ÓLEO DE LARANJA REDUZ ANSIEDADE DURANTE TRABALHO DE PARTO

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O trabalho de parto é um momento extremamente estressante para a mulher e meios naturais que possam reduzir a ansiedade são muito positivos neste momento. E um estudo recentemente publicado numa revista de enfermagem do Irã, mostrou que o óleo essencial de laranja pode ser muito útil neste momento.

Durante a pesquisa clínica que envolveu 100 mulheres, dois grupos foram separados, aquele que utilizou via difusor ambiental o óleo de laranja e o grupo controle que utilizou apenas água destilada. Apesar de ambos os grupos terem uma redução psicológica da ansiedade após a intervenção, a redução da ansiedade foi maior no grupo que utilizou o óleo de laranja.

O estudo concluiu considerando que o óleo de laranja é uma opção barata, segura e agradável ao uso por mulheres durante o trabalho de parto, através de difusores de ambiente, para o alívio da ensiedade.

Fábián László
Cientista aromatólogo

Referência: Rashidi-Fakari F, Tabatabaeichehr M, Mortazavi H. The effect of aromatherapy by essential oil of orange on anxiety during labor: A randomized clinical trial. Iran J Nurs Midwifery Res. 2015 Nov-Dec;20(6):661-4.

Leia mais sobre óleos essenciais durante o parto e gravidez, artigo de André Ferraz:
http://laszlo.ind.br/campanhas/OLEOS_ESSENCIAIS_NA_GESTAÇÃO_Andre_Ferraz.pdf

Óleo essencial de laranja você encontra na

 

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Imagem (parto humanizado): http://womansplaining.com.br/parto-humanizado-e-o-servico-de-doulas-desmistificando/

ÓLEO DE ALCARÁVIA AUMENTA HORMÔNIO DA TIREÓIDE

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A alcarávia (Carum carvi), chamada em inglês de caraway, possui um óleo obtido de suas sementes e rico no componente carvona, uma cetona de ação calmante e sedativa. É conhecido por ter propriedades digestivas e estrogênicas (muito parecidas com as do funcho). É usada no alívio de cólicas intestinais e menstruais por ser antiespasmódica.

Uma pesquisa de 2010 mostrou que o uso prolongado de extrato da alcarávia em altas doses, pode ocasionar hipertiroidismo com aumento do T3, T4 e diminuição do TSH. Os cientistas ainda não descobriram exatamente o mecanismo que causa este efeito, mas suspeita-se que o componente carvona, presente em alta concentração no óleo essencial, seja o responsável por este efeito. Desta forma, o óleo essencial de alcarávia mostra-se como tendo potencial terapêutico auxiliar no hipotireoidismo, mas é definitivamente contra-indicado em casos de hipertireoidismo, pois pode agravar o quadro. A dosagem correta para tratamento de distúrbios da tireóide não é conhecida ainda, mas é possível que algum efeito positivo se tenha com inalações e outras formas de uso. Futuras pesquisas são necessárias neste sentido.

Vale ressaltar que o óleo de alcarávia não substitui o hormônio da tireóide em quem faz reposição hormonal. Se você tem algum problema de saúde, oriente-se com seu médico.

Autor:Fabian LaszloCientista aromatólogo

Referência:Dehghani, F. et al. Effect of hydroalcoholic extract of caraway on thyroid gland structure and hormones in female rat. Iranian Journal of Veterinary Research, Shiraz University, Vol. 11, No. 4, Ser. No. 33, 2010

Outro artigo relevante: TIREOIDE E ÓLEOS ESSENCIAIShttps://www.facebook.com/laszlobrasil/photos/a.209468372457449.46847.208799552524331/604235052980777/?type=1&theater

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Vauban: O bairro que recicla, gera energia, quase não tem carros e tem gente feliz

Por Vitor Vieira

Atualmente cada vez mais cidades vêm aderindo ao conceito de sustentabilidade, criando propostas que melhoram a qualidade de vida, reduzindo a poluição, reutilizando e reciclando materiais, racionalizando uso de água e energia e gradualmente tornando a cidade cada vez mais integrada à comunidade com lugares para interação social, melhoria da mobilidade urbana, diminuindo a segregação social e principalmente a gentrificação.

O bairro de Vauban, na cidade de Freiburg, na Alemanha se tornou um modelo de cidade sustentável. O projeto começou em meados dos anos 90 em um terreno onde era base militar francesa nomeada em homenagem ao engenheiro militar francês Sébastien Le Prestre de Vauban. Em 1993 iniciou-se o planejamento do bairro, e já nos anos de 1995 e 1996 foram feitos encontros comunitários para conscientização sobre o uso de energia. Em 1998 começaram as primeiras construções e em 2006 o projeto de Vauban estava concluído e funcionando!

Planejada para até 5.000 habitantes, o bairro teve suas casas construídas para funcionar como micro usinas de geração de energia elétrica. Essa geração de energia não só supre às necessidades do local como gera créditos, ou seja, as casas geram mais energia do que consomem (cerca de 4 vezes) e toda essa energia excedente é repassada para rede pública.

Além da tecnologia em prol da sustentabilidade, todas as construções foram pensadas sobre os conceitos do bioclimatismo. No verão, com a posição aparente do sol em ângulo mais alto, as varandas servem para impedir a entrada direta de calor, já no inverno, com a insolação em um ângulo mais baixo, as grandes janelas permitem a passagem de iluminação natural sem comprometer o conforto ambiental interno. Essas janelas são compostas por camadas de vidro para isolar o calor dentro da edificação e muitos dos prédios ainda possuem coletores solares ou placas fotovoltaicas. Além disso, as coberturas possuem sistemas de captação de água da chuva, que é utilizada para irrigação de jardins e uso em vasos sanitários.

A reciclagem é outro aspecto exemplar de Vauban. Todos os resíduos gerados são totalmente separados em coletores espalhados pela cidade e cerca de 65% desses resíduos são reciclados.

Para evitar a circulação de automóveis nas ruas, foram criados estacionamentos para visitantes nas vias periféricas, fazendo da caminhada e da bicicleta as ferramentas de locomoção oficiais do local. Para facilitar ainda mais a mobilidade foram determinadas áreas de ciclovias que cortam praticamente todas as ruas do bairro, juntamente com os “trams”, aqueles bondes que andam sobre tapetes de grama.

A adoção dessa conjunto de ações sustentáveis planejadas fez com que, em 2009, cerca de 70% das famílias escolhessem viver sem o uso de automóvel e de maneira muito mais harmônica com o ambiente.

Imagens via: Wikimedia / Ellen Macarthur Foundation / Material Semiotic / FCS

publicado em arquiteturasustentavel.org

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ÓLEO ESSENCIAL DE ARRUDA – Muito mais do que só um óleo para mau olhado

CONHEÇA AS MAGNÍFICAS PROPRIEDADES DO ÓLEO ESSENCIAL DE ARRUDA NESTE SUPER ARTIGO

Link para baixar: http://www.laszlo.ind.br/campanhas/OLEO-DE-ARRUDA-LASZLO.pdf

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ANIMAIS PENSAM E SENTEM COMO HUMANOS

ANIMAIS PENSAM E SENTEM COMO HUMANOS SEGUNDO PESQUISA DE NEUROCIENTISTA, QUE APRESENTOU UM PROJETO EM PARCERIA COM O FÍSICO STEPHEN HAWKING, DE 70 ANOS, NUMA NUMA CONFERÊNCIA NOS EUA.

“Não é mais possível dizer que não sabíamos”, diz Philip Low
Estruturas do cérebro responsáveis pela produção da consciência são análogas em humanos e outros animais, dizem neurocientistas

FONTE: http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/nao-e-mais-possivel-dizer-que-nao-sabiamos-diz-philip-low

São Paulo – O neurocientista canadense Philip Low ganhou destaque no noticiário científico depois de apresentar um projeto em parceria com o físico Stephen Hawking, de 70 anos. Low quer ajudar Hawking, que está completamente paralisado há 40 anos por causa de uma doença degenerativa, a se comunicar com a mente.

Os resultados da pesquisa foram revelados no último sábado (7) em uma conferência em Cambridge. Contudo, o principal objetivo do encontro era outro. Nele, neurocientistas de todo o mundo assinaram um manifesto afirmando que todos os mamíferos, aves e outras criaturas, incluindo polvos, têm consciência. Stephen Hawking estava presente no jantar de assinatura do manifesto como convidado de honra.

Low é pesquisador da Universidade Stanford e do MIT (Massachusetts Institute of Technology), ambos nos Estados Unidos. Ele e mais 25 pesquisadores entendem que as estruturas cerebrais que produzem a consciência em humanos também existem nos animais. “As áreas do cérebro que nos distinguem de outros animais não são as que produzem a consciência”, diz Low, que concedeu a seguinte entrevista ao site de VEJA:

Veja.com – Estudos sobre o comportamento animal já afirmam que vários animais possuem certo grau de consciência. O que a neurociência diz a respeito?

Philip Low – Descobrimos que as estruturas que nos distinguem de outros animais, como o córtex cerebral, não são responsáveis pela manifestação da consciência. Resumidamente, se o restante do cérebro é responsável pela consciência e essas estruturas são semelhantes entre seres humanos e outros animais, como mamíferos e pássaros, concluímos que esses animais também possuem consciência.

Veja.com – Quais animais têm consciência?

P. L. -Sabemos que todos os mamíferos, todos os pássaros e muitas outras criaturas, como o polvo, possuem as estruturas nervosas que produzem a consciência. Isso quer dizer que esses animais sofrem. É uma verdade inconveniente: sempre foi fácil afirmar que animais não têm consciência. Agora, temos um grupo de neurocientistas respeitados que estudam o fenômeno da consciência, o comportamento dos animais, a rede neural, a anatomia e a genética do cérebro. Não é mais possível dizer que não sabíamos.

Veja.com – É possível medir a similaridade entre a consciência de mamíferos e pássaros e a dos seres humanos?

P. L. – Isso foi deixado em aberto pelo manifesto. Não temos uma métrica, dada a natureza da nossa abordagem. Sabemos que há tipos diferentes de consciência. Podemos dizer, contudo, que a habilidade de sentir dor e prazer em mamíferos e seres humanos é muito semelhante.

Veja.com – Que tipo de comportamento animal dá suporte à ideia de que eles têm consciência?

P. L. – Quando um cachorro está com medo, sentindo dor, ou feliz em ver seu dono, são ativadas em seu cérebro estruturas semelhantes às que são ativadas em humanos quando demonstramos medo, dor e prazer. Um comportamento muito importante é o autorreconhecimento no espelho. Dentre os animais que conseguem fazer isso, além dos seres humanos, estão os golfinhos, chimpanzés, bonobos, cães e uma espécie de pássaro chamada pica-pica.

Veja.com – Quais benefícios poderiam surgir a partir do entendimento da consciência em animais?

P. L. – Há um pouco de ironia nisso. Gastamos muito dinheiro tentando encontrar vida inteligente fora do planeta enquanto estamos cercados de inteligência consciente aqui no planeta. Se considerarmos que um polvo — que tem 500 milhões de neurônios (os humanos tem 100 bilhões) — consegue produzir consciência, estamos muito mais próximos de produzir uma consciência sintética do que pensávamos. É muito mais fácil produzir um modelo com 500 milhões de neurônios do que 100 bilhões. Ou seja, fazer esses modelos sintéticos poderá ser mais fácil agora.

Veja.com – Qual é a ambição do manifesto?

P. L. – Os neurocientistas se tornaram militantes do movimento sobre o direito dos animais? É uma questão delicada. Nosso papel como cientistas não é dizer o que a sociedade deve fazer, mas tornar público o que enxergamos. A sociedade agora terá uma discussão sobre o que está acontecendo e poderá decidir formular novas leis, realizar mais pesquisas para entender a consciência dos animais ou protegê-los de alguma forma. Nosso papel é reportar os dados.

Veja.com – As conclusões do manifesto tiveram algum impacto sobre o seu comportamento?

P. L. – Acho que vou virar vegetariano. É impossível não se sensibilizar com essa nova percepção sobre os animais, em especial sobre sua experiência do sofrimento. Será difícil, adoro queijo.

Veja.com – O que pode mudar com o impacto dessa descoberta?

P. L. – Os dados são perturbadores, mas muito importantes. No longo prazo, penso que a sociedade dependerá menos dos animais. Será melhor para todos. Deixe-me dar um exemplo. O mundo gasta 20 bilhões de dólares por ano matando 100 milhões de vertebrados em pesquisas médicas. A probabilidade de um remédio advindo desses estudos ser testado em humanos (apenas teste, pode ser que nem funcione) é de 6%. É uma péssima contabilidade. Um primeiro passo é desenvolver abordagens não invasivas. Não acho ser necessário tirar vidas para estudar a vida. Penso que precisamos apelar para nossa própria engenhosidade e desenvolver melhores tecnologias para respeitar a vida dos animais. Temos que colocar a tecnologia em uma posição em que ela serve nossos ideais, em vez de competir com eles.

 

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ACNE EM ANIMAIS (CÃES E GATOS)

 

 

 

 

Por Martha Follain

“Os animais são meus amigos… e eu não como meus amigos.” – George Bernard Shaw (1856-1950), dramaturgo, romancista, contista, ensaísta e jornalista irlandês – Nobel de Literatura em 1925

Acne ou foliculite é uma irritação dos folículos por onde nascem os pelos. Pode aparecer no queixo, focinho e lábio inferior, na forma de protuberâncias (pontos pretos ou comedões) que se formam devido à obstrução das glândulas sebáceas. Esses pontos pretos são resultantes de uma super atividade das mesmas, causando dor e incômodo, levando o animal a se coçar frequentemente e esfregar o focinho no chão, móveis e paredes, tentando aliviar o desconforto. É uma patologia dermatológica que pode afetar gatos e cães de pelagem curta de ambos os sexos. Pode ocorrer em animais mais novos, durante o primeiro ano de vida, devido a alterações hormonais naturais.

A doença pode manifestar-se em vários graus. Os bichos podem apresentar uma acne suave, sem maiores complicações. Mas, se não for tratada pode evoluir para uma infecção, devido à contaminação por bactérias: são os casos severos, com irritação e inflamação da pele – a ponta do queixo pode inchar – havendo necessidade de tratamento tópico e/ou uso de antibióticos. A acne pode causar lesões muito parecidas com outras doenças de pele como sarnas, dermatoses causadas por fungos em gatos, dermatites em cães e deve ser propriamente diagnosticada e tratada pelo médico veterinário.
Ainda não se conhece nenhum componente genético que aponte para uma predisposição do animal à acne.

A acne também pode ser resultado de uma reação alérgica ao plástico (alergia de contato). É recomendado o uso de comedouros e bebedouros de cerâmica ou inox, ao invés de vasilhas de plástico. Deve-se ter cuidado com a higiene desses potes. É fundamental lavá-los com água e sabão pelo menos uma vez ao dia, além de escaldá-los quinzenalmente.

Nos gatos persas, há uma forma severa de acne – é a “dermatite facial idiopática dos persas” ou “cara suja”: a pele e os pelos apresentam uma cera escura, com distribuição simétrica na cara (queixo e ao redor dos olhos).
http://www.canaltortuga.com.br/amici/noticias/?acao=lm&tp=2&id=359

Além do tratamento tradicional, Florais de Bach, Fitoterapia, Aromaterapia, etc., podem ajudar.

Texto meramente informativo. O médico veterinário deve ser sempre consultado. Fonte: http://www.floraisecia.com.br

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ÓLEO ESSENCIAL DE SEMENTE DE CENOURA

Conheça o secreto ANTICONCEPCIONAL feminino usado na antiguidade que aumenta também a LIBIDO

Nesta interessante monografia, escrita pelo pesquisador Fábián László, iremos viajar à Era Romana, quando a semente de cenoura era um dos métodos anticoncepcionais empregados pelas antigas mulheres. Pesquisas recentes mostraram os mecanismos de ação da semente de cenoura na fertilidade, sendo apontado seu óleo essencial como o princípio ativo capaz de modular a produção de hormônios, que aumentam a li bido e impedem a ovulação.

Além disso, é discutido neste material sobre as propriedades cosméticas deste óleo; são derrubados mitos que surgiram a respeito deste óleo ter fator proteção solar 40; além de serem estudadas outras propriedades terapêuticas e aspectos energéticos deste magnífico e pouco conhecido óleo essencial.

Para ter acesso às 12 páginas deste material, clique neste link e baixe gratuitamente para leitura:

http://laszlo.ind.br/campanhas/OLEODESEMENTEDECENOURA.pdf

Este artigo científico é a integra de uma série de outros de uma pesquisa maior realizada por este estudioso a ser lançada em livro, brevemente. Aguardem.

Que aprender mais, então participe de um curso da escola de Aromatologia coordenada por este este pesquisador: http://www.ibraromatologia.com.br

Este óleo essencial você encontra para comprar na

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