychiatry.1988;2:37–40. [PubMed]

8. Harth W, Gieler U, Kusnir D, Tausk FA. Clinical management in dermatology. 1st ed. Berlin Heidelberg: Springer-Verlag; 2009. Prevalence of somatic and emotional disorders; p. 7.

10. Picardi AI, Aberi D, and Melchi CF. et al. Psychiatric morbidity in dermatological outpatients: an issue to be recognized. Br J Dermatol.

11. Laihinen A.. Psychosomatic aspects in dermatoses. Ann Clin Res. 1987;19:147–149.[PubMed]

12. Cotteril JA, Cunliffe WJ. Suicide in dermatological patients. Br J Dermatol.1997;137:246–50. [PubMed]

13. Cotterill JA.. Psychophysiological aspects of eczema. Semin Dermatol. 1990;9:216–219. [PubMed]

14.Al’Abadie MS, Kent CG, Gawkrodger DJ.. The relationship between stress and the onset and exacerbation of psoriasis and other skin conditions. Br J Dermatol.1994;130:199–203. [PubMed]

15. Faulstich ME, Williamson DA.. An overview of atopic dermatitis: towards bio-behavioral integration. J Psychosom Res. 1985;29:415–417.[PubMed]

16. Gil KM, Keefe FJ, and Sampson HA. et al. The relation of stress and family environment to atopic dermatitis symptoms in children. J Psychosom Res. 1987. 31:673–684. [PubMed]

17. Lapidus CS, Kerr PE.. Social impact of atopic dermatitis. Med Health R I. 2001;84:294–295. [PubMed]

18. Millard L. Dermatological practice and psychiatry. Br J Dermatol.2000;143:920–1. [PubMed]

19. Picardi A, Amerio P, Baliva G, Barbieri C, Teofoli P, Bolli S, et al. Recognition of depressive and anxiety disorders in dermatological outpatients.Acta Derm Venereol. 2004;84:213–7. [PubMed]

20. Richards HL, Fortune DG, Weidmann A, Sweeney SK, Griffiths CE. Detection of psychological distress in patients with psoriasis: Low consensus between dermatologist and patient. Br J Dermatol. 2004;151:1227–33.[PubMed]

21. Koo J. Skin disorders. In: Kaplan HI, Saduck BJ, editors. Comprehensive textbook of psychiatry. 6th ed. Baltimore: Williams and Wilkins; 1995.

22. Kieć-Swierczyńska M, Dudek B, Krecisz B, Swierczyńska-Machura D, Dudek W, Garnczarek A, et al. The role of psychological factors and psychiatric disorders in skin diseases. Med Pr. 2006;57:551–5. [PubMed]

23. Finlay AY. Quality of life assessments in dermatology. Semin Cutan Med

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PLANTAS COM POTENCIAL DE COMBATER O VÍRUS DA DENGUE

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Interessante artigo científico que mostra ativos de variadas espécies de plantas e óleos essenciais com potencial de matar o vírus da dengue. O artigo é em inglês e digno de esforço de leitura aos interessados, com grande utilidade no verão que se aproxima, quando os casos de infecções por este vírus sempre voltam..

Link para baixar: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3765846/pdf/11418_2013_Article_767.pdf

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Workshop ONLINE – com Fabian Laszlo

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Workshop ONLINE dia 22 (sábado)
Atualização das últimas pesquisas científicas dos anos de 2012-13 com óleos essenciais com Fabian Laszlo

A ciência descobre e nós também!
Não fique parado no tempo, evolua suas informações!

Esteja à par das últimas descobertas da ciência sobre os óleos essenciais e suas moléculas ativas em variados campos de pesquisa: medicina, botânica, química, farmácia, cosmética, aromaterapia etc.

Foram levantados mais de 2mil artigos científicos e destes selecionados aqueles de maior relevância nos últimos 2 anos para estudo e aplicação prática!

O workshop permeia a revisão, comentários sobre os estudos e informações sobre aplicações práticas.

Será fornecido o PDF com os slides.

O evento é ONLINE no dia 22, com início das 14hs às 17:30/18hs.

Valor R$ 60,00 (pagamento via depósito bancário ou cartão de crédito) *Obs.: Este workshop não inclui certificação.

Informações: cursos@ibraromatologia.com.br

Link para realizar inscrições: http://www.ibraromatologia.com.br/mais_cursos.asp?id=543

Outras informações: www.ibraromatologia.com.br

Obs.: Data única, não será repetido.

Apoio
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INFORMAÇÕES TOXICOLÓGICAS DE ALGUNS FITOTERÁPICOS UTILIZADOS NO BRASIL 

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As plantas medicinais vêm sendo utilizadas com finalidades
terapêuticas há milhares de anos. Seu uso popular foi propagado de geração em geração e descrito nas diversas farmacopéias. A partir do desenvolvimento da química orgânica, tornou-se possível obter substâncias puras através do isolamento de princípios ativos de plantas, entre elas, a digoxina e a morfina, resultando em desinteresse pela pesquisa de substâncias de origem vegetal.

Entretanto, a partir da década de 1980, foram desenvolvidos novos métodos de isolamento de substâncias ativas, tornando-se possível identificar substâncias em amostras complexas como os extratos vegetais, ressurgindo o interesse por compostos de origem vegetal que pudessem ser utilizados como protótipos para o desenvolvimento de novos fármacos. Atualmente, apesar da crescente importância dos medicamentos fitoterápicos, relativamente poucos estudos foram realizados a fim de comprovar sua eficácia e segurança, sendo que muitas plantas ainda são utilizadas com base somente no seu uso popular bem estabelecido. O objetivo deste trabalho foi avaliar, junto aos principais bancos de dados e fontes públicas de informação, a disponibilidade de dados de toxicidade pré-clínica de dez plantas medicinais comercializadas na forma de medicamentos fitoterápicos no Brasil,. Observou-se que há poucos dados sobre a toxicidade pré-clínica das dez plantas pesquisadas, mas, de maneira geral, os experimentos em animais demonstraram baixa toxicidade aguda, subaguda e crônica e não mostraram atividades mutagênicas ou teratogênicas.

LINK: http://www.scielo.br/pdf/rbcf/v42n2/a15v42n2.pdf

Reblogado de Fabian Laszlo

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A MOLÉCULA CALMANTE SECRETA DOS ÍNDIOS: BETA-CARIOFILENO

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Os óleos dessa matéria você encontra na PRIA

Texto de Fabian Laszlo
Os índios Laklaño de Santa Catarina (Brasil) utilizam o alecrim do cerrado (Baccharis uncinella e B. dracunculifolia) com finalidades sedativas1. Foi demonstrado que o b-cariofileno é uma molécula que confere ao óleo essencialde alecrim do cerrado e à copaíba (Copaifera. sp.), assim como a outros óleos ricos neste composto, propriedades sedativas e ansiolíticas2.

No alecrim do cerrado, além do b-cariofileno, o nerolidol também mostrou ter ação antioxidante e calmante3. Notou-se que quanto mais sesquiterpenos como estes o óleo possui, maior sua eficácia1. Estas observações demonstram que os óleos essenciais de copaíba e alecrim do cerrado possuem potencial de uso em aromatizadores de ambiente, massagem ou outras vias para melhoria de quadros de insônia, ansiedade e agitação.

Como muitos óleos indígenas possuem beta-cariofileno, este passa a ser um composto responsável pela ação sedativa de plantas como a copaíba e o alecrim do cerrado empregados pelas culturas indígenas do sul e norte do Brasil.

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1. J Ascari, et al. Sedative effects of essential oils obtained from Baccharis uncinella. Pharmaceutical Biology (Impact Factor: 1.21). 01/2012; 50(1):113-9. / 2. Galdino PM, et al. The anxiolytic-like effect of an essential oil derived from Spiranthera odoratissima A. St. Hil. leaves and its major component, ß-caryophyllene, in male mice. Prog Neuropsychopharmacol Biol Psychiatry. 2012 Aug 7;38(2):276-84. / 3. Nogueira Neto JD, et al. Antioxidant effects of nerolidol in mice hippocampus after open field test. Neurochem Res. 2013 Sep;38(9):1861-70.