CONSULTA PÚBLICA SOBRE MONOGRAFIAS DE PLANTAS MEDICINAIS DE INTERESSE AO SUS

Informamos que, por meio da Consulta Pública nº 1, de 22 de janeiro de 2015 (DOU em 23/01/2015), foi prorrogada por 60 dias a Consulta Pública nº 28/2014, aberta pela SCTIE/MS sobre monografias de plantas medicinais de interesse ao SUS, e solicitamos divulgação.

A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde submete à consulta pública monografias sobre plantas medicinais de interesse ao SUS. Pretende-se qualificar e consolidar o documento com o recebimento de contribuições do público interessado.

As monografias elaboradas possuem informações voltadas ao uso medicinal das espécies, considerando todos os níveis de evidências científicas disponíveis na literatura atual. Após elaboração, as monografias passaram por um processo interno de avaliação por técnicos do Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos (DAF/SCTIE/MS) para que então fosse submetida à Consulta Pública.

Para a consulta pública, as contribuições deverão ser fundamentadas, inclusive com material científico que dê suporte às proposições. Deve ocorrer, quando possível, o envio da documentação de referência científica e, quando não for possível, o envio do endereço eletrônico da citada referência científica para verificação na internet.

Fique atento! As contribuições devem ser feitas até 24/03/2015 e exclusivamente pelo Formulário http://formsus.datasus.gov.br/site/formulario.php?id_aplicacao=16273

Monografias em consulta pública:

– Alpinia
http://portalsaude.saude.gov.br/images/pdf/2014/novembro/25/Vers–o-cp-Alpinia.pdf

– Calendula officinalis
http://portalsaude.saude.gov.br/images/pdf/2014/novembro/25/Vers–o-cp-Calendula.pdf

– Lippia sidoides
http://portalsaude.saude.gov.br/images/pdf/2014/novembro/25/Vers–o-cp-Lippia-sidoides.pdf

– Plantago major
http://portalsaude.saude.gov.br/images/pdf/2014/novembro/25/Vers–o-cp-Plantago-major.pdf

– Plantago ovata
http://portalsaude.saude.gov.br/images/pdf/2014/novembro/25/Vers–o-cp-Plantago-ovata.pdf

– Polygonum
http://portalsaude.saude.gov.br/images/pdf/2014/novembro/25/Vers–o-cp-Polygonum.pdf

– Schinus terebinthifolius
http://portalsaude.saude.gov.br/images/pdf/2014/novembro/25/Vers–o-cp-Schinus-terebinthifolius.pdf

– Stryphnodendron adstringens
http://portalsaude.saude.gov.br/images/pdf/2014/novembro/25/Vers–o-cp-Stryphnodendron.pdf

– Vernonia condensata
http://portalsaude.saude.gov.br/images/pdf/2014/novembro/25/Vers–o-cp-Vernonia-condensata.pdf

Mais informações acesse: www.saude.gov.br/fitoterapicos e visite a área “Consulta Pública”

Equipe de Fitoterapia
Equipe Gestora – Política e Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos
CGAFB/DAF/SCTIE/MS
(61) 3315-7881 / (61) 3315-8967
www.saude.gov.br/fitoterapicos
Endereço para correspondência: Esplanada dos Ministérios,
bloco G, Edifício Sede, 8º andar, sala de protocolo
Brasília/DF – CEP: 70.058-900

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ÓLEOS ESSENCIAIS PODEM AUMENTAR HORMÔNIO DE CRESCIMENTO INSULÍNICO (IGF-1)

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Interessantíssimo estudo que demonstrou que a suplementação com timol do óleo essencial de de tomilho e cinamaldeído do óleo essencial da canela em porcos aumentou os níveis do hormônio IGF-1 (insulin Growth factor 1)

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/25049525

Para entender a importância que este estudo possui, uma vez que existe a possibilidade de tais componentes de óleos essenciais terem o mesmo efeito em seres humanos (carece de estudos clínicos ainda) via inalação, ingestão ou massagem, leia a seguir:

IgF 1 (SOMATOMEDINA C)

O hormônio do crescimento ou GH ou somatotropina é um hormônio que desempenha importantes funções no organismo. São usados suplementos para estimular a produção desse hormônio, que podem ter como base alguns aminoácidos, como arginina ou fatores de crescimento (IGF-1).
Alguns aminoácidos, principalmente a L-arginina, induzem a uma maior liberação de GH através da inibição da somatostatina – hormônio que diminui a liberação do GH. Acredita-se que os aminoácidos também podem aumentar a sensibilidade das células liberadoras de hormônios, resultando numa maior liberação de GH. O IGF-1 sublingual aumenta a concentração de fatores do crescimento semelhante à insulina do tipo 1, que são as moléculas diretamente envolvidas com a ação do GH nas células.
O hormônio do crescimento é responsável pelo aumento na síntese protéica, aumento da entrada de aminoácidos nas células, diminuição do uso da glicose e aumento do uso da gordura como energia. Assim, o GH pode auxiliar na melhora da composição corporal, pelo aumento da massa magra e diminuição do tecido adiposo.
O GH é produzido pela hipófise. Ao contrário de outros hormônios produzidos pela hipófise que costumam regular o funcionamento de glândulas, como as suprarrenais, os testículos e os ovários, o hormônio do crescimento age no organismo como um todo, promovendo não só o crescimento longitudinal, mas o das células em geral. Faz isso valendo-se de um intermediário, chamado somatomedina C ou IGF-1, produzido principalmente no fígado, mas também pelas células ósseas e musculares, por exemplo. Essa dupla GH e IGF –1 promove grande parte do anabolismo do corpo, ou seja, é fundamental para o crescimento e desenvolvimento de todos os tecidos.

Finalidade
Aumento da liberação natural de GH;
Ganho de massa magra;
Ganhos de força;
Formulação com argina e ornitina;
Promove maior definição muscular;
IGF-1 é 10x mais potente que o HCG;
IGF-1 aumenta o crescimento capilar;
Interfere positivamente no controle do diabetes.

Indicações:
De acordo com pesquisadores, IgF-1 aumenta a massa corporal magra, reduz a gordura, forma ossos, desenvolve músculos e nervos. A ingestão diária de igF-1 não depende da glândula pituitária que pode ficar desgastada pelo processo de envelhecimento. Alguns pesquisadores demonstram, em termos de efeitos imediatos, o IGF-1 é ainda mais potente que o hormônio de crescimento.

Artigos científicos:
Estudo: fator de crescimento pode influenciar Alzheimer em homens Um novo estudo indica que baixos níveis do fator de crescimento IGF-1 e da proteína IGFBP-3 estão associados ao mal de Alzheimer em homens – mas não em mulheres. A pesquisa foi divulgada no Journal of Clinical.
Um novo estudo indica que baixos níveis do fator de crescimento IGF-1 e da proteína IGFBP-3 estão associados ao mal de Alzheimer em homens – mas não em mulheres. A pesquisa foi divulgada no Journal of Clinical.
Endocrinology & Metabolism (JCEM).
As duas substâncias estão envolvidas na longevidade e podem ser benéficas para a cognição. Atualmente, não existe tratamento curativo para a doença de Alzheimer, então focar em fatores modificáveis associados é algo importante. A pesquisa indica uma possível utilidade do IGF-1 no tratamento da doença, especialmente em estágios iniciais.
Os pesquisadores estudaram os níveis das duas substâncias em 694 idosos de etnias diversas (sendo 218 homens e 476 mulheres). Desses, 481 foram diagnosticados com Alzheimer ou comprometimento cognitivo leve. Eles chegaram à conclusão que os níveis de IGF-1 e IGFBP-3 estão relacionados à doença apenas em homens.

Este artigo a seguir é bem complementar e muito válido para ser lido também: http://hghigf1.blogspot.com.br/

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ÓLEO ESSENCIAL DE GERÂNIO EM FERIDAS DIABÉTICAS DE DIFÍCIL CURA

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Um estudo publicado no jornal científico Burns, demonstrou grande potencial do óleo essencial de gerânio no tratamento de feridas de difícil cura, especialmente de diabéticos. Em bactérias gram-negativas de difícil resposta com antibióticos, o óleo de gerânio foi altamente eficaz, combatendo estes microorganismos ao mesmo tempo que possui excelente potencial de cicatrização.

O estudo conclui colocando o gerânio como um óleo essencial de eficácia de uso em casos de feridas infeccionadas de difícil cura, principalmente aquelas que envolvem reincidência do problema (ex. feridas diabéticas, escaras, queimaduras, machucados, lesões e outras).

Forma de uso (externa):
Diluir o óleo de gerânio em gel ou creme entre 2-3% (45-65 gotas) em 100g de base. Utilizar de 2-3X ao dia.
Não utilize o óleo puro, pode arder.

Sienkiewicz M1, Poznańska-Kurowska K2, Kaszuba A3, Kowalczyk E4. The antibacterial activity of geranium oil against Gram-negative bacteria isolated from difficult-to-heal wounds. Burns. 2014 Aug;40(5):1046-51. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24290961

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Limoneno na prevenção do câncer

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O d-limoneno é um composto químico, oleoso, encontrado na casca das frutas cítricas como o limão, a laranja, a tangerina, o grapefruit e a bergamota. Trata-se de um monoterpeno que faz parte de quase 100 estudos científicos realizados em animais e seres humanos, para prevenção e tratamento de câncer. Um composto natural que, quando devidamente usado, é atóxico.O d-limoneno tem mostrado ser ativo contra vários tipos de tumores. Assim, incorporar o d-limoneno na dieta é uma escolha que ajuda a promover e manter o ciclo saudável de vida de células normais. Fazendo isto, segundo estes numerosos estudos, pode-se ajudar a bloquear o câncer em seus três estágios: iniciação, progresso e dependência. Em outras palavras, ele ajuda a prevenir o início do câncer e tratá-lo quando já instalado.Evidências mostram o benefício de suplementar a alimentação com alimentos vivos, como também os ricos em d-limoneno, mais ativamente encontrado na casca do limão. Desta forma, o consumo diário de sucos de frutas, folhas e vegetais contendo de 1 a 2 limões – casca e polpa – associado com um estilo de vida saudável, pode tornar a vida mais longeva, produtiva e com menor risco de gerar câncer e outras doenças advindas da baixa imunidade.Em síntese, o uso do óleo essencial (OE) do limão, ou seja, do óleo extraído da casca do limão, rico em d-limoneno e outros monoterpenos, é um auxílio ao tratamento e prevenção de alguns tipos de câncer, especialmente nas fases iniciais do desenvolvimento da doença. Os tipos de câncer já iniciados em que este tratamento mostrou melhores resultados são os de próstata, de estômago, de fígado, de intestinos, de pâncreas, de mama, de pulmão e nas leucemias.Como o d-limoneno age neste sentido? Segundo estudos do Hospital Universitário de Saint Radbound, Holanda, o d-limoneno age aumentando a atividade de uma enzima desintoxicante (a Glutationa S-Transferase – GST), que tem como função desativar agentes desencadeadores do câncer. Assim, aumentando os níveis de atividade desta enzima, maior a capacidade do corpo em desintoxicar-se, portanto de prevenir e tratar o câncer.O d-limoneno também age induzindo a morte natural das células cancerosas e/ou inibindo o seu crescimento celular. Estudos da Universidade de Purdue, EUA, com ratos, demonstraram que a quimioterapia com o uso de monoterpenos como o d-limoneno resulta numa rediferenciação dos tumores malignos em um fenótipo mais benigno. Monoterpenos são agentes antitumor efetivos, não tóxicos para ingestão e que agem através de uma série de mecanismos, portanto, fazendo parte de um amplo número de remédios naturais para o tratamento do câncer.Estudos do Departamento de Oncologia da Universidade de Wisconsin-Madison, EUA, demonstraram que o d-limoneno apresentou uma ação preventiva na indução do câncer mamário, tanto nos estágios de formação quanto nos de progressão da doença. Eles observaram que este monoterpeno, quando ingerido, também causou a regressão da maioria dos cânceres mamários em ratos, e que agiu especialmente na rediferenciação dos tumores de malignos para benignos.Em pesquisas do Centro Médico de Osaka, no Japão, observou-se que o d-limoneno age inibindo a proliferação de células cancerosas no pâncreas, mostrando um potencial no tratamento deste tipo de doença.A Universidade Médica de Dalian, na China, mostrou que o uso do d-limoneno no tratamento do câncer gástrico (BGC-823) apresenta resultados positivos, devido à indução de morte destas células. Desta forma, como os óleos essenciais cítricos (extraídos da casca), são a maior fonte natural de d-limoneno, eles podem ser utilizados como favoráveis recursos no tratamento de vários tipos de câncer. A dosagem preventiva de d-limoneno é o consumo diário de 2 limões (polpa e casca), que podem estar diluídos com outras frutas, folhas e raízes, como no preparo dos sucos desintoxicantes.
Você encontra todos os óleos citados acima em:
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Fonte:

ÓLEO DE PATCHOULI COMO IMUNOESTIMULANTE

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ÓLEO DE PATCHOULI COMO IMUNOESTIMULANTE
Tonifica timo, baço, aumenta a fagocitose e imonoglobulinas

O óleo de patchouli tem demonstrado em estudos recentes ter propriedades imunomodulatórias, anticancerígenas, antialérgicas e antivirais (destrói o vírus da gripe, inclusive o H1N1).

Neste presente estudo, foi observado que o patchoulol, principal componente do óleo de patchouli (25-40%), aumentou a atividade fagocitária de macrófagos, o que é interessante e útil frente a microorganismos invasores (infecções) e tumores.

O patchoulol promoveu aumento do tamanho do timo e baço impedindo a atrofia induzida destes órgãos quimicamente, demonstrando profundo efeito deste óleo essencial como tônico imunológico do timo e baço.

Houve igualmente aumento da quantidade de imunoglobulinas circulantes (IgG e IgM) aumentando a resposta humoral frente a agentes invasores e neutralização de toxinas.

Foi notado também ação inibidora da inflamação por ação sobre a COX-2 com boqueio de prostaglandinas 2 e pela inibição de células imunes associadas a mecanismos inflamatórios pela liberação de citocinas.

Immunomodulatory Potential of Patchouli Alcohol Isolated
from Pogostemon cablin (Blanco) Benth (Lamiaceae) in
Mice. LINK DO ARTIGO: http://www.ajol.info/index.php/tjpr/article/viewFile/93275/82688

O óleo de patchouli pode ser empregado em difusores ambientais (6-12 gotas) visando aumentar a imunidade, em nebulizadores de máscara (3 gotas) para vasos crônicos de imunidade baixa, ou ainda topicamente diluído em gel ou creme de massagem (45 gotas em 100 gramas de creme ou gel).

DICA DE MISTURA IMUNOESTIMULANTE:

– Patchouli dark Laszlo (35-40% patchoulol, ativador da fagocitose) – 20 gotas
– Pimenta rosa ou breu preto (10% aproximadamente de a-felandreno, ativador da fagocitose) – 20 gotas
– Tea tree (35-40% terpinen-4-ol, recrutador de linfócitos) – 20 gotas
– Em base Aloegel Laszlo 100 gramas

Misturar bem e aplicar em massagens corpo todo ou local.
* Não utilizar em pessoas com doenças auto-imunes como lupus devido ao seu efeito imunoestimulatório.

Teor de patchoulol de acordo com cromatografia dos patchoulis da Laszlo:

Patchouli Dark (extraído em destilador de ferro) – 37%
Patchouli light (extraído em destilador de aço) – 25%
Patchouli extra-light (extraído em destilador de aço) – 39%
Patchouli old (reserva-selecionada envelhecido 5 anos) – 36%

texto por Fabian Laszlo

Estes óleos estão disponíveis em:

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ÓLEO DE ANIS ESTRELADO E COPAÍBA CONTRA O HERPES SIMPLEX?

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Cientistas descobriram grande potencial de ação do óleo de anis-estrelado contra o vírus do herpes simplex, que causa comumente o herpes labial, mas ataca também outras áreas do corpo, como a genital. Identificaram também que o componente beta-cariofileno, que a copaíba possui em torno de 50%, é altamente eficiente contra o vírus do herpes. O oe de anis mostrou um índice de inativação do vírus de 160 e o beta-cariofileno de 140.

Astani A1, Reichling J, Schnitzler P. Screening for antiviral activities of isolated compounds from essential oils. Evid Based Complement Alternat Med. 2011;2011:253643. Link:
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3096453/pdf/ECAM2011-253643.pdf

Essential oil of star anise as well as phenylpropanoids and sesquiterpenes, for example, trans-anethole, eugenol, β-eudesmol, farnesol, β-caryophyllene and β-caryophyllene oxide, which are present in many essential oils, were examined for their antiviral activity against herpes simplex virus type 1 (HSV-1) in vitro. Antiviral activity was analyzed by plaque reduction assays and mode of antiviral action was determined by addition of the drugs to uninfected cells, to the virus prior to infection or to herpesvirus-infected cells. Star anise oil reduced viral infectivity by >99%, phenylpropanoids inhibited HSV infectivity by about 60-80% and sesquiterpenes suppressed herpes virus infection by 40-98%. Both, star anise essential oil and all isolated compounds exhibited anti-HSV-1 activity by direct inactivation of free virus particles in viral suspension assays. All tested drugs interacted in a dose-dependent manner with herpesvirus particles, thereby inactivating viral infectivity. Star anise oil, rich in trans-anethole, revealed a high selectivity index of 160 against HSV, whereas among the isolated compounds only β-caryophyllene displayed a high selectivity index of 140. The presence of β-caryophyllene in many essential oils might contribute strongly to their antiviral ability. These results indicate that phenylpropanoids and sesquiterpenes present in essential oils contribute to their antiviral activity against HSV.

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Curcumina. Importante componente do açafrão-da-terra impede que o flúor destrua seu cérebro

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Conhecido por muitos nomes, açafrão-da-terra, cúrcumã e turmérico, esse incrível tempero tem um componente muitíssimo valioso: a curcumina!

Na Laszlo o encontramos no absoluto de turmérico e tb na minha sinergia favorita: o Oxyclean.

Leia no texto mais uma das incríveis ações que a curcumina faz em nosso organismo.

flúor é hoje encontrado em toda parte, desde antibióticos à água potável,  panelas antiaderentes, pasta de dente, tornando a exposição a esta substância tóxica inevitável. Mais uma razão para que a nova pesquisa comprovando que este tempero comum pode evitar danos do flúor seja tão promissora!

A neurotoxicidade do flúor tem sido objeto de debate acadêmico durante décadas, e agora é uma questão de controvérsia cada vez mais exaltada entre o público em geral também. Desde “teorias da conspiração” sobre ele ter sido usado pela primeira vez em água potável em campos de concentração russos e nazistas à lobotomia química em prisioneiros, de suas agora bem conhecidas propriedades de diminuir o QI, à sua capacidade de aumentar a  calcificação da glândula pineal  – o tradicional “assento da alma”- muitos ao redor do mundo, e cada vez mais nas regiões fortemente fluoretadas dos Estados Unidos, estão começando a se organizar em nível local e estadual  para derrubar este onipresente tóxico da água potável.

Agora, um novo estudo publicado na Pharmacognosy Magazine, intitulado “A curcumina atenua a neurotoxicidade induzida pelo flúor: Uma evidência in vivo“, adiciona suporte experimental para a suspeita de que o flúor é na verdade uma substância prejudicial ao cérebro, revelando ainda que um agente natural  derivado do Curry, o tempero natural, protege contra os vários efeitos danosos sobre a saúde associados com este composto tóxico.

O estudo é de autoria de pesquisadores do Departamento de Zoologia da Universidade College of Science, ML Sukhadia University, Udaipur, na Índia, que passaram a última década investigando os mecanismos pelos quais o flúor induz mudanças neurodegenerativas graves no cérebro de mamíferos, particularmente em células de hipocampo e córtex cerebral . [i]  [ii]

O estudo começa por descrever o cenário histórico sobre a preocupação com a toxicidade significativa e abrangente do flúor:

O flúor (F) é provavelmente o primeiro íon inorgânico que chamou a atenção do mundo científico por seus efeitos tóxicos e agora a toxicidade do Flúor através da água potável é bem reconhecida como um problema global. Os relatórios do efeito sobre a saúde em matéria de exposição ao flúor também incluem vários tipos de câncer, atividades reprodutivas adversas, cardiovasculares e doenças neurológicas. [1,2] ”

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O estudo focou na neurotoxicidade induzida pelo flúor, identificando a excitoxicidade (estimulação do neurônio ao ponto de morte) e o estresse oxidativo como os dois principais fatores de neurodegeneração (degeneração dos neurônios). Tem sido observado que os pacientes com a condição conhecida como fluorose, manchas no esmalte dos dentes causadas por exposição excessiva ao flúor durante o desenvolvimento dos dentes, têm também mudanças neurodegenerativas associadas com uma forma de estresse oxidativo conhecido como peroxidação lipídica (rancidez). O excesso de peroxidação lipídica no cérebro pode levar a uma diminuição no conteúdo total de fosfolípido no cérebro. Devido a estes mecanismos conhecidos do fluoreto associado à neurotoxicidade e neurodegeneração, os pesquisadores identificaram o polifenol primário na especiaria cúrcuma (usado no Curry) – conhecido como curcumina – como um agente ideal que vale a pena ser testado como uma substância neuroprotetora. As pesquisas anteriores sobre a curcumina indicam que ele é capaz de se ativar como um antioxidante em três formas distintas pela proteção contra: 1) o oxigênio singlete 2) radicais hidroxila e 3) os danos dos radicais superóxidos. Além disso, a curcumina parece aumentar a produção de glutationa endógena no cérebro, um importante sistema de defesa antioxidante.

A fim de avaliar os efeitos neurotóxicos do flúor e provar o papel protetor da curcumina contra ela, os pesquisadores dividiram aleatoriamente os ratos em quatro grupos, por 30 dias:

1 – Controle (sem flúor)

2 – Flúor (120 ppm): o flúor foi dado na água de destilada e água potável, sem restrições.

3 – Flúor (120 ppm/30 mg/kg de peso corporal) + curcumina: uma dose oral de curcumina dissolvida em azeite junto com fluoreto na água potável

4 – Curcumina: (30 mg/kg de peso corporal)

A fim de determinar o efeito do tratamento, os pesquisadores mediram o teor de malondialdeído (MDA) nos cérebros dos diferentes ratos tratados. O MDA é um marcador bem conhecido do dano do stress/dano oxidativo.

Como era de esperar, o flúor (F) como único tratamento de grupo apresentou significativamente elevados níveis de MDA contra o grupo de controle tratado sem flúor. O grupo flúor + curcumina compreendeu níveis reduzidos de MDA comparado com o grupo que recebeu apenas flúor, demonstrando atividade neuroprotetora da curcumina contra a neurotoxicidade associada ao flúor.

O estudo concluiu que:

Nosso estudo, portanto, demonstra que a dose única diária de 120 ppm de flúor resulta em aumentos muito significativos no POT [peroxidação lipídica, ou seja, a rancidez do cérebro], bem como alterações neurodegenerativas em neurônios de regiões selecionadas do hipocampoA suplementação com curcumina reduz significativamente o efeito tóxico do flúor para perto do nível normal, aumentando a defesa antioxidante através da sua propriedade depuradora e proporcionando uma evidência de ter função terapêutica contra a neurodegeneração do stress oxidativo medido“.

Discussão

Isto está longe de ser o primeiro estudo a demonstrar as notáveis ​​propriedades de preservação cerebral da curcumina. Do ponto de vista da pesquisa primária isolada, há  mais de duzentos trabalhos de revisão por pares publicados, indicando que a curcumina é um agente neuroprotetor. Em nosso próprio banco de dados sobre a cúrcuma, temos 115 artigos que provam essa afirmação: a cúrcuma protege o cérebro. Temos também exposto estudos sobre a capacidade da cúrcuma em proteger e restaurar o cérebro:

Como cúrcuma pode salvar o envelhecimento cerebral da demência e morte prematura (inglês)

Cúrcuma Produz ‘notável’ recuperação em pacientes de Alzheimer (inglês)

Considerando os muitos insultos químicos que enfrentamos diariamente no mundo pós-industrial, a cúrcuma pode muito bem ser a erva mais importante do mundo, com mais de 600 aplicações na saúde baseadas em evidências.

Referências:

[I]  Bhatnagar M, P Rao, Saxena A, Bhatnagar R, Meena P, Barbar S. As mudanças  bioquímicas no cérebro e outros tecidos de ratos adultos jovens do sexo feminino a partir do flúor na sua água potável. Flúor. 2006; 39: 280-4. [lista de Ref]

[Ii]  Bhatnagar M, Sukhwal P, Suhalka P, Jain A, C Joshi, Sharma D. Os efeitos de flúor na água potável sobre os neurônios diaforase NADPH na parte frontal do cérebro de camundongos: Um possível mecanismo de neurotoxicidade do flúor. Flúor. 2011; 44: 195-9. [lista de Ref]

Fontes:

– The Mind Unleashed: The Spice That Prevents Fluoride From Destroying Your Brain
– [ESTUDO] NCBI: Curcumin attenuates neurotoxicity induced by fluoride: An in vivo evidence
– GreenMedInfo: How Turmeric Can Save the Aging Brain From Dementia and Premature Death
– GreenMedInfo: Turmeric Produces ‘Remarkable’ Recovery in Alzheimer’s Patients

Leia mais: http://www.noticiasnaturais.com/2014/11/curcumina-curry-o-tempero-que-impede-que-o-fluor-destrua-o-seu-cerebro/#ixzz3In8AZrFs

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