Atendimento gratuito em São Paulo de Leitura Tache e Tarot (A Ponte)

Le Tache  e tarot

 

Queridos amigos de São Paulo, após o lindo curso Leitura Tache e tarot de de Marseille em que aprendemos um ensinamento incrível e precioso, nós da Pria estamos oferecendo gratuitamente pequenas sessões de 20 minutos para nossos amigos.

Nos dias 17/04/2015 (sexta-feira), 24/04/2015 (sexta-feira) e dia 28/04/2015 (terça feira), esses atendimentos acontecerão ao longo do dia.

Para agendar seu horário, por favor envie um email para Carol em info@pria.com.br

Aguardamos vocês aqui!

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Parabéns, meninas!

1 turma de saboaria

Quero usar este espaço para dar o parabéns à essa turma linda, que aprendeu a saboaria artesanal pelo método cold process neste fim de semana.

Parabéns meninas, amei o fim de semana e mal posso esperar o tempo de cura para ver como ficaram suas barras de sabão!

E você? Também quer aprender a fazer sabão artesanal? Veja nosso calendário de cursos e programe-se!

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Está chegando!! Psicoaromaterapia e o sistema dos 13 aromas

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Mais um curso que amo está chegando!

Psicoaromaterapia e o sistema dos 13 aromas com Lenira Santana.
Dias 25 e 26 de Abril. Faça logo sua inscrição neste link: http://www.pria.com.br/#!psicoaromaterapia/c13gp

Objetivos do Curso

• O objetivo da Psico-aromaterapia é aliviar, harmonizar e liberar sentimentos.
• Conscientizar na mudança de emoções e atitudes.
• Os estados emocionais, eventuais problemas ou predisposições físicas se revelam na preferência olfativa da pessoa.
• Quase sempre, a escolha olfativa do primeiro encontro, não se repete noutro, visto que, a vida não é estática, acontecem “transformações” e/ou o tratamento anterior deverá ter tido sucesso.
• O ser humano está sempre em busca do equilíbrio!
• O sistema é fácil de aprender e rápido de aplicar.
• Evita você cheirar um monte de aromas – somente treze.
• Revela o quadro geral da pessoa no plano físico e emocional e, em que emoção ou tipo de atitude, a pessoa “estagnou”;
• Simultaneamente, indica os óleos essenciais que vão ajudar a dissolver esta “estagnação.”
• Acrescenta-se, a isto, o estudo da “assinatura” das plantas das quais são extraídos os óleos: a maneira como a planta se apresenta, traduz o tipo de atitude que ela em nós desperta ou que ela nos ajuda a superar.
• No enfoque da Psico-aromaterapia são estudados 13 óleos essenciais e sua atuação nos estados emocionais.
• O conjunto destes 13 óleos forma o Sistema dos 13 Aromas, elaborado por um biólogo alemão (Gümbel, Ph.D.,Dietrich: Principles of holistis therapy withher balessences. –Editions Haug Internacional), e que consiste, num método conciso para fazer um check-up emocional / físico para saber com precisão o aroma que a pessoa está necessitando.
Baseia-se em:
• A ação desses 13 aromas cobre todos os órgãos e sistemas do organismo. É um resumo da ação de todos os aromas;
• O olfato faz a gente se apaixonar pelos aromas de cujos princípios ativos nosso corpo está precisando mais. O olfato é regido pelo cérebro, nosso computador central, que sabe tudo!
• O sistema é formado por seis pares de ação antagônico-complementares (yin/yang) + um coringa. Cada par checa / trata determinados órgãos, funções, chakras(e emoções associadas);
• Segundo a Medicina Chinesa, cada órgão corresponde a determinadas emoções.
• Uma vez evidenciado o tipo de problema, o terapeuta, se assim desejar, pode ir além dos treze óleos essenciais, e lançar mão de toda uma gama de outros aromas que tratam detalhes do mesmo assunto evidenciado.

Faça sua inscrição aqui: http://www.pria.com.br/#!psicoaromaterapia/c13gp

Sua cabeça com a cor do abacate

O frio de rachar e a neve incessante não desanimaram os mais de 20 mil cientistas de todo o planeta que discutem as últimas pesquisas sobre alimentação no encontro anual da American Society for Nutrition, que começou ontem, 28 de março, em Boston. Logo de manhã, uma das salas mais concorridas foi a das apresentações sobre carotenoides e retinoides e, entre elas, chamou a atenção a pesquisa exibida pela professora Elizabeth J. Johnson, da Tufts University, nos Estados Unidos. O tema era o … abacate, quem diria. Não, ” doctor” Johnson não choveu no molhado, repetindo aquela história de que você provavelmente já ouviu falar: a de que a gordura do fruto do abacateiro faz bem ao coração, o que, ok, é até verdade. Ela e seus colegas da Tufts estão mesmo é de olho numa tal de luteína. Sim, lembre-se, a sala estava abarrotada de gente que queria saber as novidades sobre carotenoides e retinoides. E a luteína joga nesse time.

Bem, carotenoides e retinoides são pigmentos. Então, já começam a chamar a atenção das pessoas por aí. Ora, foi-se o tempo em que os nutricionistas se debruçavam apenas sobre aquilo que o nome da própria especialidade denuncia, isto é, sobre os nutrientes. Hoje se sabe que existem outras moléculas nos vegetais que, embora não sejam, digamos, da turma clássica de proteínas, gorduras, carboidratos, vitaminas e sais minerais, também agem sobre o nosso organismo. E esses bioativos, como andam sendo chamadas as tais moléculas, por terem vindo à luz da ciência mais recentemente, criam sempre estardalhaço em congressos da área. A luteína que colore o abacate, e que também deixa a gema do ovo amarela, amarela, por exemplo, parece importantíssima para que a nossa cabeça não falhe, especialmente com o passar dos anos.

A cientista americana falou, em entrevista a SAÚDE, sobre a escolha do objeto do seu estudo: “Sabíamos que o abacate tinha luteína, mas queríamos arriscar se ele conseguia aumentar a quantidade dessa substância no cérebro, já que ela faz tremenda diferença para o raciocínio”, disse. Sim, porque aí é que são elas. Sinto informar que há um certo sarcasmo nas pesquisas sobre alimentação e ele atende por outro nominho muito em voga neste evento científico — se você topar engolir mais um termo, já me perdoando, ele é biodisponibilidade. É fácil entender: não adianta um alimento ser cheio de alguma coisa benéfica se o corpo não consegue aproveitá-la. A gema do ovo, já citada, passa a perna no abacate em matéria da bendita luteína. Mas ela mal vai parar na nossa cabeça. Daí que…

Daí que os pesquisadores americanos apostaram na zebra do abacate, que nem tem lá doses tão generosas desse pigmento. Escolheram 20 homens e 20 mulheres, todos cinquentões, para participar do estudo. Eles não tinham nenhum problema de saúde, vale ressaltar, para botar os pinguinhos nos “is” da ciência. E toparam, claro, fazer uma série de testes de memória e raciocínio antes da experiência. Depois, metade comeu 100 gramas de abacate por dia, o que fornecia algo como míseros 3 mg da famosa luteína. A brincadeira durou seis meses. Nesse período, a outra metade dos voluntários recebeu um suplemento com 12 mg, isto é, quatro vezes mais dessa substância. Claro que o suplemento mandou para as alturas a taxa de luteína no sangue, enquanto ela mal se mexeu com a porção de abacate. Ah, mas na cabeça a história foi outra: a luteína do suplemento mal e mal conseguiu entrar no cérebro, enquanto o abacate parece ter multiplicado por quatro a quantidade dessa molécula na massa cinzenta.

Talvez você se pergunte como os cientistas sabem que a luteína da fruta ganhou passe livre para atuar nos neurônios do cérebro e melhorar seu funcionamento. Simples e fascinante: por meio de um equipamento que lembra aqueles de exames no oftalmologista, é possível mensurar a quantidade de luteína na mácula, a área central da retina, no fundo dos olhos. E o fundo dos olhos, fique sabendo, é uma espécie de extensão do seu cérebro, dedurando o que está ali dentro. Não à toa, quando os voluntários que comeram abacate repetiram os testes de memória, apresentaram uma incrível melhora no resultado em comparação com os demais. Assim como aumentaram, e muito, a capacidade de resolver diversos problemas.

A suspeita agora é a seguinte: o abacate, diferentemente de outras fontes de luteína, também aumenta as taxas de HDL, o colesterol bom. E esse colesterol bom ajudaria o pigmento a passar pela barreira que a nossa massa cinzenta tem para não deixar qualquer coisa invadir seu território. “Com as pessoas vivendo cada vez mais, descobrir alimentos acessíveis capazes de brecar o declínio da mente com o tempo é fundamental”, resume Elizabeth Johnson. Pra refrescar a memória, se você ainda não está comendo abacate, a porção é de 100 gramas diários. Lúcia Helena de Oliveira, diretamente de Boston para quem segue SAÚDE aqui, no Face. E não deixe de acompanhar mais novidades do maior evento mundial da Nutrição em nosso site, logo mais.

Fonte: revista Saúde

 

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Óleos essenciais de madeiras nobres: Madeira do Sião

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Madeira do Sião (Pemou wood)
Fokienia hodginsii

Conheça o cheiro das florestas e templos budistas do Vietnã!

Este é um óleo essencial raro que é muito valorizado pelos perfumistas por seu efeito fixador de perfumes. O seu aroma é um de beleza sutil, que à medida que amadurece no ar com suas notas cremosas e balsâmicas, continua a manifestar-secom uma nota rica de cedro ao fundo. Após um período de várias horas, depois de disperso num quarto, quando se retorna a ele obtém-se uma melhor noçãode sua beleza, lembrando o perfume rico de antigos templos ou palácios cujas paredes irradiam um delicado e preciso buquê aromático de florestas. 

É obtido no Sião e no Vietnã das grossas e amadeiradas raízes de uma espécie de hinoki (cipreste de Fujian) que sobram após a derrubada das árvores para extração da madeira para fabricação de móveis e que também é usada na construção de casas e templos religiosos na região. È uma árvore de vida longa, podendo existir por 600 anos.

Possui em 40% o raro composto fokienol, que lhe dá um aroma balsâmico, cremoso, diferente dos cedros comuns, além de possuir cerca de 30% de nerolidol, componente de ação hormonal que age tonificando as gônadas, diminuindo a astenia sexual e falta de vitalidade8. Este efeito também se tem com o óleo de cabreuva que contém mais de 80% de nerolidol, mas, contudo por não ter o fokienol, tem um aroma menos amadeirado.

Em muitas plantas o nerolidol tem um efeito de estímulo em seu desenvolvimento, aumentando a produção de folhas, estimulando a florada e formação de talos.

O fokienol é um álcool sesquiterpênico altamente sedativo do sistema nervoso, com ações similares ao santalol do sândalo.

Seu aroma relaxa, tranquiliza a mente equilibrando os hemisférios cerebrais, diminui a ansiedade, facilita colocar em ordem os pensamentos para a tomada de decisões, além de facilitar a meditação e introspecção pelo seu aroma que lembra incenso em ambientes. Em massagens, além de promover relaxamento este óleo age como anti-inflamatório e analgésico. Pode ser empregado em substituição ao cedro, amyris e sândalo, apesar de seu aroma único diferente destes outros óleos.

O óleo de madeira do Sião é também um potente repelente de artrópodes7, mostrando potencial especial contra a mosca doméstica (Musca domestica L.)1. Óleos com teor alto de fokiennol e nerolidol possuem destacadas propriedades antifúngicas e antimicrobiais2,6. Foi observado em um estudo3 que o componente nerolidol foi capaz de reduzir a ação prejudicial da Leishmaniose em animais. O nerolidol também possui ação sensibilizadora em bactérias como a E. coli aumentando a eficácia de antibióticos4 e possui destacável potencial de uso no tratamento de úlceras estomacais5.

Resumo de indicações/propriedades:

– Afrodisíaco e estimulante sexual +++
– Relaxante dos nervos, sedativo, ansiolítico +
– Astenia sexual ++
– hidratação de peles secas +++
– Acne, eczemas, dermatites ++
– Dores musculares, inflamações em geral +++
– Antifúngico e antimicótico +++
– Anti-ulcerativo ++++
– Cicatrizante ++++
– Facilitador da meditação ++
– Tonificante do desenvolvimento foliar vegetal +
– Tonificante capilar

Textos: Fabian Laszlo

O óleo essencial madeira do sião você encontra na pria – http://www.pria.com.br

Referências:

  1. Paluch, Gretchen E. et al. Amyris and Siam-wood Essential Oils: Insect Activity of Sesquiterpenes. Pesticides in Household, Structural and Residential Pest Management Chapter 2, pp 5–18
    2. Daniellia, Letícia J et al. Antidermatophytic activity of volatile oil and nanoemulsion of Stenachaenium megapotamicum (Spreng.) Baker. Industrial Crops and Products Volume 50, October 2013, Pages 23–28
    3. Arruda, Denise C. et al. Antileishmanial Activity of the Terpene Nerolidol. Antimicrob. Agents Chemother. May 2005 vol. 49 no. 5 1679-1687
    4. Byron F.et al. Sensitization of Staphylococcus aureus and Escherichia coli to Antibiotics by the Sesquiterpenoids Nerolidol, Farnesol, Bisabolol, and Apritone. Antimicrob. Agents Chemother. October 2003 vol. 47 no. 10 3357-3360
    5. Klopell, Fernando Canani et al. Nerolidol, an Antiulcer Constituent from the Essential Oil of Baccharis dracunculifolia DC (Asteraceae). Z. Naturforsch. 62 c, 537Ð542 (2007)
    6.Lee, Sook-Jin et al. Antifungal Effect of Eugenol and Nerolidol against Microsporum gypseum in a Guinea Pig Model. Biological and Pharmaceutical Bulletin Vol. 30 (2007) No. 1 P 184-188
    7. http://stories.cals.iastate.edu/archives/2009fall/joelCoats.php
    8. Franchomme, Pierre & Penoel, Daniel. L’aromathérapie exactement Broché. Roger Jollois Editeur

 

RAVENSARA MUDOU DE NOME BOTÂNICO

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O óleo essencial de Ravensara aromática você encontra na Pria – http://www.pria.com.br

Informamos a todos que em rótulos futuros da Laszlo, o nome científico da ravensara estará diferente visando se adequar às novas normas de nomenclatura botânica.
O nome botânico correto atualmente é

Cryptocarya agathophylla van der Werff
(Adansonia 30, 2008 – A new species and new combinations in Cryptocarya from Madagascar)

Sendo os seguintes nomes sinônimos:

Agathophyllum aromaticum Willd. Synonym M WCSP (in review) 2012-03-23
Agathophyllum ravensara Mirb. ex Steud. Synonym M WCSP (in review) 2012-03-23
Evodia aromatica (Sonn.) Pers. Synonym M WCSP (in review) 2012-03-23
Evodia ravensarae Gaertn. Synonym M WCSP (in review) 2012-03-23
Ravensara aromatica Sonn. Synonym M WCSP (in review) 2012-03-23

Como a ravensara aromática é o óleo das folhas e ravensara anisata da madeira, ambos da mesma planta, passamos assim a utilizar apenas o nome Cryptocarya agathophylla

Erronemente pessoas no mercado de óleos essenciais “inventaram” no passado o nome Ravensara anisata, termo este, “anisata”, inexistente e nunca publicado ou reconhecido pela botânica mundial por se tratar da mesma planta, ou seja, uma planta não tem nome científico para madeira e outro para folhas.

Para quem não conhece o óleo de ravensara, segue breve descrição abaixo.

Ateciosamente,

Fabian Laszlo

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Ravensara é um óleo essencial oriundo de Madagascar da espécie Cryptocarya agathophylla. O óleo das folhas é um dos óleos anti-infecciosos mais eficazes na aromaterapia, especialmente quando o que se está tratando é um agente viral, com a vantagem, não apresenta a alta toxidade, sendo bem tolerada inclusive por crianças. É considerado um dos melhors óleso para tratar de gripes. Existe tanto óleo obtido das folhas e da madeira, não devendo-se confundir ambos. O óleo da madeira possui alto teor de anetol, sendo chamado comumente de Ravensara anisata.

Ravensara aromática (ravensara folhas) possui indicações, de acordo com livros franceses, em:

Rinofaringite ++
Sinusite ++
Bronquite +++
Coqueluche
Antiinfeccioso +++
Gripe +++
Hepatites virais (tipo C)
Enterite viral, cólera
Herpes simplex e zóster ++++
Varicela, tifo exantemático
Mononucleose infecciosa ++++
Peste, problemas neuromusculares, insônia ++++
Fadiga muscular e dos nervos
Cansaço mental (para estudos)

A variedade Ravensara anista (ravensara madeira) possui indicações em:

menopausa +++
cólicas menstruais +++
TPM ++++
Distúrbios digestivos +
Gases +
Antiespasmódico neuromuscular ++
Sedativo do sistema nervoso +

ÓLEOS DISPONÍVEIS NA

LASZLO
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O MAGESTOSO ÓLEO DE NOOTKA TREE

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O óleo de nootka você encontra na Pria: www.pria.com.br

texto por Fábian Laszlo

Conheça o óleo essencial da árvore que a madeira não apodrece!

“O nome nootka provém da tribo nootka (Nootka, Nutka, Aht, Nuuchahnulth), indígenas que vivem em Vancouver no pacífico noroeste do Canadá.”
“Esta árvore é uma das espécies de coníferas mais evoluídas que se conhece, um verdadeiro salto “quântico” na evolução destas espécies e teria surgido em período mais recente, talvez algo em torno de 150-200 milhões de anos. Unir nootkateno e valenceno (sesquiterpenóides) + nootkatona (cetona) + carvacrol (fenol terpênico) + cavicol (fenol fenilpropânico) permitiu que esta árvore gerasse um óleo essencial em sua madeira único e extremamente raro, com um potencial antimicrobial elevado de defesa, de ação cicatrizante em situações de lesão e de ampla capacidade conservadora e regeneradora de seus tecidos.”

“Este óleo essencial traz à tona no indivíduo sua força interior perdida, resgatando a vontade de lutar pela vida, fortalecendo sua tomada de iniciativa, capacidade de se defender e preservar-se diante das adversidades e pessoas invasivas.”

“Ambos os componentes nootkatona e carvacrol presentes neste óleo, formam uma sinergia única para emagrecimento podendo ser utilizados em géis ou cremes de massagem redutora. O carvacrol demonstrou ser capaz de reverter a atividade indutora de genes envolvidos com a obesidade e inflamação em ratos ingerindo dieta elevada em gorduras48. Ele age emagrecendo e desinflamando os tecidos, proporcionando redução de peso. Este componente também tem se mostrado um potente agente anticancerígeno em outros estudos49,50,51 e possui forte efeito antioxidante51.”
“A nootkatona já por outro lado, ativa o sistema AMPK que controla o metabolismo de energia, tratando da síndrome metabólica que leva a obesidade. Seu uso na dieta demonstrou capacidade de aumentar a termogênese corporal, reduzindo o ganho de peso, acúmulo de gordura abdominal, hiperglicemia, hiperinsulinemia, hiperleptinemia em ratos ingerindo doses de 0,2% quando comparado ao grupo controle52.”

Leia o artigo completo em:

http://laszlo.ind.br/campanhas/O_Majestoso_Oleo_de_Nootka_tree_Laszlo.pdf

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