BENEFÍCIOS DO ÓLEO DE YLANG YLANG NA EPILEPSIA

Uma equipe liderada pelo Dr. T. Betts, consultor neuropsiquiátrico do Hospital Psiquiátrico Rainha Elizabeth em Birmingham, tem demonstrado a utilização do óleo essencial de ylang-ylang, em particular, no tratamento da epilepsia.

Massagem combinada com óleos essenciais específicos, tais como ylang-ylang, lavanda, camomila tem provado ser muito eficaz na redução da frequência das crises vividas pelos voluntários do experimento.

Muitos pacientes quando sabem que um ataque está prestes a acontecer e sabem o que os aciona, cheiram um vidrinho de um óleo essencial em particular, muitas vezes é o suficiente para induzir o efeito profundamente relaxante vivenciado durante a sessões de massagem e interromper uma crise futura.

Dr. Betts também enfatiza as dificuldades do tratamento e do estresse que podem surgir para o terapeuta envolvido com tais pacientes imprevisíveis. Isso só deve ser tentada por profissionais experientes. A técnica não é uma cura milagrosa e requer tempo, compromisso e trabalho duro para o paciente e pode não funcionar: desencorajamos as pessoas que pensam que é uma correção instantânea.

A pesquisa do Dr. Betts está disponível na internet. Procure no Google, digitando “Aromatherapy and epilepsy”
http://www.epilepsy.ie/assets/26/2E6BFAFF-C505-D112-CDE19F58674D64FD_document/Aromatherapy_and_Epilepsy.pdf

Fonte do texto em português AROMAFLORA: http://www.aromaflora.com.br/website/artigo.asp?cod=2142&ssl_pedido_id=1685426&idi=1&moe=206&tipo=A&id_categoria=947&id=19891

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DIMINUIÇÃO DA EMOCIONALIDADE APÓS INALAÇÃO DO ÓLEO ESSENCIAL DE LARANJA

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O óleo essencial de laranja (OEL) e seus constituintes obtidos da Citrus aurantium L. (Rutaceae) têm despertado interesse pela sua ação sedativa e relaxante. No presente estudo, ratos previamente expostos à inalação do OEL nas concentrações de 1,0%; 2,5% e 5,0%, p/v, durante 7 minutos em caixas de acrílico, foram avaliados em dois modelos de ansiedade: labirinto em cruz elevado (LCE) e campo aberto. O OEL na concentração de 2,5% aumentou tanto o tempo de permanência dos animais nos braços abertos do LCE, como o tempo de interação social ativa no campo aberto, tendo sido superior ao grupo padrão diazepam (1,5 mg/kg) ip. A diminuição do grau de emocionalidade dos animais observada nos dois modelos experimentais sugere uma possível ação central, o que está de acordo com o perfil fitoquímico do óleo em estudo o qual mostrou a presença de limoneno (96,24%) e mirceno (2,24%), constituintes com comprovada atividade depressora sobre o sistema nervoso central.

LINK: http://www.scielo.br/pdf/rbfar/v18s0/a03v18s0.pdf

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