EFEITO DO USO DA HOMEOPATIA EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA

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reblogando texto de Fabian Laszlo

Este interessante artigo médico aborda os resultados positivos do uso de homeopatia no reequilíbrio comportamental de jovens com tendência a comportamentos de risco e violência em uma região da periferia de São Paulo. Leia o material completo em:

http://www.feg.unesp.br/~ojs/index.php/ijhdr/article/viewFile/31/24 

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A Química e o Dicionário Anônimo de Botânica

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http://www.mast.br/multimidias/botanica/frontend_html/
O dicionário de Botânica, que ora o Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST) torna público, tem uma trajetória interessante no que diz respeito à figura do autor. Trata-se de um manuscrito que ficou guardado por, talvez, mais de um século, em caixas do arquivo do Imperador Pedro II e, mesmo depois da criação do Arquivo do Museu Imperial, em Petrópolis, RJ, sua função de documento histórico, passível de ser guardado, foi questionada. Não tinha autoria. Como poderia ganhar valor histórico?

Durante a realização de uma pesquisa naquele arquivo de Petrópolis, o documento foi mostrado à historiadora da ciência Nadja Paraense dos Santos, solicitando-lhe um parecer sobre sua possível importância para a história, uma vez que ela era especialista em história da química e os verbetes do dicionário traziam muitas informações sobre a composição química das plantas. Nadja então copiou os manuscritos e dividiu a questão com Heloisa Maria Bertol Domingues, no MAST, pois havia ficado impressionada com a riqueza de informações científicas, sobre botânica e principalmente sobre química, que o documento continha. De fato, concluiu-se que o anonimato do documento, de 1600 páginas manuscritas – mais de 2000 mil classificações de plantas –, não anulava sua importância para a história da botânica e da relação entre a botânica e a química, prática que caracterizava a botânica, desde o século XVIII, pelo menos. A parceria foi formalizada e, pelo Programa de Capacitação Institucional, do MCTI, foi possível engajar Elaine Andrade Lopes no projeto. Dedicada, ela iniciou a transcrição do longo manuscrito e, hoje, depois de alguns anos de árduo trabalho, foi possível divulgar uma parte dele, enriquecido de imagens, coletadas on-line, com o auxílio de Ana Cristina Santos Matos Rocha e pela revisão meticulosa de Sandra Parracho Sant’Anna. A parte publicada diz respeito à relação química e botânica; uma das originalidades desse dicionário. Outra originalidade dele é a ênfase nos usos populares, na diferenciação étnica desses usos, apresentando o contato próximo dos conhecimentos tradicionais e científicos.

Diante do anonimato do dicionário, procedeu-se a intensa pesquisa das publicações botânicas do século XIX, de um lado, tentando saber se este estava publicado e, de outro, fazendo analogias de linguagem, na busca do autor. Quem foi o autor? Ou, quem foram os autores desse dicionário? Concordando com o que diz Roger Chartier, no livro, Autoria e história cultural da ciência (Rio, Azougue, 2012), sobre a “função autor”, concluiu-se que o anonimato do documento, é questão relativa. Baseado em Michel Foucault, Chartier afirma que a atribuição de um nome próprio a uma obra não é nem universal, nem constante. Dessa forma, a função de um autor, diz ele, é caracterizar a existência, a circulação e o funcionamento de certos discursos na sociedade. Assim, de um lado, “a coerência do discurso pode referir-se a vários indivíduos que competem e cooperam entre si. Por outro lado, a pluralidade das vozes e das posições do autor no mesmo texto é remetida de volta a um único criador. Neste sentido, a “função autor” está fundamentalmente separada da realidade fenomenológica e da experiência do escritor como indivíduo.” Desse modo, não seria um nome próprio, mas sim, a “função autor” que poderia conferir valor de existência histórica a esse dicionário.

Publicar, nesse multimídia, uma quarta parte do documento original, relativa aos verbetes que trazem referências à análise química ou às propriedades dos compostos, significa portanto dar existência a um dicionário que estava fadado ao esquecimento, mas que, no entanto, mostrou-se instrumento poderoso para interpretar um momento da história científica, ambiental e cultural, do Brasil.

O dicionário compõe-se de espécies de plantas agrícolas nativas ou aclimatadas no Brasil, apresentadas, em ordem alfabética. Na classificação, as mais de 2000 plantas estão, metodologicamente, divididas em itens que contém as seguintes informações: Sinonímia (nomes vulgares e nomenclatura científica); História Natural (descrição da planta); Propriedades (alimentícias, medicinais ou ornamentais) e Análise química, porém esta última não aparece em todas as espécies.

O manuscrito traz algumas marcas que evidenciam um trabalho inacabado. Por exemplo, no início de cada letra, há uma lista das plantas correspondente a ela, porém, esta lista não se mantinha na classificação; havia acréscimos de umas e supressão de outras; nem todas as espécies apresentavam o item Análise química, cf. dito acima, no entanto, em muitas há um espaço em branco que, aparentemente, seria completado posteriormente; e ainda, na letra “H” consta uma nota dizendo que “o Tomo I da obra será composto de introdução e pelas letras A, B, C, D, E, F, G, H, e I”, porém o manuscrito não conta com a introdução, nem com a letra “D” e nem com a letra “K” que pertenceria ao tomo II.

Diversas são as possibilidades de análise que oferece o dicionário. Ele permite a construção de um mapa fitogeográfico do Brasil, uma vez que juntamente à descrição das espécies, encontra-se a situação geográfica das mesmas. Traz pistas das redes das relações científicas que se formam através das inúmeras citações de nomes de botânicos, de químicos, farmacêuticos, práticos, médicos, cientistas, e das publicações científicas especializadas, tais como livros, teses, “memórias”, artigos em revistas etc., através das quais foi possível, também, situar temporalmente o documento, pois embora a sua preparação devesse ter levado muito tempo, a última referência à data é o ano de 1865, deduzindo-se que pouco depois desse ano o trabalho encerrou-se.

Duas características do conteúdo do dicionário permitem afirmar que esta foi uma obra de divulgação científica, com a intenção clara de atingir um público geral. Primeiro foi o fato de ter sido integralmente escrito em português, quando, nas publicações científicas de classificação e divulgação botânica, a língua utilizada ainda era o latim. Em segundo lugar, as plantas eram apresentadas por seus nomes vulgares, da linguagem popular; a nomenclatura científica aparecia como um item da descrição. Há ainda evidências de característica étnica das plantas, pois, em não poucos verbetes, os usos são especificados conforme seu preparo pelas diferentes culturas que compõem a sociedade brasileira.

Nesta época, em trabalho de divulgação científica desse porte, os desenhos botânicos eram importantes para a apreensão mais global das espécies, porém, não há imagens que acompanham os verbetes. Sendo assim, optou-se por fazer um levantamento iconográfico, procedendo a busca em documentos de um período, o mais próximo possível do estimado para o dicionário. As imagens foram pesquisadas on-line, junto a instituições que disponibilizam material de domínio público; em especial, web sites de botânica.

Este dicionário é importante para a história social/cultural das ciências no Brasil e mereceu ser divulgado, também, pelas características da vulgarização científica. As espécies foram apresentadas a partir de suas origens, geográficas, étnicas e por seus usos populares, em um momento em que o objetivo da economia nacional era explorar cientificamente a natureza, valorizando a agricultura através da diversificação da produção, tanto de alimentos quanto de fármacos. Traz informações polifônicas sobre relações científicas, tanto no que tange a instituições, produtores de ciências e de saberes tradicionais, quanto ao que tange às formas de produção e de socialização do conhecimento. Fundamentalmente, permite vislumbrar, através de toda a gama de indícios que apresenta, um momento histórico particular do desenvolvimento das ciências botânica e química, no Brasil, do século XIX. Nele, o nome próprio foi transcendido pelos múltiplos nomes das plantas e seus usos e pelos autores que lhes deram condições de existência.

Elaine Andrade Lopes
Heloisa Maria Bertol Domingues
Nadja Paraense dos Santos

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TRATE COLESTEROL, ATEROESCLEROSE E FÍGADO GORDUROSO COM ÓLEO ESSENCIAL DE LIMÃO E DE CÍTRICOS

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Textos: Fabian Laszlo

Estudos sugerem que o limoneno dos óleos essenciais cítricos, quando utilizado como suplemento alimentar, pode contribuir na melhora da esteatose hepática (fígado gorduroso)1,5, combater a obesidade1, abaixar o colesterol e triglicérides elevados1,8,9,10,11, controlar a hiperglicemia1, além de prevenir a oxidação do colesterol tratando da ateroesclerose2,3,8.

O limoneno age inibindo moderadamente no fígado a enzima HMG-CoA redutase que participa da síntese do colesterol1,8. Ao inibir a HMG-CoA ele bloqueia a conversão do latosterol em colesterol11. Medicamentos chamados de estatinas também agem abaixando o colesterol pela inibição da HMG-CoA.

Contudo, o limoneno não desencadeia em quem o usa os efeitos colaterais das estatinas por não inibir fortemente a HMG-CoA (1% na dieta reduz 55% da sua atividade10). Fora isso, ele age estimulando enzimas antioxidantes (GPx) que protegem os neurônios13,14,15 dos efeitos colaterais das estatinas16. O limoneno consegue ter seu efeito final no controle lipídico através de outras vias complementares, como a ativação de re-ceptores PPARa e inibição do receptor X do fígado (LXR)-ß, ações que agem aumentando o bom colesterol HDL e abaixando o ruim LDL1. A inibição do LXR-b também interfere diminuindo o acúmulo de gordura no fígado, previne a ateroesclerose, reduz da liberação de mediadores de inflamação, melhora a tolerância para a glicose, além de suprimir a proliferação de variados tipos de câncer4, o que explica o potencial uso de óleos cítricos no tratamento de todas estas doenças7.

No caso específico da ateroesclerose, o componente mais ativo na inibição da oxidação do colesterol foi o g-terpineno, molécula esta que somente encontramos em quantidades terapeuticamente eficazes (7-10%) no óleo de limão e lima2,3.

Constam informações errôneas em livros de aromaterapia de que óleos cítricos sejam prejudiciais aos rins. Este mito foi destruído por estudos científicos6,7 que provaram serem os óleos cítricos (ricos em limoneno) muito seguros e não tóxicos para ingestão humana por período prolongado7.

A seguir são citados dois relatos populares sobre o uso de óleos cítricos como suplemento alimentar e seu efeito no colesterol. O interessante é que no relato 1, a pessoa utilizou uma dose muito pequena, abaixo da usualmente empregada, tendo notado, ainda assim, resultados muito positivos. É importante citar que tais recursos (OE cítricos) já vem sendo empregados há décadas por médicos franceses no tratamento destas condições com sucesso12 e são recursos fitoterapeuticos econômicos passíveis de implementação no SUS.
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Relato 1 – Celia Regina Kodama (2013)

Farei o relato do benefício do uso do óleo de limão siciliano. Há pelo menos 3 anos, estava sofrendo de gordura no fígado, digo sofrendo porque não obtive tratamento que conseguisse fazer “sumir” a gordura, existe a melhoria, mas com aparecimento de outras doenças. Tomei diversos medicamentos, muitas restrições alimentares, muita caminhada e exercícios. Tinha deixado o tratamento da gordura no fígado para tratar de uma queda na imunidade, comecei a ter infecção urinária, resfriados e gripes constantes mesmo vacinada, entre outras. Durante o tratamento para melhorar a imunidade, tive alteração no colesterol e triglicérides (altos) e até glicose na urina não estava conseguindo controlar, ficavam cada vez mais altos mesmo só testando os medicamentos. Em março/ 2013 comecei a tomar o óleo de limão 1 gota apenas à noite com chá de camomila/erva-doce até maio/2013.
Em julho/2013 resolvi fazer um check up geral (ecocardiograma, holter 24 hs, ultrassonografias, mamografias, exame de sangue e urina), enfim uma surpresa para o médico. O colesterol e triglicérides haviam baixado chegando quase a níveis normais, sem glicose na urina e na ultrassonografia do fígado pela 1ª vez “SEM GORDURA” – INACREDITÁVEL!!!
Contei ao médico que tinha tomado o óleo de limão, ele disse que acreditava no benefício do limão porque já teve pacientes que passaram a tomar o suco de limão de manhã em jejum e tiveram resultados positivos.
Sandra, ganhei em tudo com o benefício do óleo de limão. Espero contribuir com o meu relato para as pessoas que sofrem com os males do fígado, principalmente. Abraços.

Célia foi acompanhada pela aromaterapeuta Sandra C. Silva do espaço Atmam (atmam@terra.com.br – www.atmam.com – tel: 011 5572-2660 / 5081-5681)

Relato 2 – Milton Moreira (2006)

Meu pai, Sr. Milton Moreira, residente na cidade de Coronel Fabriciano, vinha tendo um problema cardíaco que iniciou-se a aproximadamente 4 anos atrás e que teria se agravando nos últimos tempos, culminando em dois enfartos. Além disso, por fumar muito, também teve enfisema pulmonar. Com isso, passamos uma fase muito difícil, pois nossa vida era uma verdadeira maratona em hospitais.
Seu coração e pulmões ficaram muito inchados e um comprimia o outro causando fortes dores no peito, falta de ar e intenso cansaço. Meu pai sempre foi uma pessoa muito ativa pois era garimpeiro e este problema lhe começou a limitar muito. Fez acompanhamento e vários exames médicos, o diagnóstico foi de aterosclerose com forte entupimento das veias: seu coração só tinha 20% de capacidade de funcionamento. Ele foi orientado pelos médicos a ter um ritmo de vida restrito, além de ter sido descartada a possibilidade de qualquer tipo de cirurgia dada a gravidade do problema. Nem o cateterismo pôde fazer e teve um desmaio no exame de resistência na esteira do hospital.
Comecei a fazer um curso de aromaterapia onde ouvi o professor falar das maravilhas que o óleo de limão fazia para o sistema circulatório. Então levei um vidro e dei para o meu pai usar. Com cerca de 10 dias de uso começou a ter melhoras visíveis em seu estado físico. Primeiro o seu cansaço começou a desaparecer, seguidamente foram embora as dores no peito. Seu coração e pulmões desincharam, o que foi avaliado por um médico do Hospital Siderúrgica em Coronel Fabriciano. Clinicamente sua melhora não tinha uma resposta por parte dos médicos, pois num estado tão agravado melhorar tão bruscamente seria impossível. Além disso, os medicamentos alopáticos que já vinha fazendo uso desde o início do problema (há 4 anos atrás) não apresentaram resultados satisfatórios em todo este tempo e o quadro só ia piorando.
Meu pai usou uma dosagem do OE de limão nos três primeiros meses de 5 gotas 3x ao dia numa colher de sopa de água. Depois diminuiu a dose para 3 gotas 3 vezes ao dia nos meses seguintes. Ao final dos três primeiros meses, a maioria de suas artérias tinham sido desobstruídas pelo efeito solvente do limão. Coisas que meu pai nem sonhava fazer, como andar a cavalo ou fazer ginástica, voltaram novamente a fazer parte de seu ritmo de vida. Hoje, já faz quase um ano que meu pai começou a usar o óleo. Ficou tão feliz com a melhora, considerada impossível pelos médicos, que passou a indicar para várias pessoas em sua cidade o óleo essencial de limão. Estas pessoas que tem feito o uso, com doenças as mais variadas como gastrite, problemas cardíacos e circulatórios, cansaço e outros, também tem conseguido excelentes resultados. Meu pai acabou virando divulgador do óleo essencial de limão, que conseguiu fazer milagres em sua vida.

Landy é filha do Sr. Milton, aromaterapeuta e possui uma loja de produtos naturais na Feira dos Produtores de BH/MG (Av. Cristiano Machado, 1896 box 31 – Bairro Cidade Nova)

Estes óleos essenciais você encontra na

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 Referências: 1. Jing L, et al.Preventive and ameliorating effects of citrus d-limonene on dyslipidemia and hyperglycemia in mice with high-fat diet-induced obesity. Eur J Pharmacol. 2013 Sep 5;715(1-3):46-55. / 2. Takahashi Y et al. Antioxidative effect of citrus essential oil components on human low-density lipoprotein in vitro. Biosci Biotechnol Biochem. 2003 Jan;67(1):195-7. / 3. Grassmann J, et al.Antioxidative effects of lemon oil and its components on copper induced oxidation of low density lipoprotein. Arzneimittelforschung. 2001 Oct;51(10):799-805. / 4. Referências científicas em http://en.wikipedia.org/wiki/Liver_X_receptor (vistado em 10/01/2013) / 5. Ariyoshi T, et al. Studies on the metabolism of d-Limonene (p-Mentha-1,8-diene). III. Effects of d-Limonene on the lipids and drug-metabolizing enzymes in rat livers. Xenobiotica. 1975 Jan;5(1):33-8. / 6. Webb DR, et al.Assessment of the subchronic oral toxicity of d-limonene in dogs. Food Chem Toxicol. 1990 Oct;28(10):669-75. / 7. Sun J. D-Limonene: safety and clinical applications. Altern Med Rev. 2007 Sep;12(3):259-64. / 8. Ahmad S, Beg ZH. Hypolipidemic and antioxidant activities of thymoquinone and limonene in atherogenic suspension fed rats. Food Chem. 2013 Jun 1;138(2-3):1116-24. / 9. Costa CA, et al.Citrus aurantium L. essential oil exhibits anxiolytic-like activity mediated by 5-HT(1A)-receptors and reduces cholesterol after repeated oral treatment. BMC Complement Altern Med. 2013 Feb 23;13:42. / 10. Qureshi, A.A., et al. Inhibition of hepatic mevalonate biosynthesis by the monoterpene, d-limonene. J. Agri. Food Chem. 1988, 36: 1220-1224. / 11. Clegg, R. J., et al. Inhibition of hepatic cholesterol synthesis and S-3-hydroxy-3-methylglutaryl-CoA reductase by mono and bicyclic monoterpenes administered in vivo. Biochem Pharmacol. 1980 Aug 1;29(15):2125-7. / 12. Duraffourd e Lapraz.Traité de phytothérapie clinique. Editions Masson (June 27, 2002) / 13. Shinomiya M, et al. Neurite outgrowth of PC12 mutant cells induced by orange oil and d-limonene via the p38 MAPK pathway. Acta Med Okayama. 2012;66(2):111-8. / 14. Corasaniti MT, et al. Cell signaling pathways in the mechanisms of neuroprotection afforded by bergamot essential oil against NMDA-induced cell death in vitro. Br J Pharmacol. 2007 Jun;151(4):518-29. / 15. Campêlo LM, et al. Antioxidant activity of Citrus limon essential oil in mouse hippocampus. Pharm Biol. 2011 Jul;49(7):709-15. / 16. R. Kraft, A. Kahn, et al. A cell-based fascin bioassay identifies compounds with potential anti-metastasis or cognition-enhancing functions. Disease Models & Mechanisms, 2012; 6 (1): 217